Leite desnatado ajuda a prevenir problemas renais ligados a doença cardíaca?
Tomar um copo de leite desnatado (com pouca ou nenhuma gordura) pode ajudar a proteger contra problemas renais associados a doença cardíaca, segundo estudo publicado na última edição do “American Journal of Clinical Nutrition”. Avaliando o padrão alimentar de mais de 5 mil pessoas com idades entre 45 e 84 anos, os pesquisadores descobriram que aqueles que consomem pelo menos uma porção diária de leite ou derivados pobres em gordura têm 37% menor probabilidade de apresentar mau funcionamento renal relacionado a doença cardíaca, comparados com os que não consomem tais produtos. Os resultados apontaram que o consumo desses produtos estava relacionado a uma menor razão albumina/creatina na urina, indicando melhor função renal. Outros estudos sugerem que proteína do leite, vitamina D, magnésio e cálcio podem trazer benefícios para o coração, porém mais estudos são necessários.
Escrito por Leandro Perché às 11h58
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Crianças que jantam com os pais tiram melhores notas, diz estudo
Um estudo publicado pelo departamento de Crianças, Escolas e Família do governo britânico sugere que as crianças inglesas que sentam à mesa todas as noites para jantar com os pais obtêm melhores notas na escola. O levantamento “As atividades e experiências das crianças de 16 anos na Inglaterra em 2007” foi realizado com 20 mil estudantes ingleses. E os resultados indicaram que, entre aqueles que quase sempre fazem a refeição noturna junto com a família, metade tiveram nota oito ou maior no exame GCSE (realizado por todos os alunos britânicos); enquanto que, entre os que nunca jantam com a família, menos de um terço recebeu essa boa nota. Além disso, 60% das crianças com notas mais altas tinham horário determinado pelos pais para voltar para casa.
Escrito por Leandro Perché às 11h48
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Estudo alerta para os perigos de derrames silenciosos
Os derrames silenciosos, que ocorre quando pequenos vasos cerebrais se rompem ou são obstruídos por coágulos sem a pessoa se dar conta imediatamente, são mais comuns do se imagina. Em estudo recente realizado pela Universidade de Boston, nos EUA, 11% das pessoas que pensavam ser saudáveis apresentavam, na verdade, algum dano cerebral por causa de derrames silenciosos. E os autores destacam que essas pessoas correm mais riscos de sofrer outros derrames e de perda acelerada de habilidades mentais. O estudo avaliou mais de 2 mil pessoas com média de idade de 62 anos e que não tinham histórico de derrame ou de seus sintomas. E, segundo os especialistas, “as descobertas reforçam a necessidade de detecção precoce e tratamento de fatores de risco cardiovascular (como pressão alta, diabetes, ritmo cardíaco irregular e hábito de fumar) na meia-idade”.
Escrito por Leandro Perché às 11h44
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Café e chá podem proteger fumantes contra derrame, indica pesquisa
Em homens fumantes, o consumo de café e chá pode reduzir os riscos de sofrer um derrame, segundo estudo do Instituto Karolinska, na Suécia. O hábito de fumar é um sério fator de risco para problemas cardiovasculares. E, segundo os autores, essas bebidas podem reduzir esse impacto por causa de seus compostos fenólicos com propriedades antioxidantes. Avaliando mais de 26 mil homens fumantes, acompanhados por mais de 13 anos, os cientistas descobriram que aqueles que bebiam oito ou mais xícaras de café por dia tinham 23% menor risco de infarto cerebral do que os que bebiam menos de duas. E aqueles que tomavam duas xícaras ou mais de chá diariamente tinham 21% menor risco do que aqueles que não consumiam chá. Especialistas destacam que o melhor para a prevenção é parar de fumar.
Escrito por Leandro Perché às 13h28
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Procedimentos estéticos quadruplicarão até 2015 nos EUA, indica estudo
Apesar das incertezas da economia dos Estados Unidos, os americanos vão continuar investindo na indústria da beleza – mais de 55 milhões de procedimentos estéticos devem ser realizados anualmente no país até o ano de 2015, segundo estudo publicado na revista “Plastic and Reconstructive Surgery”. De acordo com os autores, entre os anos de 1992 e 2005 houve crescimento de 725% no volume anual de cirurgias estéticas, com gastos de mais de US$ 10 bilhões em 2005. Avaliando as estatísticas da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, eles observaram que, em 2015, o volume de procedimentos estéticos será quatro vezes maior do que os realizados no ano de 2005. Segundo os autores, houve desaceleração na procura por cirurgias plásticas, e os avanços tecnológicos nos procedimentos não-cirúrgicos, como o botox, são os principais responsáveis pelo crescimento.
Escrito por Leandro Perché às 13h08
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Há cada vez mais crianças com síndrome metabólica, alertam especialistas
Metade das crianças obesas com idades entre 12 e 14 anos, nos Estados Unidos, tem síndrome metabólica, conjunto de fatores de risco para doença cardíaca e diabetes tipo 2, segundo estudo da Universidade de Miami. A pesquisa, que avaliou dados de 1,7 mil crianças com idades entre oito e 14 anos, indica que 17% eram obesas no período entre os anos de 1999 e 2002 e que até 52% dos obesos entre 12 e 14 anos de idade apresentavam pelo menos três fatores de risco cardiovascular, como cintura larga, altos níveis de glicose, pressão, triglicérides e baixo nível de “bom” colesterol (HDL). Segundo os autores, isso faz com que haja problemas cardiovasculares cada vez mais cedo. “Se uma criança de oito anos tem síndrome metabólica, levará 10 anos ou menos para se tornar diabética tipo 2 ou desenvolver doença cardíaca”, exemplificaram.
Escrito por Leandro Perché às 12h12
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Controle ruim do diabetes aumenta os riscos de tuberculose em idosos
Idosos com um controle ruim do diabetes podem ter três vezes maior risco de desenvolver tuberculose do que aqueles que controlam bem a doença, segundo estudo publicado no “American Journal of Epidemiology”. A tuberculose é uma doença contagiosa, transmissível, marcada principalmente por tosse, e que compromete essencialmente os pulmões, embora possa se localizar em qualquer parte do corpo. Avaliando mais de 42 mil residentes de Hong Kong com 65 anos ou mais, os pesquisadores descobriram que aqueles com controle ruim da glicose (níveis de hemoglobina A1C ≥ 7%) eram 2,5 vezes mais propensos a ter tuberculose ativa, comparados com os não-diabéticos. E o seu risco era três vezes maior comparado àqueles com melhor controle da doença. Segundo os autores, as razões ainda são desconhecidas.
Escrito por Leandro Perché às 12h02
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Relação da mãe com o bebê afeta comportamento da criança anos mais tarde?
A forma como a mãe interage com o bebê em seu primeiro ano de vida está fortemente relacionado com o comportamento dele até os 13 anos de idade, segundo estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. De acordo com os autores, tanto o estilo da mãe quanto o temperamento do bebê podem indicar o comportamento do filho mais para o final da infância. Os pesquisadores avaliaram 1,8 mil crianças e as mães, incluindo traços do temperamento quando bebês e o estilo da mãe. E descobriram que bebês que são menos nervosos e mais previsíveis, assim como aqueles que são mais estimulados intelectualmente pela mãe, correm menos riscos de serem crianças problemáticas. Por outro lado, aqueles que são repreendidos com palmadas antes de um ano de vida são mais propensos a mentir, e serem desobedientes em casa e na escola com 13 anos de idade.
Escrito por Leandro Perché às 13h28
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Estudo indica que alguns anestésicos podem piorar a dor pós-operatória
Um estudo da Georgetown University Medical Center, nos EUA, indica que algumas drogas anestésicas muito usadas têm efeito irritante e podem piorar a dor pós-operatória. Segundo especialistas, é de conhecimento dos cientistas que certas drogas, como o gás isoflurano, são eficientes em levar o paciente ao estado de inconsciência e mantê-lo assim durante o procedimento, mas são agentes químicos irritantes. Por isso, muitas vezes, são usados analgésicos antes mesmo da anestesia. O novo estudo, realizado com ratos, no entanto, mostra que essa ação irritante permanece muito tempo depois de os efeitos dos analgésicos e da anestesia terem passado. A ação dos anestésicos poderia levar a uma supersensibilização, a longo prazo, dos sensores da dor no sistema nervoso, aumentando a dor após a cirurgia. Nos testes, retirando dois receptores nervosos específicos dos roedores, eles não apresentaram sinais de dor após a exposição a gases anestésicos.
Escrito por Leandro Perché às 13h16
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Ômega-3 pode ajudar a combater asma e alergias, indica estudo
Um componente chamado ômega-3, presente em peixes “gordurosos”, como o salmão e a sardinha, pode ajudar a prevenir e tratar asma e reações alérgicas, segundo cientistas da Harvard Medical School, nos EUA. Em testes com ratos para avaliar o valor antiinflamatório de uma dieta rica em alguns tipos de peixe, eles descobriram que uma molécula produzida pelo organismo em resposta ao ômega-3 pode ajudar a prevenir e tratar esses problemas respiratórios. O estudo indicou que a Resolvina E1 (RvE1), produto metabólico do ômega-3, também cumpre um papel importante inibindo o desenvolvimento de inflamações nas vias aéreas e os sinais imunológicos que disparam os processos inflamatórios. Assim, os resultados abririam caminho para mais pesquisas sobre o uso terapêutico do RvE1.
Escrito por Leandro Perché às 13h11
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Estudo relaciona piercing na língua a um maior risco de perda dos dentes
Jovens com piercings orais, seja na língua ou nos lábios, têm mais chances de ter problemas dentais e na gengiva, segundo estudo da Universidade de Tel Aviv, em Israel. Avaliando 400 jovens de 18 e 19 anos de idade, os especialistas observaram que cerca de 15% a 20% daqueles que usam piercings orais estavam sob maior risco de fraturas nos dentes e doença na gengiva, problemas que podem levar à perda prematura dos dentes da frente. Os autores destacam que 10% dos adolescentes de Nova York e 20% dos israelenses usam esse tipo de piercing, que pode levar a complicações de saúde facilmente preveníveis e, em alguns casos, até à morte. O melhor conselho, segundo eles, é evitar o piercing na boca, mas se mesmo assim colocá-lo, deve-se evitar ficar brincando com a peça, tomar cuidados constantes com a limpeza e visitar o dentista regularmente.
Escrito por Leandro Perché às 12h14
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Alimentação saudável pode prolongar a vida das mulheres
Mulheres que comem muitas frutas, verduras, legumes, feijão, peixes e grãos integrais vivem mais do que aquelas que comem uma dieta americana típica, segundo pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA. Em pesquisa com mais de 72 mil americanas, os especialistas descobriram que aquelas que comiam esses alimentos em maiores quantidades eram 17% menos propensas a morrer no período de 18 anos de acompanhamento do que as mulheres com uma dieta menos saudável. Em contraste, aquelas que comiam mais carnes vermelhas, doces e grãos refinados enfrentavam 22% maior risco de morrer de doença cardíaca ou derrame, e eram 16% mais propensas a morrer de câncer. Segundo os autores, as descobertas não provam que determinados alimentos aumentam os riscos de morte, mas indicam uma relação entre diferentes padrões de dieta e os riscos de doenças.
Escrito por Leandro Perché às 11h53
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Vegetais crucíferos ajudam a prevenir câncer de bexiga, diz estudo
O consumo de brócolis, couve-flor, repolho e outros vegetais crucíferos pode reduzir o risco de desenvolver câncer de bexiga, segundo estudo do Roswell Park Cancer Institute, nos Estados Unidos. Em estudo com 275 pessoas com a doença e 825 sem o câncer, os pesquisadores descobriram que aqueles que consumiam três ou mais porções de vegetais crucíferos por mês tinham uma redução de 40% no risco de câncer de bexiga. E os autores destacam que comer os vegetais crus é mais eficaz para proteger a bexiga, pois “cozinhá-los pode substancialmente reduzir ou destruir os isotiocianatos”, substância com potente atividade quimiopreventiva. Diversos estudos já vêm indicando que componentes desses alimentos ajudam a regular um complexo sistema de enzimas que defendem contra o câncer.
Escrito por Leandro Perché às 11h48
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Vitamina D pode reduzir os riscos de morte?
Um estudo austríaco publicado na revista científica “Archives of Internal Medicine” indica que pessoas com baixos níveis de vitamina D no sangue correm mais risco de morrer por qualquer causa, mas principalmente por problemas cardiovasculares. Na pesquisa, os cientistas avaliaram mais de 3 mil pacientes com média de idade de 62 anos. E descobriram que níveis de 25-hidroxivitamina D (uma medida do nutriente no sangue) menores do que 20 a 30 nanogramas por mililitro estavam associados a quedas, fraturas, câncer, disfunção imunológica, doença cardiovascular e hipertensão. E eles acreditam que isso seja mediado pelo composto 1,25-dihidroxivitamina D, produzido pelo corpo quando exposto aos raios UVB do sol ou convertido do outro composto. A taxa de mortalidade foi maior entre os participantes com baixos níveis de um ou dos dois compostos no sangue. Mais estudos são necessários.
Escrito por Leandro Perché às 11h40
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Dieta mediterrânea na gravidez pode prevenir alergias nos filhos?
Gestantes que aderem a uma dieta mediterrânea, rica em frutas, verduras, peixe, cereais e azeite, podem estar ajudando a prevenir asma e alergias em seus filhos, segundo estudo da Universidade de Creta, na Grécia. Na pesquisa, 460 pares mãe/filho foram avaliados da gravidez até o filho completar seis anos de idade. E os resultados indicaram que as crianças cujas mães se distanciavam mais do padrão da dieta mediterrânea tinham maior risco de desenvolver asma e alergias do que aqueles cujas mães comiam, por exemplo, mais peixes e vegetais na gravidez. De acordo com os autores, isso ocorre porque a tradicional dieta mediterrânea é rica em antioxidantes e ômega-3, que juntos podem afetar o desenvolvimento do feto reduzindo os riscos de alergia. Mais estudos são necessários para desvendar os mecanismos biológicos.
Escrito por Leandro Perché às 11h57
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Estudo indica que sentir-se gordo é pior do que ser
Um estudo alemão publicado na revista científica "Deutsches Ärzteblatt International" sugere que sentir-se gordo tem pior impacto na qualidade de vida do que estar acima do peso. Em pesquisa com quase 7 mil jovens com idades entre 11 e 17 anos, os especialistas descobriram que, embora apenas 18% estivessem acima do peso, quase 55% das garotas e 36% dos rapazes se consideravam "muito gordo (a)". E, segundo os autores, esse “retrato distorcido da realidade” é amplamente relacionado aos distúrbios alimentares e a uma pior qualidade de vida. Com isso, eles sugerem que as medidas para conter o sobrepeso “devem andar de mãos dadas” com outras para a prevenção de distúrbios alimentares.
Escrito por Leandro Perché às 11h50
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Relações sociais podem ajudar a prevenir demência, diz estudo
Mulheres idosas que mantêm amizades próximas e fortes laços familiares são menos propensas a desenvolver demência do que as menos sociáveis, segundo estudo publicado no “American Journal of Public Health”. Entrevistando, por telefone, mais de 2 mil mulheres com 78 anos ou mais, e revisando seus relatórios médicos, os pesquisadores descobriram que aquelas com maiores redes de relacionamento eram 26% menos propensas a desenvolver demência durante o estudo. Apesar de estudos anteriores também indicarem que idosos que moram sozinhos ou que não apresentam laços sociais correm mais riscos de problemas cognitivos, os autores destacam que mais pesquisas são necessárias antes de estabelecerem uma ligação direta.
Escrito por Leandro Perché às 11h43
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