Excesso de gorduras trans na gravidez aumenta risco de morte fetal, diz estudo

As gorduras trans – presentes em alguns alimentos processados e associadas ao entupimento das artérias e a um maior risco cardiovascular – pode também aumentar os riscos de morte fetal durante a gestação, segundo estudo publicado na revista “Fertility and Sterility”. Alguns estudos indicam que uma dieta rica em gorduras trans poderia aumentar a resistência à insulina e, de acordo com especialistas americanos, isso levaria a uma maior atividade do inibidor do ativador do plasminogênio, que está associado à perda fetal. Avaliando 104 mulheres que tiveram pelo menos uma gravidez durante 25 a 30 anos de acompanhamento, eles notaram que a taxa de perda do feto aumenta de 30% em mulheres com menor consumo de gordura trans (2,2% do total de calorias), para 52% em mulheres com maior ingestão dessas gorduras (47% do total de calorias).



Escrito por Leandro Perché às 12h18
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Jogadores de game são fisicamente mais saudáveis que a média nos EUA

Um estudo realizado nos Estados Unidos apresentou resultados surpreendentes, indicando que usuários do jogo de computador EverQuest 2 – de representação on-line e com temática de fantasia – são mais magros do que a média dos americanos e fazem exercícios uma ou duas vezes por semana. A descoberta contraria a visão de que essas pessoas são sedentárias e mais propensas a estar acima do peso. Avaliando as condições de saúde dos participantes, os pesquisadores notaram que os jogadores apresentavam melhor saúde física – com índice de massa corporal pouco acima de 25 (já indicando sobrepeso), contra 28 da média; e maior nível de atividades físicas – mas pior saúde mental, com maior incidência de depressão e vícios. Eles destacam que isso não quer dizer que o jogo crie esses problemas, pois as pessoas com esse perfil podem ser mais propensas a procurar essa atividade.



Escrito por Leandro Perché às 12h05
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Estudo confirma que consumo de vegetais e grãos integrais previne diabetes

Uma alimentação rica em grãos integrais, frutas e hortaliças, além de derivados do leite com pouca gordura, pode ajudar a reduzir os riscos de desenvolver diabetes tipo 2. A descoberta foi confirmada em estudo publicado na revista “Diabetes Care”, que também indicou que o consumo excessivo de carne vermelha, laticínios ricos em gordura e grãos refinados aumentam as chances de ter a doença. Avaliando mais de 5 mil americanos com idades entre 45 e 84 anos, os pesquisadores da Universidade do Texas descobriram que pessoas com maior ingestão de grãos integrais, frutas, nozes, laticínios com pouca gordura e vegetais de folhas verdes tinham 15% menor risco de ter a doença em cinco anos, comparados com os de menor consumo. E aqueles que comiam mais carnes, gorduras e grãos refinados tinham 18% maior risco. Tudo isso, independente de raça e etnia.



Escrito por Leandro Perché às 11h53
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Vacina contra gripe na gestante também protege o bebê, diz estudo

Mulheres grávidas que tomam vacina contra gripe um mês antes do parto podem proteger seu bebê contra a doença durante os seis primeiros meses de vida, segundo estudo da Escola de Saúde Pública Bloomberg da Universidade Johns Hopkins, nos EUA. Avaliando 340 mulheres de Bangladesh e seus filhos, os pesquisadores observaram uma redução de 63% nos casos de gripe entre os filhos de mulheres vacinadas contra a doença, e de 36% nos casos de doenças respiratórias em mães e filhos. De acordo com os autores, “crianças com menos de seis meses têm as maiores taxas de hospitalização por gripe entre as crianças americanas”, taxas maiores que a de idosos e outros grupos de risco. E, por isso, os especialistas recomendam a imunização das gestantes nas temporadas de gripe.



Escrito por Leandro Perché às 11h29
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Estudo liga uso de antibióticos em gestantes à paralisia cerebral no bebê

Um estudo realizado na Grã-Bretanha associou o uso de antibióticos em mães que entraram em trabalho de parto prematuro a casos de paralisia cerebral em bebês. Avaliando 769 filhos de mulheres que receberam o medicamento e 735 de mães que não usaram o antibiótico, os pesquisadores observaram três vezes mais casos de paralisia cerebral no primeiro grupo (35 casos contra 12). Em 2001, outro estudo mostrou que o antibiótico eritromicina traz benefícios para as mulheres em trabalho de parto prematuro. Porém, a nova pesquisa mostra que tanto esse, quanto o antibiótico co-amoxiclav, podem aumentar os riscos de danos no desenvolvimento e de paralisia cerebral em nascimentos prematuros. Apesar disso, especialistas e autoridades de saúde alertam que as mulheres não devem deixar de usar os antibióticos quando necessário, pois eles podem salvar vidas em casos de infecção.



Escrito por Leandro Perché às 11h23
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Risco de infarto aumenta com intensidade de esforço físico, diz estudo

O esforço físico pode desencadear um ataque cardíaco com relação dose-resposta, ou seja, quanto maior a intensidade do esforço, maior o risco de infarto, segundo estudo publicado no “European Heart Journal”. De acordo com os autores, dependendo do risco inicial, eventos cardíacos podem ser desencadeados pelo estresse com causas físicas, psicológicas ou químicas. Avaliando 1,3 mil pacientes, os pesquisadores observaram que há um aumento de 5,7 vezes no risco de infarto com duas horas de esforços árduos, e de 1,6 vezes em um episódio de esforços moderados. E os riscos eram maiores para aqueles com pressão alta e para os sedentários. Porém, os especialistas destacam que a atividade física regular tem efeito protetor contra o risco associado a episódios de esforços extremos e moderados.



Escrito por Leandro Perché às 11h15
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Amamentar pode ajudar a perder o peso adquirido na gravidez, indica estudo

Alimentar o bebê exclusivamente com aleitamento materno pode ajudar a mãe a perder o peso adquirido com a gravidez, segundo estudo da Universidade da Geórgia, nos EUA. Comparando a perda de peso pós-gestação em relação ao peso antes da gravidez de 24 mães com idades entre 19 e 42 anos, os pesquisadores descobriram que aquelas que alimentaram seus filhos exclusivamente com leite materno perderam mais peso após duas, quatro, oito e 12 semanas do parto do que aquelas que combinaram a amamentação com uma fórmula alimentar. E essa tendência era evidente mesmo com maior ingestão de calorias e menores níveis de exercícios entre as lactantes. Além disso, a perda na porcentagem de gordura corporal foi significativa apenas com o aleitamento materno exclusivo, e não com o uso de fórmulas lácteas.



Escrito por Leandro Perché às 11h54
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Falta de controle da asma em gestantes aumenta risco de parto prematuro

Mulheres que não têm o controle adequado da asma durante a gravidez estão sob maior risco de ter parto prematuro, segundo estudo da Universidade do Novo México, nos EUA. De acordo com especialistas, os medicamentos para tratar a asma são, muitas vezes, restritos durante a gestação por causa de preocupação com possíveis prejuízos para o desenvolvimento da criança, mesmo com evidências de que a asma pode ter impactos negativos para mãe e bebê. Avaliando 719 gestantes que participavam de um estudo sobre o uso de medicamentos para asma na gravidez, os pesquisadores descobriram que o nascimento prematuro é significativamente maior entre aquelas com pior controle da asma nas primeiras 20 semanas de gestação (11,4%, contra 6,3%). Entre as mulheres hospitalizadas em algum momento da gravidez, a incidência era ainda maior (16,4%, contra 7,6%).



Escrito por Leandro Perché às 11h49
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Artrite reumatóide é mais dolorosa entre as mulheres, diz estudo

A artrite reumatóide, doença inflamatória das articulações, é frequentemente mais dolorosa para as mulheres do que para os homens, apesar dos sintomas visíveis serem os mesmos para ambos, segundo pesquisa do Instituto Karolinska. De acordo com os especialistas, por razões desconhecidas, a doença é três vezes mais comum entre as mulheres e impacta mais a qualidade de vida delas. No novo estudo, eles podem ter encontrado uma pista que ajude a explicar porque as mulheres sofrem mais com a doença. Os resultados indicaram que os homens respondem melhor ao tratamento convencional do que as mulheres. “Mas a maior diferença foi de natureza subjetiva. As mulheres no estudo se sentiam mais doentes mesmo quando suas juntas apresentavam as mesmas melhorias”, destacaram os autores. Com isso, eles defendem que os médicos considerem, não só fatores físicos, mas também os aspectos subjetivos no tratamento das mulheres.



Escrito por Leandro Perché às 11h40
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Estilo de vida saudável reduz riscos de morte prematura

Mulheres podem reduzir os riscos de morte prematura pela metade se adotarem um estilo de vida mais saudável, com uma alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas e sem fumar, segundo estudo publicado no “British Medical Journal”. Os especialistas acompanharam, por 24 anos, mais de 77 mil mulheres, e registraram 8882 mortes, das quais 1790 estavam ligadas a problemas cardíacos e 4527 ao câncer. Os resultados indicaram que 28% das mortes foram atribuídas ao cigarro, enquanto outros 55% estavam ligadas à combinação do cigarro, falta de exercícios, dieta inadequada e obesidade. O alto consumo de álcool também foi relacionado a uma maior mortalidade, mas as mulheres que bebiam de forma leve a moderada corriam menos riscos de morte por causas cardiovasculares.



Escrito por Leandro Perché às 11h33
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Estudo associa enxaquecas a um maior risco de coágulos sangüíneos

Um estudo publicado nesta terça-feira na revista “Neurology” indica que as enxaquecas podem ser um fator de risco para a formação de coágulos sangüíneos, que podem levar a infartos ou derrames. Diversos estudos já indicavam a relação entre enxaquecas e doenças cardiovasculares, mas os mecanismos responsáveis permaneciam desconhecidos. O estudo avaliou 574 pacientes com idades entre 55 e 94 anos, acompanhados por mais de 15 anos, através de entrevistas sobre a ocorrência de enxaquecas e tromboembolismo venoso, e com exame de ultrasom. E os resultados indicaram que aqueles que sofriam enxaquecas não eram mais propensos a ter aterosclerose, mas tinham maior risco de tromboembolismo – 18,9% daqueles que sofriam as dores de cabeça tiveram o problema cardiovascular, contra apenas 7,6% dos pacientes que não tinham enxaquecas.



Escrito por Leandro Perché às 11h59
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Diabetes pode atrapalhar perda de peso após redução de estômago

Os diabéticos perdem menos peso com a cirurgia de redução de estômago do que as pessoas que não apresentam essa doença metabólica, segundo estudo da Universidade da Califórnia, nos EUA. Os pesquisadores avaliaram os fatores relacionados à perda de peso nos 12 meses posteriores à cirurgia em 310 pacientes com média de idade de 45 anos, e média de índice de massa corporal 54 (obesidade mórbida). E, de forma geral, os pacientes perderam 60% do excesso de peso um ano após o procedimento, reduzindo a média de IMC para 34 (o considerado normal é de 20 a 25). As análises mostraram que 12% tiveram perda de peso ruim (perda de menos de 40% do excesso), com os diabéticos apresentando três vezes mais chances de estar nesse grupo. Os autores destacam que o uso de insulina ou de drogas para tratar diabetes pode explicar a maior dificuldade em perder peso entre esses pacientes.



Escrito por Leandro Perché às 11h53
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Vacina experimental elimina tumores de mama em ratos

Uma vacina experimental contra o câncer de mama foi capaz de eliminar tumores em ratos sem causar intoxicação, segundo cientistas da Wayne State University, nos EUA. O alvo é o câncer que cresce em resposta a um fator chamado HER-2 - tumores que atingem 25% das mulheres com a doença. A droga herceptina já é utilizada contra esse tipo de câncer, mas, após um tempo, as células do tumor começam a ficar resistentes ao medicamento. Para a produção da vacina, os cientistas usaram DNA que carrega o código genético de uma peça chave da molécula de HER-2. Após injetá-la na pele, pequenos pulsos elétricos foram dados para ajudar na sua absorção pelas células e na produção de proteínas que incitam respostas imunológicas que, nos testes, mataram os tumores mesmo em ratos resistentes à herceptina. Agora, a segurança de uma versão para humanos está sendo testada.



Escrito por Leandro Perché às 11h45
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Estudo indica como mudanças na dieta e no estilo de vida prolongam a vida

Um estudo da Universidade da Califórnia indicou que mudanças no estilo de vida e na dieta elevam os níveis de telomerase, enzima que protege os telômeros (extremidades dos cromossomos), estruturas que controlam o envelhecimento. Segundo os cientistas, à medida que as células se dividem ao longo da vida, os telômeros se cortam e desestabilizam os cromossomos, levando ao envelhecimento e à morte. No estudo, eles submeteram 30 homens com câncer de próstata de baixo risco a uma dieta com apenas 10% de gordura, pobre em açúcares refinados e rica em alimentos integrais e vegetais, complementando com azeite e vitaminas. Os voluntários também realizaram um programa de exercícios aeróbicos e de respiração, e praticaram técnicas de relaxamento e controle do estresse. Após três meses, os níveis da enzima “protetora” haviam aumentado em 29%, com redução do colesterol “ruim” (LDL) e do estresse.



Escrito por Leandro Perché às 11h35
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Chá de camomila pode proteger contra complicações do diabetes, diz estudo

Um estudo publicado no “Journal of Agricultural and Food Chemistry” revela que o chá de camomila pode prevenir o desenvolvimento das complicações do diabetes, como perda de visão e danos neurológicos e renais. De acordo com os especialistas, a camomila vem sendo usada para tratar inflamações, doenças de pele, feridas, gota e úlceras; além de alguns estudos indicarem que seu extrato pode parar o crescimento do câncer. Na nova pesquisa, os especialistas acrescentaram um extrato da camomila à dieta de ratos por 21 dias, e compararam esses animais a outros com uma dieta normal. E os resultados mostraram que os ratos alimentados com camomila tinham significativamente menores níveis de glicose no sangue do que os outros. O extrato também inibiu duas enzimas ligadas às complicações. Mais estudos são necessários para confirmar o papel protetor do chá contra o diabetes.



Escrito por Leandro Perché às 11h31
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Crianças precisam de atividades vigorosas para terem ossos saudáveis?

Para o desenvolvimento de ossos mais fortes, as crianças precisam de pelo menos 25 minutos de exercícios vigorosos por dia, segundo estudo publicado na revista “Pediatrics”. Usando um equipamento especial para medir a intensidade e a duração dos exercícios, os pesquisadores da Universidade Técnica de Lisboa, em Portugal, avaliaram 143 meninas e 150 meninos com média de idade de 9,7 anos, além de medir a compressão, flexão, impacto e resistência no colo do fêmur. E, de forma geral, os pesquisadores associaram a força do colo femoral aos exercícios vigorosos, como caminhar rapidamente, correr e saltar – os garotos que praticavam essas atividades por mais de 26 minutos diários tinham maior força de compressão, flexão e impacto; e as meninas tinham maior conteúdo mineral ósseo e maior força de flexão.



Escrito por Leandro Perché às 11h24
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Brócolis pode ajudar contra danos aos pulmões de fumantes, indica estudo

O brócolis pode ajudar a reduzir danos aos pulmões de pacientes que sofrem de uma séria doença pulmonar associada ao fumo, segundo estudo da Universidade Johns Hopkins, nos EUA. Os pesquisadores acreditam que um composto produzido pelo vegetal, chamado sulforafano, aumenta a atividade da proteína NRF2, potente antioxidante e antiinflamatório para os pulmões. Avaliando amostras de tecido dos pulmões de fumantes com doença pulmonar obstrutiva crônica e outros sem a doença, os especialistas descobriram que aqueles em estágio avançado da doença tinham menores níveis de NRF2. Por isso, eles acreditam que tratamentos que aumentem os níveis da proteína podem atenuar os efeitos do estresse oxidativo causado pela doença nos pulmões. Pesquisas futuras com humanos poderão indicar o papel do composto do brócolis e da proteína na redução dos danos pulmonares.



Escrito por Leandro Perché às 11h14
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Sobrepeso pode atrapalhar quimioterapia contra câncer de mama, diz estudo

Um novo estudo da Universidade do Texas, nos EUA, indica que pacientes com câncer de mama que estão acima do peso têm menos chances de alcançar uma resposta completa ao tratamento com quimioterapia. Pesquisas anteriores já relacionavam a obesidade com piores resultados do câncer de mama, embora não revelassem os mecanismos responsáveis pelo efeito. Avaliando 1169 pacientes na nova pesquisa, os especialistas observaram que aqueles que apresentavam sobrepeso e a combinação do grupo de sobrepeso e obesidade eram menos propensos a alcançar resposta adequada ao tratamento. Os autores acreditam que essa relação pode ser explicada pela influência do índice de massa corporal na eficácia clínica da quimioterapia ou pela sub-dosagem por medo de toxidade nos pacientes acima do peso.



Escrito por Leandro Perché às 11h07
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Leandro Perché
Jornalista de Boa Saúde
   
   
Dr. Marco Tulio Baccarini Pires
Cirurgião Cardiovascular, Diretor Médico de Bibliomed e Boa Saúde
   


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