Dormir demais na pós-menopausa aumenta os riscos de derrame, diz estudo

Dormir regularmente nove horas ou mais por noite pode aumentar os riscos de derrame em mulheres na pós-menopausa, segundo estudo publicado na revista especializada “Stroke”. Na pesquisa, realizada nos Estados Unidos, das 93 mil participantes (de 50 a 79 anos de idade), apenas 5% dormiam nove horas ou mais por noite. Mas essas mulheres tinham de 60% a 70% maior risco de sofrer um derrame do que aquelas que dormiam por sete horas. Os autores ainda não sabem se isso ocorre por causa de apnéia do sono, por causa de um sono não-reparador ou por outras razões. Entre aquelas que dormiam menos de seis horas, o aumento no risco, em relação a sete horas de sono, era bem menor (14%). Os autores não confirmam se, com a diminuição das horas de sono das “dorminhocas”, há redução no risco. Mais estudos são necessários.



Escrito por Leandro Perché às 14h23
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Casamento pode proteger homens "bravos" contra o diabetes?

A hostilidade e a raiva, que estão associadas ao aumento dos níveis de glicose em homens solteiros não-diabéticos, parecem não ter os mesmos efeitos sobre os casados, segundo estudo da Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA. Altos níveis de açúcar no sangue estão ligados ao aumento do risco de diabetes e doença arterial coronariana, e o efeito parece ser pior em pessoas com personalidade hostil e nervosa, chamada de traços de comportamento “tipo A”. No estudo, a análise de 485 homens saudáveis com idades entre 52 e 66 anos indicou que a hostilidade e a raiva estavam associadas aos níveis de glicose nove anos depois, mas essa relação só foi significativa para homens não-casados. Os autores especulam que os níveis de glicose são menores nos casados por causa das esposas, “que os ajudam a manter um estilo de vida mais saudável”.



Escrito por Leandro Perché às 14h16
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Consumo de chá pode ajudar a preservar a memória de idosos, diz estudo

Beber chá frequentemente pode ajudar a saúde mental dos idosos, preservando a memória e reduzindo os riscos de declínio cognitivo, segundo estudo da Universidade de Cingapura. Avaliando 2,5 mil pessoas com idades acima dos 55 anos, os cientistas observaram que os participantes que não consumiam a bebida tiveram, nos dois anos de acompanhamento, queda média de dois pontos em testes de memória; enquanto aqueles que bebiam pelo menos duas xícaras por dia mantiveram os mesmos resultados nos testes cognitivos. Segundo os autores, os efeitos protetores do chá se devem a substâncias como o polifenol (com propriedades antioxidantes) e a teanina (que tem efeito relaxante), além do efeito sinérgico de vários componentes. E a descoberta poderia auxiliar na prevenção de demência e doença de Alzheimer.



Escrito por Leandro Perché às 12h19
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Comer mais fibra na gravidez reduz risco de complicações, indica estudo

Aumentar o consumo de fibras durante os primeiros meses da gravidez pode ser uma boa forma de reduzir os riscos de pré-eclâmpsia, doença hipertensiva (pressão alta) que pode trazer riscos de morte para mãe e bebê, segundo publicado no “American Journal of Hypertension”. Os resultados sugerem que uma alimentação rica em fibras, encontradas principalmente em frutas, verduras, legumes e grãos, tem esse efeito, em parte, por causa da redução nos níveis de triglicérides e aumento nos de “bom” colesterol (HDL). Avaliando a alimentação de mais de 1,5 mil gestantes do estado de Washington, os pesquisadores descobriram que aquelas com maior consumo de fibras três meses antes da gravidez e nos três primeiros meses de gestação (21,2 g ou mais por dia) tinham 72% menor risco de desenvolver pré-eclâmpsia do que as que comiam menos fibras (menos de 11,9 g por dia).



Escrito por Leandro Perché às 12h10
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Homens e mulheres precisam de dietas diferentes, indica estudo

Um estudo inédito da Universidade de Sidney, na Austrália, indica que homens e mulheres precisam de uma alimentação diferente para viver mais e ter melhor sucesso reprodutivo. Em estudos de longo prazo com grilos pretos, os pesquisadores observaram que o tempo de vida de machos e fêmeas era prolongado com uma dieta rica em carboidratos e pobre em proteínas. Mas a dieta para o sucesso reprodutivo diferia muito entre os sexos com a mudança da razão carboidrato-proteína – os machos tinham vida mais longa e mais sucesso reprodutivo com uma taxa de oito (carboidratos) por um (proteínas), e as fêmeas com uma razão um por um. Porém, as escolhas alimentares eram quase as mesmas, fruto de um tipo de “compromisso partilhado”. Segundo os autores, de certa forma, essa lógica seria aplicada a homens e mulheres, que precisam de alimentos diferentes, mas acabam tendo a mesma dieta.



Escrito por Leandro Perché às 11h43
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Cientistas descobrem gene que deixa africanos mais vulneráveis ao HIV

Uma variante genética que surgiu há milhares de anos para proteger os africanos contra a malária pode aumentar suas chances de serem infectados pelo HIV, mas ajuda-os a viver mais tempo uma vez infectados, segundo estudo publicado no periódico "Cell Host & Microbe”. A descoberta poderia ajudar a explicar porque os africanos são os mais afetados pela Aids. Avaliando 1266 pessoas infectadas e 2 mil não-infectados da força aérea americana, os cientistas descobriram que, entre os negros, a variante era muito mais comum nos infectados do que nos não-infectados. Segundo os autores, pessoas com essa variante têm 40% maior risco, e, na África, ela está presente em 11% dos casos. Porém, esse gene, que controla uma proteína nos glóbulos vermelhos, também foi relacionado com menor progressão da Aids – aqueles com a variante viveriam média de dois anos a mais.



Escrito por Leandro Perché às 11h38
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Dietas mediterrânea e pobre em carboidratos emagrecem, diz estudo

Tanto a dieta mediterrânea quanto a dieta pobre em carboidratos são seguras e até mais eficazes do que uma alimentação pobre em gorduras para perder peso, segundo estudo publicado no “The New England Journal of Medicine”. De acordo com os autores, a primeira, rica em vegetais e pobre em carnes vermelhas, tem efeitos mais favoráveis na glicose, enquanto a segunda, na gordura corporal. Avaliando, durante dois anos, 332 pessoas moderadamente obesas, pesquisadores israelenses observaram que, com a mesma restrição de calorias, as pessoas que fizeram a dieta pobre em gorduras perderam apenas 2,9 kg , comparados com os 4,4 kg da dieta mediterrânea e 4,7 kg da pobre em carboidratos. E os autores destacam que essas taxas de redução no peso são comparáveis aos resultados dos medicamentos para emagrecer.



Escrito por Leandro Perché às 11h33
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Maioria dos alimentos direcionados às crianças têm pouco valor nutricional

A maioria dos produtos alimentícios direcionados especificamente às crianças tem valor nutricional pobre, com quase 90% contendo altos níveis de açúcar, gordura ou sódio, segundo estudo da Universidade de Calgary, no Canadá. Os especialistas pesquisaram 367 produtos, incluindo aqueles com personagens de desenhos animados na embalagem. E, de acordo com os autores, quase 70% dos produtos, excluindo bebidas não-alcoólicas, confeitaria e panificação, derivam alta proporção das calorias do açúcar. Além disso, um em cinco tem altos níveis de gordura, e 17% contém excesso de sódio. O que mais preocupa, principalmente em relação à obesidade infantil, é que 62% dos produtos com má qualidade nutricional tinham, na frente da embalagem, alegações positivas sobre o produto.



Escrito por Leandro Perché às 11h56
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Vizinhança pode influenciar o risco de ter pressão alta, indica pesquisa

Um estudo realizado nos Estados Unidos indica que pessoas que vivem em vizinhanças com mais oportunidades de exercícios (áreas de lazer e ruas que facilitem as caminhadas), menor criminalidade, melhores lojas de conveniência ou mercearias, e um maior senso de comunidade têm menor risco de ter pressão alta. Avaliando mais de 2,6 mil pessoas com idades entre 45 e 85 anos, os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o desenvolvimento de melhores vizinhanças pode ser benéfico para a saúde cardiovascular das pessoas. Aquelas que viviam em áreas mais caminháveis, por exemplo, eram 25% menos propensas a ter pressão alta. De acordo com os autores, esse efeito ocorre devido à maior nível de atividade física, melhor alimentação e menos estresse dessas pessoas.



Escrito por Leandro Perché às 11h47
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Nozes em excesso na gravidez aumentam o risco de asma nos filhos, diz estudo

Grávidas que comem nozes ou amendoim todos os dias podem aumentar em 50% o risco de o filho desenvolver asma, segundo estudo da Universidade de Utrecht, na Holanda. Avaliando questionários respondidos por cerca de 4 mil gestantes sobre sua dieta, e acompanhando os filhos delas durante oito anos, os cientistas descobriram que, entre os filhos das mulheres que consumiam nozes todos os dias, havia um aumento de 40% a 60% nas chances de terem sintomas de asma em geral, respiração difícil e uso de esteróides. Os autores destacam, porém, que isso não é suficiente para fazer recomendações para as mulheres grávidas, pois há, inclusive, estudos que indicam que as nozes, em uma dieta saudável, podem ajudar a proteger contra a asma. O importante é que as gestantes tenham uma dieta saudável, sem excessos.



Escrito por Leandro Perché às 11h39
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Estudo relaciona o tabagismo a um menor risco de câncer uterino

O hábito de fumar parece estar associado à redução no risco de desenvolver câncer de endométrio, mucosa que reveste a parede uterina, segundo estudo chinês publicado no “The American Journal of Medicine”. De acordo com os autores, esse efeito foi observado apenas em mulheres na pós-menopausa, e, apesar desse benefício, “o tabagismo poderia aumentar drasticamente a incidência de muitas outras doenças crônicas”. Avaliando dados de 34 estudos, os cientistas da Universidade Médica de Nanjing observaram que mulheres na pós-menopausa que fumavam tinham 29% menor risco de câncer endometrial. E, entre aquelas que faziam reposição hormonal a proteção era ainda maior – 50% menor risco. Embora eles acreditem que isso se deva a um efeito anti-estrogênio do fumo, mais estudos são necessários para desvendar o mecanismo biológico e para desenvolver opções terapêuticas.



Escrito por Leandro Perché às 11h30
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Otimismo pode ajudar a prevenir problemas cardiovasculares, diz estudo

Homens que acreditam correr pouco risco de ataque cardíaco podem viver mais do que os mais pessimistas, segundo estudo da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos. Em pesquisa com mais de 2,8 mil adultos, acompanhados por 15 anos, os especialistas notaram que aqueles que pensavam ter um risco de infarto menor do que a média eram 70% menos propensos a sofrer um ataque cardíaco ou um derrame. Mas esse efeito não foi observado entre as mulheres. De acordo com os autores, embora esperamos que as pessoas que temem o infarto sejam mais cuidadosas com a saúde, na verdade, elas acabariam optando por hábitos não-saudáveis, como o fumo, a bebida, e a compulsão em comer, para lidar com o medo. Além disso, o estresse crônico pode ter efeito psicológico direto no sistema cardiovascular.



Escrito por Leandro Perché às 11h29
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Aquecimento global aumentará casos de pedras nos rins, diz estudo

O aquecimento no clima pode deixar os casos de pedras nos rins mais comuns nos Estados Unidos, segundo pesquisa da Universidade do Texas, em Dallas. De acordo com os especialistas, a lógica disso está no fato de das temperaturas mais quentes significarem mais perda de líquidos, o que poderia aumentar o número de casos de cálculos renais. Os cientistas avaliaram a prevalência do problema no país e a expectativa anual de aumento da temperatura nas próximas décadas. E concluíram que até o ano de 2050, os casos de pedras nos rins aumentarão de 1,6 milhões para 2,2 milhões, com um aumento de mais de 30% em algumas áreas. Os autores destacam que isso poderá ocorrer também em outros países, e que será mais um desafio na adaptação às mudanças climáticas.



Escrito por Leandro Perché às 11h22
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Exercícios físicos podem reduzir os efeitos do mal de Alzheimer?

Manter a boa forma física pode ser o segredo para amenizar o agravamento da doença de Alzheimer, segundo estudo americano publicado na revista “Neurology”. Avaliando 121 pessoas com 60 anos de idade ou mais – cerca de metade nos estágios iniciais da doença, e a outra metade saudável – os pesquisadores descobriram que aqueles com pior condicionamento físico tinham quatro vezes mais sinais de encolhimento do cérebro do que aqueles em melhor forma. De acordo com os autores, as pessoas com a doença em estágio inicial “podem preservar sua função cerebral por um período mais longo exercitando-se regularmente e reduzindo potencialmente o volume cerebral perdido”. Sendo esse o primeiro estudo a investigar a relação entre as condições cardiorespiratórias e o Alzheimer, mais pesquisas são necessárias.



Escrito por Leandro Perché às 11h19
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Pré-hipertensão antes dos 35 anos aumentam os riscos de aterosclerose

Aproximadamente uma a cada cinco pessoas com menos de 35 anos de idade apresentam pré-hipertensão (pressão um pouco acima do normal) e, segundo estudo da Universidade da Califórnia, essas pessoas correm mais risco de coágulos e calcificação na artéria coronária mais tarde. E essa calcificação é um sinal de aterosclerose, importante indicador de futuro infarto ou derrame. Na pesquisa, os cientistas analisaram 15 a 20 anos de medição da pressão, tomadas em sete ocasiões diferentes, de 3560 pessoas com idades entre 18 e 30 anos, além de realizarem uma tomografia computadorizada perto do final do período de acompanhamento para avaliação da artéria coronária. E notaram que a quantidade de placas de cálcio estava diretamente associada ao tempo em que os participantes tinham pré-hipertensão e a maior medida da pressão.



Escrito por Leandro Perché às 11h04
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Alimentação rica em frutas e verduras reduz risco de câncer colorretal

Uma alimentação rica em frutas e verduras e pobre em carnes e batatas está significativamente associada à redução dos riscos de desenvolver câncer colorretal, segundo estudo publicado, neste mês, no “The American Journal of Clinical Nutrition”. Avaliando mais de 293 mil homens e mais de 198 mil mulheres, pesquisadores dos Estados Unidos, da Suécia e do Reino Unido descobriram que os homens com maior ingestão de frutas e verduras tinham 19% menor risco da doença, comparados com aqueles com menor consumo. Além disso, homens e mulheres com um padrão de consumo pobre em gorduras tinham também menos chances de desenvolver a doença. Por outro lado, um padrão alimentar rico em carnes foi associado a aumento no risco tanto em homens (17%) quanto nas mulheres (48% maior risco).



Escrito por Leandro Perché às 11h53
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Estudo indica kiwi como umas das frutas com mais antioxidantes

Um estudo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos sugere que o kiwi está entre as frutas com maior quantidade de antioxidantes, incluindo vitaminas e flavonóides, que podem neutralizar radicais livres associados a doenças crônicas e ao envelhecimento. Nos testes, os pesquisadores mediram os níveis de antioxidantes no organismo de sete mulheres, registrando aumentos na capacidade antioxidante do sangue e aumentos na resistência das células ao dano oxidativo após o consumo das frutas. E eles observaram que, em relação à oferta de antioxidantes, os kiwis alcançaram uma pontuação de 12,5, contra 4,2 de uvas e 1,7 dos morangos, frutas reconhecidamente ricas em componentes saudáveis. Segundo os autores, o consumo do kiwi foi responsável por maior metabolismo e absorção de antioxidantes.



Escrito por Leandro Perché às 11h47
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Cacau pode reduzir pressão de pessoas acima do peso, indica estudo

O consumo de cacau, seja em forma de chocolate amargo ou de bebida, pode reduzir a pressão sangüínea de pessoas com sobrepeso, segundo estudo publicado no “The American Journal of Clinical Nutrition”. Avaliando, com testes de pressão e ultrasom, 45 adultos saudáveis com índice de massa corporal no limite entre sobrepeso e obeso, os pesquisadores descobriram que aqueles que consumiram uma barra de chocolate contendo 22 g de cacau tinham melhor pressão e melhor funcionamento dos vasos sangüíneos do que aqueles que comeram uma barra sem cacau. Da mesma forma, bebendo duas xícaras de cacau, principalmente sem açúcar, os participantes apresentavam melhoras, em comparação com aqueles que tomaram uma bebida livre de cacau. Porém, os autores não recomendam um alto consumo desses alimentos, por causa de seu elevado nível calórico.



Escrito por Leandro Perché às 11h43
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Perder o emprego é mais traumático do que ficar viúvo, diz estudo

Um estudo alemão publicado na revista especializada “Economic Journal” sugere que perder o emprego é mais traumático do que ficar viúvo ou divorciado. Analisando, durante 20 anos, o nível de satisfação de centenas de alemães, os pesquisadores observaram que fatos como ter filhos ou o casamento trazem maior grau de felicidade, mas apenas temporariamente (média de dois anos de "felicidade" após o nascimento), pois o nível básico de felicidade permaneceria o mesmo durante toda a via adulta. E, mesmo após acontecimentos traumáticos, as pessoas se recuperam voltando ao nível básico. A pesquisa constatou também que a perda de um emprego causou uma “baixa” mais duradoura nos participantes, durando cinco anos após a ocorrência, e que deprime mais os homens. E, em outros eventos, a recuperação seria mais rápida.



Escrito por Leandro Perché às 11h37
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Leandro Perché
Jornalista de Boa Saúde
   
   
Dr. Marco Tulio Baccarini Pires
Cirurgião Cardiovascular, Diretor Médico de Bibliomed e Boa Saúde
   


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