Aspirina poderia ajudar a prevenir a asma em mulheres?
Uma dose de 100mg de aspirina tomada “dia sim, dia não” parece reduzir o risco de asma em mulheres, segundo pesquisa publicada esta semana na revista Thorax. No estudo, os pesquisadores avaliaram os dados de 37 mil mulheres saudáveis acompanhadas por dez anos, que começaram a tomar aspirina, vitamina E, ambas ou nenhuma delas, para uma grande pesquisa chamada Estudo Saúde da Mulher. E os resultados indicaram uma redução de 10% no risco de asma com o uso da aspirina, embora os efeitos benéficos não tenham sido vistos em mulheres obesas. Atualmente, baixas doses de aspirina são recomendadas para a prevenção de ataques cardíacos e derrame. Porém, mais estudos são necessários para confirmar se a aspirina pode ser recomendada para a prevenção de asma.
Escrito por Leandro Perché às 01h30
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Estudo indica como a freqüência das refeições pode afetar a saúde
Dois artigos recentemente publicados nas revistas científicas “American Journal of Clinical Nutrition” e “Metabolism”, mostram que comer apenas uma refeição no dia pode ser muito prejudicial à saúde, em comparação com as tradicionais três refeições diárias. No estudo que originou ambos, os voluntários foram divididos em dois grupos – o primeiro passaria oito semanas consumindo todas as calorias do dia em apenas uma refeição; enquanto o outro consumiria a mesma quantidade de calorias diárias, mas divididas em três refeições; e, após esse período, as pessoas trocavam de grupo para mais oito semanas. E os pesquisadores observaram que aqueles que comiam apenas uma refeição tinham um significativo aumento no colesterol total, no colesterol “ruim”, na glicose e na pressão sangüínea, além de atraso na resposta à insulina, apesar da leve redução no peso e na gordura corporal, em comparação com os consumidores de três refeições diárias.
Escrito por Leandro Perché às 01h23
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Amamentar pode prevenir diabetes tipo 2, diz estudo
Bebês que são amamentados são menos propensos a desenvolver diabetes tipo 2 na adolescência, de acordo com um estudo da Universidade da Carolina do Sul. Comparando 80 pacientes com a doença com 167 pessoas saudáveis, os pesquisadores observaram que a taxa de amamentação era bem menor nas pessoas com diabetes – 20% contra 27% nos afro-americanos; 50% contra 84% entre os hispânicos; e 39% contra 78% nos brancos não-hispânicos. Com as análises, os autores indicaram que o efeito protetor da amamentação contra o diabetes tipo 1 se dá, em grande parte, por sua capacidade de moderar o peso infantil. Por isso, para prevenção da obesidade infantil e do diabetes, além de outros benefícios, os autores recomendam totalmente a amamentação.
Escrito por Leandro Perché às 01h19
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Doença renal afeta 2 milhões de brasileiros - 60% não sabem que são doentes
Cerca de 2 milhões de pessoas sofrem com doenças renais no Brasil, mas 60% delas não sabem que estão doentes, segundo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Nefrologia em ocasião ao Dia Mundial do Rim – 13 de março. Além disso, das 150 mil pessoas que já deveriam estar em programa de diálise, menos da metade está em tratamento. Outro dado divulgado é que há, hoje, 30 mil pacientes na fila de transplante. Tudo isso, segundo a médica nefrologista Gianna Mastroianni Kirsztajn, coordenadora da campanha, “significa que um número expressivo de brasileiros fará o diagnóstico em fase terminal de doença ou morrerá sem ter a chance de ser tratado”. Por isso, neste ano, com a campanha Previna-se, a Sociedade espera começa a mudar esse quadro, orientando cerca de 3 mil pessoas em mais de 400 cidades do país e realizando testes e atendimento médico.
Escrito por Leandro Perché às 02h06
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Estudo liga vitamina D a um menor risco de diabetes na infância
Bebês e crianças pequenas que tomam suplementos de vitamina D têm um menor risco de desenvolver diabetes tipo 1, segundo um pequeno estudo publicado on-line no periódico “Archives of Diseases in Childhood”. Os pesquisadores combinaram dados de cinco estudos que avaliaram as diferenças entre crianças com diabetes tipo 1 e sem a doença. E os resultados sugerem que dar suplementos de vitamina D para crianças pequenas pode cortar em 29% seu risco de ter a doença. Além disso, crianças da Finlândia eram 400 vezes mais propensas a ter a doença do que aquelas que viviam na ensolarada Venezuela (o corpo produz vitamina D em resposta à luz do sol na pele). Apesar de a razão ainda não estar clara, os autores notaram que as células beta que produzem insulina são sensíveis à vitamina D. Testes clínicos são necessários para confirmação.
Escrito por Leandro Perché às 01h59
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Baixo peso pode aumentar o risco de diabetes no idoso
Estar abaixo do peso também pode levar a graves problemas de saúde, principalmente para pessoas com mais de 60 anos, segundo estudo japonês. A pesquisa, que avaliou mais de 39 mil homens e 88 mil mulheres, descobriu que pessoas com mais de 60 anos que eram muito magras tinham 30% maior risco de desenvolver diabetes do que aqueles com peso considerado ideal. As pessoas mais novas que estavam abaixo do peso não tiveram maior risco de diabetes. Com isso, os pesquisadores da Universidade Médica Dokkyo destacam os benefícios de se manter o peso ideal e a necessidade, principalmente para os mais velhos, de cuidar melhor da alimentação. Mais pesquisas são necessárias para investigar a razão.
Escrito por Leandro Perché às 01h50
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Comer peixe pode prevenir a morte súbita, sugere estudo
O consumo regular de peixes ricos em ômega-3, como o salmão e a sardinha, pode ajudar a prevenir a morte súbita, segundo pesquisadores holandeses. Avaliando dados de 1373 homens com 40 anos ou mais, os cientistas observaram que aqueles que comiam uma média de seis gramas de “peixes gordurosos” eram 55% menos propensos a ter morte súbita coronária do que aqueles que não consumiam esses peixes. Os autores destacam que os benefícios eram maiores em pessoas com menos de 50 anos e com um consumo de longo prazo. O estudo foi apresentando ontem em Colorado, EUA, na 48º Conferencia Anual sobre Epidemiologia da Doença Cardiovascular da Associação Americana do Coração.
Escrito por Leandro Perché às 01h40
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Estudo indica que falta de sono é pior para a saúde das mulheres
Problemas com o sono podem aumentar os riscos de doenças cardiovasculares em mulheres, segundo estudo da Universidade Duke, nos Estados Unidos. Avaliando 210 pessoas de meia-idade aparentemente saudáveis, os pesquisadores descobriram que os distúrbios de sono afetam mais a saúde feminina do que os homens, aumentando os níveis de estresse, e os sentimentos de hostilidade, depressão e raiva, além de aumentar o risco cardiovascular das mulheres. No estudo, 40% dos participantes tinham péssimo sono, demorando 30 minutos ou mais para cair no sono ou acordando várias vezes durante a noite. E os cientistas descobriram, no sangue das mulheres com esse perfil, maiores níveis de marcadores inflamatórios que aumentam o risco de doenças cardiovasculares.
Escrito por Leandro Perché às 01h41
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Síndrome metabólica pode aumentar os riscos de depressão, diz estudo
Um grupo de fatores de risco para doença cardíaca e diabetes, conhecido como síndrome metabólica, pode predispor o desenvolvimento da depressão, segundo estudo finlandês publicado no “Journal of Clinical Psychiatry”. Acompanhando um grande número de pessoas de meia-idade durante sete anos, os pesquisadores observaram que pessoas que não tinham depressão no início do estudo e que apresentavam síndrome metabólica tinham duas vezes mais chances de desenvolver sintomas de depressão durante o estudo do que aquelas que não apresentavam a síndrome metabólica. Por causa disso, os autores defendem, como estratégia para reduzir a incidência de depressão, a prevenção e o tratamento contra pressão alta, colesterol alto, triglicérides alto e gordura abdominal, que caracterizam a síndrome metabólica.
Escrito por Leandro Perché às 01h28
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Álcool e reposição hormonal juntos aumentam riscos de câncer de mama
O consumo de bebidas alcoólicas, mesmo de forma moderada, por mulheres na pós-menopausa que passam pela terapia de reposição hormonal pode aumentar seu risco de desenvolver câncer de mama, segundo estudo dinamarquês. Os pesquisadores do Instituto Nacional Dinamarquês de Saúde Pública avaliaram mais de 5 mil mulheres. E observaram que aquelas que passavam pela reposição hormonal e que bebiam um ou dois drinques por dia tinham três vezes maior risco de câncer de mama do que aquelas que não bebiam e nem tomavam hormônios. Aquelas que bebiam mais do que isso apresentavam risco cinco vezes maior. Porém, o risco não foi observado entre as mulheres que bebiam, mas não faziam a reposição hormonal. Mais estudos são necessários para confirmação.
Escrito por Leandro Perché às 01h19
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Estudo brasileiro indica que ômega-3 minimiza efeitos de epilepsia
O ômega-3, tipo de gordura presente em
peixes como a sardinha e o salmão, pode ajudar a minimizar os terríveis efeitos
da epilepsia, segundo um estudo coordenado por pesquisadores da Universidade
Federal de São Paulo (Unifesp). Em testes com ratos, os cientistas observaram
que aqueles que receberam o ômega-3 tiveram significativa redução da morte de
neurônios durante os ataques epiléticos e melhor regeneração do tecido cerebral
do que os animais que receberam placebo. A epilepsia, que causa convulsões e
perda de consciência, não tem cura, mas pode ser controlada com ajuda de
medicamentos. Por isso, os autores alertam que as pessoas que sofrem com o
problema não devem parar de tomá-los. Agora, os cientistas pretendem realizar
estudos com humanos.
Escrito por Leandro Perché às 01h59
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Brócolis pode fortalecer sistema imunológico dos idosos, sugere estudo
Um estudo da UCLA, nos Estados Unidos, descobriu que um componente encontrado no brócolis chamado sulforafano pode cumprir um papel fundamental na restauração do sistema imunológico, que declina com o envelhecimento. Publicado no "Journal of Allergy and Clinical Immunology”, o estudo mostra que a substância ativa vários genes antioxidantes e enzimas do sistema imunológico que combatem os radicais livres, moléculas que danificam as células e que podem levar a diversas doenças. De acordo com os autores, os resultados dos testes com ratos indicam que a substância poderia ser uma possível base para a descoberta de novas drogas e desenvolvimento de vacinas para fortalecer o sistema imunológico de pessoas idosas, protegendo-os contra infecções virais e câncer. O próximo passo é estudos em humanos.
Escrito por Leandro Perché às 01h52
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Ioga reduz sintomas da menopausa em mulheres com câncer de mama
Um programa de ioga pode ajudar a reduzir os incômodos sintomas da menopausa, como as ondas de calor severas, indica um pequeno estudo realizado com mulheres sobreviventes do câncer de mama. As descobertas são importantes principalmente porque as ondas de calor severas são comuns nessas mulheres, por causa das limitações no tratamento dos sintomas da menopausa e porque há medicamentos contra a recorrência do câncer que induzem ou aumentam as ondas de calor. No estudo, que avaliou 37 mulheres, aquelas que participaram de um programa de oito semanas de “Ioga da Consciência”, que inclui meditação e apresentações sobre controle do estresse, não apenas tiveram maior redução na freqüência e intensidade dos “calores”, como apresentaram menos fadiga, menos dores nas articulações, menos problemas de sono e ansiedade do que as outras.
Escrito por Leandro Perché às 01h46
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Pessoas que começam a beber aos 40 podem prolongar a vida, diz estudo
Pessoas que não consomem bebidas alcoólicas podem finalmente ter uma razão para começar – segundo um estudo da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, os abstêmios que começam a beber moderadamente vivem mais e têm menos chances de ter doença cardíaca. O estudo avaliou, por mais de dez anos, mais de 7,6 mil pessoas entre 45 e 64 anos de idade. E os resultados indicam que pessoas que começam a beber na meia-idade têm 38% menor risco de ter um ataque cardíaco ou outros eventos cardíacos sérios do que os aqueles que não bebem, mesmo se tiverem sobrepeso, diabetes ou pressão alta. Os autores destacam, no entanto, que as pessoas não devem beber mais do que a quantidade diária recomendada – um ou dois drinques – e que aqueles que tomavam apenas vinho tiveram resultados muito melhores.
Escrito por Leandro Perché às 01h28
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Estudo indica como o estresse pode aumentar o risco de câncer de mama
Um estudo realizado pela Universidade de Queen, no Canadá, indicou, pela primeira vez, uma possível ligação biológica entre o estresse psicológico severo e um aumento no risco de desenvolver câncer de mama. Alguns estudos populacionais já vinham mostrando a relação entre a experiência de intenso estresse, como a perda de um ente querido, e a elevação do risco, mas sem apontar os mecanismos. No novo estudo, avaliando o efeito de hormônios em culturas de células mamárias de ratos, os cientistas descobriram que o hormônio do estresse hidrocortisona pode inibir a atividade do gene supressor de tumor conhecido como BRCA1, envolvido no reparo do DNA danificado e na estabilidade das células mamárias. Segundo os autores, apesar de estudos em tecidos humanos ainda serem necessários, os resultados são um incentivo para repensar as estratégias de tratamento.
Escrito por Leandro Perché às 10h53
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Diabetes na gravidez reduz risco de câncer de mama, sugere estudo
Mulheres que desenvolveram diabetes durante a gravidez, chamado diabetes gestacional, parecem ter um menor risco de desenvolver câncer de mama mais tarde, segundo estudo publicado no “American Journal of Epidemiology”. A pesquisa, realizada na Flórida, Estados Unidos, avaliou 1526 mulheres brancas e 798 hispânicas com câncer de pele diagnosticado no período entre 1999 e 2004, e o mesmo número de mulheres sem o câncer. E os cientistas observaram que o diabetes de forma geral e do tipo 2 não estavam associados ao câncer de mama, mas que havia uma relação inversa entre a diabetes gestacional e esse tipo de câncer – mulheres que já tinham apresentado diabetes durante a gravidez tinham 30% menos risco de ter os tumores. Mais estudos são necessários para investigar as possíveis explicações biológicas.
Escrito por Leandro Perché às 01h10
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Nem todas as gorduras trans são tão prejudiciais ao coração, indicam estudos
As gorduras trans têm sido banidas da alimentação porque aumentam os níveis de colesterol “ruim” (LDL) e reduz os níveis de “bom” colesterol (HDL), aumentando o risco de doenças cardiovasculares. Porém, dois estudos recentes, publicados no “The American Journal of Clinical Nutrition”, mostram que nem todos os tipos de gorduras trans são prejudiciais. De acordo com as pesquisas, as gorduras trans naturais, encontradas em carnes e derivados do leite, não parecem tão danosas aos níveis de colesterol quanto as gorduras trans artificiais ou industriais (feitas com a adição de hidrogênio a óleos de vegetais, tornando-os sólidos para dar uma textura crocante a biscoitos, tortas e batatas-fritas). Em ambos os estudos, o consumo da gordura trans natural não alterou os níveis de colesterol dos participantes, enquanto a outra teve os efeitos prejudiciais para a saúde confirmados.
Escrito por Leandro Perché às 01h02
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Cigarro dos pais está deixando as crianças doentes, diz hospital inglês
Um terço das crianças atendidas com asma e infecções pulmonares em um dos principais hospitais britânicos ficam doentes por causa da exposição à fumaça do cigarro dos pais, segundo dados do Hospital Alder Hey, de Liverpool, na Inglaterra. A Fundação Britânica para o pulmão diz que cerca de 17 mil crianças menores de cinco anos recebem tratamento médico a cada ano por causa da exposição ao cigarro. De acordo com o diretor clínico do hospital, Steve Ryan, a incidência de bronquite, asma e infecções no ouvido poderia diminuir se os pais parassem de fumar, porém, apesar dos pais saberem as implicações do fumo para os filhos e se sentirem culpados, é difícil largar o vício. Segundo ele, os riscos são maiores quando os pais fumam dentro do carro, e fumar no mesmo cômodo de uma criança também representa alto risco.
Escrito por Leandro Perché às 00h51
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