Obesos têm tendência a dormir menos, indica pesquisa
Estar acima do peso pode aumentar as chances de ter um sono mais curto, segundo estudo publicado na revista “Sleep”. Os autores avaliaram estudos de diversas partes do mundo sobre o assunto, incluindo mais de 634 mil pessoas com idades entre dois e 102 anos. E observaram um aumento de 60% a 80% na tendência a ter sono curto (5 horas ou menos para adultos, e menos de 10 horas para crianças) entre os obesos. Alguns especialistas acreditam que o sono mais curto acelera mudanças hormonais que aumentam o apetite e o consumo de calorias, levando à obesidade. Os resultados não explicam as razões e não permitem dizer se seria uma relação causa-efeito, porém, os autores destacam que o estudo confirma que a associação é forte e relevante para a saúde pública.
Escrito por Leandro Perché às 13h14
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Teclados de computador podem ter mais bactérias do que privada, diz estudo
Uma pesquisa realizada pela revista britânica “Which? Computing” indicou que os teclados de computador têm mais bactérias do que o assento de uma privada, e que esses germes poderiam causar infecção alimentar. Dos 33 teclados analisados em um típico escritório de Londres, quatro foram considerados potenciais riscos à saúde. E, em um caso, os especialistas recomendaram a remoção do equipamento, que ultrapassava em 150 vezes o limite tolerável, tendo cinco vezes mais germes que o assento da privada do banheiro do local. De acordo com a revista, as principais causas da sujeira é o fato de os usuários comerem enquanto usam o computador, além de maus hábitos como o de não lavar as mãos depois de ir ao banheiro.
Escrito por Leandro Perché às 13h02
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Aspirina pode ser nova esperança na prevenção ao câncer de mama
Apesar de a aspirina reduzir os riscos de desenvolver câncer de mama, como indica estudo publicado na revista científica Breast Cancer Research, os especialistas ainda não recomendam seu consumo como forma de prevenção. Baseado em um banco de dados com mais de 127 mil mulheres americanas, o estudo descobriu que aquelas que tomavam aspirina diariamente eram 16% menos propensas a ter a câncer de mama receptor de estrogênio positivo, tipo de tumores alimentados pelo hormônio. Porém, de acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, além de mais estudos serem necessários para confirmar os efeitos protetores da aspirina e para indicar a dose necessária, as mulheres devem estar cientes dos riscos potenciais do uso da aspirina, como o de sangramento de gastrointestinal.
Escrito por Leandro Perché às 12h55
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Danos do fast-food ao fígado podem ser revertidos, diz estudo
Uma alimentação rica em fast-food pode ser altamente tóxica para o fígado e outros órgãos internos, mas os danos podem ser reparados, segundo pesquisa da Universidade de Saint Louis, nos EUA. De acordo com os especialistas, cada vez mais os médicos estão vendo crianças e adolescentes com cirrose, doença hepática grave que afeta mais adultos que abusam do álcool ou com hepatite C. E isso seria culpa de uma dieta rica em calorias, gordura e açúcar. Brent Tetri, especialista em doença hepática gordurosa não-alcoólica, destaca que algumas medidas podem ser tomadas para prevenção: comer fast-food apenas em uma refeição por semana; quando comer esses lanches, tentar a opção mais saudável possível, sem maionese e queijo, evitando frituras e refrigerantes, preferindo o frango grelhado e salada com molho sem gordura; se exercitar pelo menos três vezes por semana; e fazer exames para checar as enzimas hepáticas.
Escrito por Leandro Perché às 12h14
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Estudo relaciona baixo peso ao nascer e ganho de peso à inflamação
Um estudo publicado no "European Heart Journal” indica que há uma associação entre o baixo peso no nascimento e um maior ganho de peso da infância à idade adulta com a inflamação na idade adulta, aumentando o risco de doenças cardiovasculares. Avaliando quase 6 mil pessoas que passaram por exames clínicos aos 31 anos de idade, cientistas do Imperial College de Londres observaram que, em relação ao nascimento, para cada 1kg a menos de peso, 10cm menor tamanho e menor unidade de índice de massa corporal (IMC), os índices inflamatórios aumentavam, respectivamente, em 16%, 21% e 24%. Eles também observaram que o ganho de peso dos 14 aos 31 anos aumentava os marcadores inflamatórios no sangue – para cada unidade de IMC a mais, havia um aumento de 16% nos níveis de proteína C reativa.
Escrito por Leandro Perché às 12h03
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Grapefruit pode ser nova esperança contra hepatite C, indica estudo
A grapefruit, também conhecida como toranja, pode inspirar um novo tratamento contra a hepatite C, maior causa de doença hepática, segundo pesquisa da Universidade de Harvard, nos EUA. Em testes preliminares em laboratório, os cientistas descobriram que um composto chamado naringenina, encontrado na grapefruit e em outras frutas cítricas, pode reduzir, em 80%, a disseminação do vírus da hepatite C. Eles acreditam que o composto age contendo o colesterol de lipoproteínas de muito baixa densidade (uma forma do colesterol “ruim”), que cumpriria um papel importante na disseminação da doença. Porém, destacam que o benefício não pode ser conseguido com a ingestão da fruta, pois, além de ser necessária em grande quantidade, a naringenina não é bem absorvida na digestão. A esperança seria uma droga intravenosa, que tem dado bons resultados em testes com ratos.
Escrito por Leandro Perché às 11h57
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Exame de sangue poderia indicar idade de início da menopausa?
Cientistas da Universidade de Utrecht, na Holanda, anunciaram a descoberta de uma forma de calcular, através de um exame de sangue, a data da menopausa das mulheres. Segundo eles, os níveis do hormônio antimulleriano estão relacionados com o começo da menopausa. Os cientistas mediram os níveis do hormônio em 144 mulheres e fizeram relações entre quantidade de hormônio e idade em que elas chegaram à menopausa. Aplicando as estatísticas em mais de 3 mil mulheres com idades entre 50 e 70 anos, eles criaram um modelo de cálculo da idade do início da menopausa. A lógica do método é que os níveis de antimulleriano refletem a quantidade de pequenos folículos presentes no ovário, responsáveis pela ovulação e cujo fim anuncia o início da menopausa. Os autores acreditam que daqui a quatro ou cinco anos, o método poderá ajudar mulheres na decisão sobre quando ter filhos.
Escrito por Leandro Perché às 11h43
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Chocolate pode reduzir risco de complicações na gravidez, diz estudo
Entregar-se aos prazeres do chocolate durante a gestação
pode ajudar as mulheres a se prevenirem contra uma complicação séria na gravidez
chamada pré-eclampsia, segundo estudo da Universidade de Yale, nos Estados
Unidos. De acordo com os autores, o chocolate, principalmente o escuro e amargo,
é rico em um componente chamado teobromina, que estimula o coração, relaxa o
músculo liso e dilata os vasos sangüíneos, e que tem sido usado para tratar dor
no peito, hipertensão e o engrossamento de artérias. Avaliando mais de 2 mil
mães e seus bebês, os cientistas observaram que as que comiam mais chocolate na
gestação e filhos com mais níveis de teobromina no sangue do cordão umbilical
tinham menos chances de ter pré-eclampsia. Cinco ou mais porções de chocolate
por semana no terceiro trimestre de gestação foi relacionado a 40% menor
risco.
Escrito por Leandro Perché às 12h15
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Atividade física reduz risco cardíaco de mulheres obesas
Mulheres que estão acima do peso podem reduzir seu risco de doença cardíaca se exercitando mais, de acordo com estudo publicado nesta semana no periódico “Archives of Internal Medicine”. Porém, segundo os autores, mesmo grandes quantidades de exercícios não são capazes de reverter completamente o risco em mulheres com sobrepeso ou obesas se não houver perda de peso. Avaliando dados de 39 mil mulheres com 45 anos ou mais que não apresentavam doenças cardíacas, derrame, câncer ou diabetes no início do estudo, os cientistas observaram que o peso e a atividade física agem independentemente como fatores de risco cardíaco. E os resultados destacam que a atividade física reduz os riscos de doenças, independente do peso das pessoas.
Escrito por Leandro Perché às 12h09
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Comer tomate diariamente pode proteger a pele, indica estudo
Duas refeições diárias à base de tomate podem ajudar a prevenir a pele contra os efeitos nocivos do sol, sugere estudo da Universidade de Manchester e Newcastle, no Reino Unido. Em experiência com dez voluntários que consumiram, por três meses, 55 gramas de massa de tomate com 10 gramas de azeite diariamente, os cientistas observaram que o consumo aumentava em 33% a proteção da pele contra os raios ultravioleta. Além disso, aqueles que comeram a massa de tomate apresentaram maiores níveis de procolágeno, molécula que mantém a pele firme, prevenindo rugas. Os cientistas acreditam que o componente licopeno, que dá a cor vermelha ao tomate, esteja por trás das propriedades benéficas da fruta. Porém eles destacam que o tomate não deve ser encarado como substituto do protetor solar.
Escrito por Leandro Perché às 11h38
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Tipo de trabalho pode influenciar o risco de demência, indica estudo
Trabalhos de alta complexidade, que envolvem mais interações entre pessoas e relações complexas com coisas, estão associados a um menor risco de desenvolver demência, segundo estudo publicado no “American Journal of Epidemiology”. Avaliando dados de quase 3,6 mil pessoas, os autores observaram que o risco de demência pode ser 34% menor em ocupações como o ensino, que envolve interações interpessoais com altos níveis de complexidade. Da mesma forma, atividades como a agropecuária, que envolve relação com coisas complexas, também ofereceriam proteção – 28% menor risco. Por outro lado, trabalhar com dados de alta complexidade, principalmente por mais de 23 anos, pareceu aumentar os riscos. Os autores destacam que o estímulo mental de tais atividades poderia oferecer proteção, porém mais estudos são necessários.
Escrito por Leandro Perché às 11h57
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Levantamento de peso pode causar calvície, diz estudo
Cientistas britânicos alertam que levantar peso pode causar calvície, segundo reportagem publicada, no último final de semana, no jornal britânico The Sun. De acordo com os especialistas, isso acontece porque os exercícios de levantamento de peso aumentam os níveis de testosterona imediatamente após a sessão – 25% após 45 minutos – e, depois de 30 minutos, o hormônio é convertido em uma substância chamada DHT, que ataca os folículos e as raízes capilares. E as mulheres levantadoras de peso não estariam livres desse efeito, podendo ter os cabelos “afinados” por causa desses exercícios. Eles ainda destacam que o levantamento de peso seria a segunda maior causa da calvície, perdendo apenas para a herança genética. E que os homens com uma dieta rica em gorduras teriam maior risco de sofrer queda de cabelo por causa desses exercícios.
Escrito por Leandro Perché às 11h44
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Pesquisa recrutará mulheres diabéticas para comer chocolate por um ano
Pesquisadores da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, vão recrutar 150 mulheres com diabetes para comer, diariamente, uma barra de chocolate – alimento que deve ser evitado pelos diabéticos – durante um ano. O objetivo é avaliar se o consumo do alimento, conhecido pelos compostos benéficos ao sistema cardiovascular, pode reduzir o risco de doenças cardíacas nessas mulheres, que é 3,5 vezes maior. O cacau é rico em flavonóides, que ajudariam a prevenir tais doenças, porém as substâncias seriam destruídas no processo de produção do chocolate. Por isso, um chocolate especial, contendo soja, uma fonte natural de flavonóides, será utilizado na pesquisa. De acordo com os autores, a recomendação não é que as pessoas passem a comer mais chocolate, mas mostrar que a adição de um de seus componentes na dieta dessas mulheres pode ajudar a protegê-las contra doenças cardíacas.
Escrito por Leandro Perché às 11h36
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Estudos relacionam vírus comuns ao risco de câncer de pulmão
Fumar é de longe o maior fator de risco para o câncer de pulmão, porém, segundo pesquisas apresentadas neste mês na 1ª Conferência Européia de Câncer de Pulmão, na Suíça, vírus comuns, como o do sarampo e o HPV, podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Em um estudo, cientistas avaliaram amostras de tecido tiradas de 23 pacientes com câncer de pulmão, todos fumantes. E seis delas foram diagnosticadas positivamente para HPV, indicando que o HPV contribui para o desenvolvimento de células não-pequenas de câncer pulmonar. Na outra pesquisa, avaliando amostra de tecidos de 65 pacientes, cientistas israelenses descobriram vírus do sarampo em mais da metade delas, indicando que, se não é um fator causativo do câncer, o vírus pode modificar o efeito de agentes causadores da doença.
Escrito por Leandro Perché às 11h28
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