Prática de exercícios reduz risco de delírios em idosos, diz estudo
A prática regular de atividades físicas parece proteger pacientes idosos de ter delírios, segundo estudo da Harvard Medical School. De acordo com os autores, o delírio é uma síndrome clínica com alta prevalência e incidência, mas que é tratável e prevenível. Para analisar os fatores associados ao delírio e descobrir formas de prevenção, os pesquisadores avaliaram 779 pacientes com pelo menos 70 anos de idade e que haviam sido recentemente hospitalizados. E os resultados indicaram que a prática regular de exercícios reduzia em 24% o risco de ter delírios. Os autores acreditam que esses benefícios ocorrem por causa de aumentos na massa cinzenta e massa branca do cérebro, em áreas onde ocorre a perda de volume por causa da idade.
Escrito por Leandro Perché às 11h33
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Restrição de calorias sozinha não prolonga a vida, indica estudo
Uma dieta com restrição de calorias, que havia se mostrado eficaz em prolongar a vida de ratos, não apresentou o mesmo efeito em testes com pessoas, segundo pesquisadores da Universidade de Washington. Em pesquisas anteriores, os roedores que comiam 30% a 50% menos calorias viviam mais de 50% a mais e tinham menor risco de câncer. E, segundo os autores, muitas pessoas passaram a restringir calorias na dieta por causa dos resultados, na busca pela longevidade. Mas, para fazer efeito em humanos, a dieta deveria ser acompanhada pela atenção à ingestão de proteínas. Os pesquisadores destacam que isso pode não ter dado certo em pessoas porque nos testes com animais, a extensão da vida era mediada pela redução nos níveis do fator de crescimento semelhante à insulina (IGF1), o que não ocorreu com humanos.
Escrito por Leandro Perché às 11h26
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Estudo associa baixos níveis de "bom" colesterol ao câncer de mama
Um estudo publicado na edição de setembro do periódico “Annals of Epidemiology” sugere que baixos níveis de “bom” colesterol (HDL) podem aumentar os riscos de desenvolver câncer de mama. De acordo com os autores, essa associação é sugerida por diversos estudos, mas sem evidências conclusivas. Avaliando mais de 7 mil mulheres, acompanhadas por 13 anos, os pesquisadores americanos notaram uma modesta associação entre baixos níveis de HDL e a incidência de câncer de mama em mulheres que estavam na pré-menopausa no inicio do estudo. Porém, isso não ocorreu com mulheres na pós-menopausa. Uma explicação possível para esse aumento no risco, segundo os autores, seria o fato dos níveis de HDL serem inversamente relacionado aos níveis de fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1), que é associado, por alguns estudos, à incidência de câncer de mama.
Escrito por Leandro Perché às 11h22
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Evento no Masp destaca prevenção a doenças cardíacas
Em comemoração ao Dia Mundial do Coração (28 de setembro) será realizada, nesta sexta-feira, dia 26, uma feira de saúde no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), com seis estandes com atendimento gratuito para a população. O público receberá informações sobre os fatores de risco cardiometabólico – conjunto de alterações no organismo que podem indicar maior risco de problemas de coração – e poderão fazer exames como a medição da circunferência abdominal, a dosagem da taxa de glicemia (açúcar no sangue), dos níveis de colesterol, do índice de pressão arterial, além de verificar seu peso, altura e índice de massa corporal. A iniciativa da empresa farmacêutica Sanofi-aventis e da Sociedade Brasileira de Cardiologia faz parte da Campanha Nacional de Prevenção do Risco Cardiometabólico, que se estende até 14 de novembro, Dia Mundial do Diabetes.
Escrito por Leandro Perché às 09h37
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Poluição do ar, ácaros e fumo passivo podem causar laringite
A exposição diária ao fumo passivo, a alérgenos e à poluição do ar pode ser a causa de casos crônicos de laringite, segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos EUA. Os sintomas da laringite incluem rouquidão, tosse crônica e pigarro. De acordo com os especialistas, médicos e pesquisadores geralmente atribuem a doença à infecção viral ou ao uso excessivo da voz, além de citar o fumo passivo. Porém, em pesquisa com animais, eles descobriram evidências de que a exposição a diferentes poluentes ambientais, incluindo ácaros e a poluição do ar, pode causar o que eles chamam de “laringite ambiental”. As descobertas são importantes nesse contexto de diminuição da qualidade do ar em algumas cidades e o aumento dos níveis de ozônio no ar.
Escrito por Leandro Perché às 11h21
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Estudo associa consumo de peixes a um menor risco de eczema na criança
Bebês que comem peixes têm menor risco de desenvolver eczema, um tipo de doença crônica da pele, segundo estudo sueco publicado no “Archives of Disease in Childhood”. Avaliando quase 5 mil crianças desde o nascimento, os pesquisadores observaram que aqueles cuja dieta incluía peixes antes dos nove meses de idade eram 24% menos propensos a ter eczema nos primeiros anos de vida, comparados com aqueles que não comiam peixes. E os efeitos protetores foram observados também entre aqueles cuja mãe ou parentes apresentavam a doença. Os autores não souberam explicar as razões – na pesquisa, o ômega-3, indicado por alguns estudos como o responsável, pareceu não fazer grande diferença contra a doença. Apesar dos resultados serem interessantes, as diretrizes atuais da Academia Americana de pediatria recomenda a introdução do peixe na dieta apenas após três anos de idade.
Escrito por Leandro Perché às 11h15
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Dieta rica em soja protege pessoas que sofreram derrame, diz estudo
Uma alimentação rica em soja pode ser benéfica para as pessoas que sofreram derrames. Um estudo publicado no “European Heart Journal” indica que um composto encontrado nos grãos de soja – a isoflavona – melhora a função arterial desses pacientes. Em testes com 50 pacientes que tomaram suplementos de isoflavona, e 52 que tomaram placebos, pesquisadores de Hong Kong descobriram que a suplementação de isoflavona por 12 semanas, em doses de 80 miligramas por dia, melhorava o fluxo sangüíneo na artéria braquial (principal artéria do braço). E, segundo os especialistas, esse efeito é importante especialmente para pessoas que sofreram derrame isquêmico (causado por coágulos ou outras obstruções). Os dados ainda não permitem a indicação dos suplementos como prevenção para esses pacientes, mas os especialistas destacam que uma dieta rica em isoflavona pode ser benéfica.
Escrito por Leandro Perché às 11h12
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Antidepressivo pode afetar fertilidade masculina, sugere estudo
Um estudo do Centro Médico de Cornell, em Nova York, sugere que um tipo de antidepressivo pode afetar a fertilidade masculina. Em testes com 35 homens que forneceram o esperma antes e após tomarem o remédio paroxetina por quatro semanas, os pesquisadores notaram danos causados pelo antidepressivo. Exames no microscópio não indicaram diferenças no movimento ou na forma dos espermatozóides, mas testes de DNA mostraram que, antes do medicamento, havia 13,8% de espermatozóides danificados, contra 30,3% após o tratamento. Os cientistas estão investigando se o aumento dessas danificações seria suficiente para afetar a fertilidade masculina. Outros estudos mostram que, na fertilização in vitro, esses defeitos do DNA, reduzem as chances de os embriões se implantarem no útero da mulher.
Escrito por Leandro Perché às 11h06
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Comer 6,7 gramas de chocolate por dia protege o coração, sugere estudo
Um grande estudo epidemiológico italiano indica que 6,7 gramas de chocolate por dia é a quantidade ideal para proteger o organismo contra inflamações, sério fator de risco para doenças cardiovasculares. Avaliando 20 mil pessoas, os pesquisadores da Universidade Católica de Campobasso, na Itália, constataram que aquelas que consumiam, regularmente, quantidades moderadas de chocolate amargo (rico em cacau) apresentavam menores níveis de um marcador inflamatório no sangue, chamado proteína C reativa. “A média de 17% de redução observada (no marcador inflamatório) pode parecer pouco, mas é o suficiente para reduzir o risco de doença cardiovascular em um terço para as mulheres e em um quarto nos homens”, destacaram os autores. E o melhor efeito se deu com o consumo de 6,7 gramas por dia, duas ou três vezes por semana. Porém, mais estudos são necessários.
Escrito por Leandro Perché às 12h14
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Pessoas com artrite têm maior risco de câncer de pulmão, indica estudo
Pessoas com artrite reumatóide, doença inflamatória nas articulações, têm maior risco de desenvolver câncer de pulmão, segundo estudo com os veteranos militares dos EUA. Os pesquisadores avaliaram dados de 480 mil pacientes tratados entre 1998 e 2004, incluindo 7280 com câncer de pulmão e 8678 com artrite. E a taxa de artrite reumatóide encontrada foi de 3,4% entre os pacientes com câncer de pulmão, contra apenas 1,8% dos outros pacientes. Após considerarem fatores como idade, tabagismo e exposição a asbestos, os cientistas constataram que as pessoas com artrite tinham 43% maior chance de terem câncer pulmonar. Porém especialistas destacam que ainda não está claro se isso acontece por causa de fatores de risco em comum, como o fumo; por causa da artrite ou de seu tratamento; ou ainda porque o câncer seria descoberto mais cedo por causa do intenso acompanhamento médico.
Escrito por Leandro Perché às 12h07
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Menos de 5% sobrevivem à parada cardiorrespiratória nos EUA
Apenas 4,6% das pessoas sobrevivem a uma parada cardiorrespiratória nos Estados Unidos e Canadá, segundo levantamento da Universidade de Washington. O estudo mostra também que pouco mais da metade daqueles que sofrem parada cardíaca são tratados em emergências, o que aumenta em 8,4% as chances de sobrevivência. Avaliando mais de 20 mil pessoas que tiveram o problema, em 10 áreas dos EUA e do Canadá, eles observaram grande disparidade entre as áreas analisadas, e estimaram que, se todas as regiões melhorassem as taxas, alcançando o nível de Seattle (16,3% de sobrevivência), 15 mil mortes poderiam ser evitadas todos os anos. Em editorial que acompanha o estudo, especialistas da Universidade do Arizona alertam para a necessidade de mais recursos para os serviços emergência e de treinamento do público para reconhecer e responder casos de emergência.
Escrito por Leandro Perché às 12h03
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Medicamentos contra bronquite podem aumentar risco cardíaco, diz estudo
Um estudo publicado na revista “Journal of the American Medical Association” sugere que broncodilatadores anticolinérgicos usados para tratar doenças pulmonares e respiratórias crônicas podem aumentar o risco de problemas cardíacos fatais. Em testes com mais de 15 mil pacientes, pesquisadores americanos e britânicos descobriram que os medicamentos Atrovent e Spiriva aumentam, em 58%, os riscos de infartos, derrame e morte cardiovascular. Porém, os cientistas destacam que os benefícios desses remédios também devem ser considerados, pois eles melhoram a qualidade de vida de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica – bronquite crônica e enfisema – e “o risco é relativamente pequeno”. Os especialistas recomendam que os pacientes discutam qualquer preocupação com um médico, mas não parem de tomar os medicamentos com base na pesquisa.
Escrito por Leandro Perché às 11h52
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Beber moderadamente pode proteger contra insuficiência cardíaca, diz estudo
O consumo moderado de bebidas alcoólicas parece reduzir o risco de insuficiência cardíaca em homens com pressão alta, segundo estudo da Universidade de Harvard, nos EUA. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 5 mil homens com hipertensão acompanhadas por 18 anos e sem histórico de derrame, infarto e câncer. E observaram que aqueles que bebiam de uma a quatro doses por semana tinham 11% menos probabilidade de ter insuficiência cardíaca do que aqueles que bebiam menos de uma dose semanal. O consumo de oito ou mais doses por semana foi associada a uma redução de 62% no risco. Embora as razões não estejam claras, os autores acreditam que isso possa ser atribuído ao efeito diurético do álcool ou ao aumento dos níveis da proteína adiponectina, associada à redução do risco cardíaco em estudo com animais.
Escrito por Leandro Perché às 13h15
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Crianças gordinhas correm mais risco de ter dor de cabeça crônica, diz estudo
Crianças e adolescentes acima do peso correm mais risco de desenvolver dores de cabeça crônicas, segundo estudo publicado na edição de outubro da revista “Headache”. A boa notícia é que, perdendo peso, a freqüência das dores diminui. Avaliando 913 crianças e jovens que reclamavam de dores de cabeça, pesquisadores americanos notaram que o aumento do índice de massa corporal das crianças estava associado a maior freqüência de dores de cabeça. Porém, um grupo que foi acompanhado por seis meses em programa de perda de peso conseguiu a redução no número de episódios dolorosos. Apesar das razões dessa ligação não estarem claras, os autores teorizam que substâncias inflamatórias associadas à obesidade não causem as dores, mas podem fazê-las mais freqüentes e mais fortes.
Escrito por Leandro Perché às 13h05
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Terapia genética traz esperança de cura para cegueira rara
Após mais de dez anos de pesquisa, uma terapia genética conseguiu melhorar a sensibilidade visual de três pacientes com uma forma rara de cegueira. Os pacientes tinham amaurose congênita de Leber, doença hereditária que está ligada à deficiência ou mutação do gene RPE65, inibindo a produção uma proteína que ajuda a regenerar a pigmentação da visão. Na pesquisa, cientistas americanos introduziram cópias saudáveis do gene na retina dos pacientes usando um vírus modificado geneticamente. E, apesar dos primeiros testes serem voltados para a análise da segurança da terapia, os cientistas já notaram rápida eficácia, com melhora na visão em apenas sete dias (apenas um olho de cada paciente foi tratado, utilizando o outro para comparação). Esse é apenas o primeiro passo, pois mais estudos são necessários para corrigir as imperfeições e aumentar o alcance da terapia.
Escrito por Leandro Perché às 12h58
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Estudo liga fumo passivo à doença arterial periférica em mulheres
A exposição ao fumo passivo é um importante fator de risco para doença arterial periférica, que afeta artérias da perna e dos braços, podendo levar a amputações nos casos mais graves, segundo estudo chinês publicado na revista “Circulation”. E, como indicado em outros estudos, ele também está associado a doença cardíaca e derrame. O estudo avaliou 1209 chinesas com 60 anos ou mais e que nunca haviam fumado. E os pesquisadores constataram que aquelas que relataram serem expostas à fumaça do cigarro em casa ou no trabalho por pelo menos dois anos tinham 67% maior risco de doença arterial periférica, 69% maior risco de doença cardíaca e 56% maiores chances de sofrer um derrame. Por isso, os autores fazem um apelo para que medidas urgentes de saúde pública sejam tomadas para prevenir o problema.
Escrito por Leandro Perché às 12h50
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Estudo liga uso de telefones celulares à infertilidade masculina
Manter o telefone celular no bolso ou presos à cintura durante o uso pode afetar a fertilidade masculina, segundo estudo publicado na revista “Fertility and Sterility”. De acordo com pesquisadores da Cleveland Clinic, nos EUA, pessoas que falam ao celular, usando fones sem fio que permitem manter o aparelho próximo aos testículos, podem ter a fertilidade comprometida pelas ondas eletromagnéticas de radiofreqüência. O estudo, com 32 homens, avaliou amostras de sêmen após manter metade delas a 2,5cm de uma freqüência de 850 MHz de um celular em ligação durante uma hora. E o sêmen exposto à radiofreqüência tinha maior nível de radicais livres danosos, menor mobilidade do esperma, menor porcentagem de espermatozóides vivos e maior estresse oxidativo. Mais estudos são necessários para examinar o efeito em maiores distâncias e em outros modos de funcionamento.
Escrito por Leandro Perché às 11h41
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Obesidade pode atrapalhar fertilidade masculina, indica estudo
A obesidade pode reduzir as chances de um homem se tornar pai, mesmo se ele for aparentemente saudável, segundo estudo da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos EUA. Avaliando 87 homens com idades entre 19 e 48 anos, os pesquisadores observaram que os obesos tinham menor probabilidade de serem pais, e que eles apresentavam diferenças hormonais que levavam a uma menor capacidade reprodutiva. Comparados com os mais magros, os obesos tinham menores níveis de testosterona e dos hormônios luteinizante e folículo-estimulante, essenciais para a reprodução. E a média do índice de massa corporal dos participantes que eram pais era de 28, indicando sobrepeso, contra 32, indicando obesidade, entre aqueles que não tinham filhos.
Escrito por Leandro Perché às 11h35
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Estudo associa uso de celular na infância a maior risco de câncer no cérebro
Crianças e adolescentes que usam telefones celulares têm cinco vezes mais chances de desenvolver câncer cerebral, segundo pesquisa do Hospital Universitário de Orebro, na Suécia. De acordo com os autores, aqueles que começam a usar esses aparelhos muito jovens correm cinco vezes maior risco de ter neuroma do acústico – que pode levar à surdez – e glioma. Segundo especialistas, a descoberta aumenta os temores de que os jovens de hoje sofram uma epidemia da doença mais tarde, visto que pelo menos 90% dos britânicos de 16 anos de idade e mais de 40% das crianças na escola primária têm seu próprio celular. Apesar de mais estudos serem necessários, os autores recomendam que crianças com menos de 12 anos não usem celulares, exceto em emergências, pois, como seu cérebro e sistema nervoso ainda estão em desenvolvimento, eles correm mais riscos.
Escrito por Leandro Perché às 11h30
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Molécula de gordura pode ser nova esperança contra a obesidade?
Cientistas de Harvard, nos EUA, isolaram uma molécula de gordura que previne o armazenamento de gordura em ratos. Se os efeitos forem os mesmos em humanos, a descoberta pode ajudar no combate à obesidade. De acordo com os autores, a gordura não apresenta apenas um lado negativo: células de gordura que compõem o tecido adiposo ajudam a regular os níveis de insulina, e as proteínas de ligação dos ácidos graxos (FABP), presentes nessas células, transformam a gordura da dieta em energia. Na pesquisa, entre os animais com uma dieta rica em gordura, os modificados geneticamente para não ter a proteína apresentavam menor armazenamento de gordura e melhor função metabólica do que o normal. As análises mostraram que os animais modificados tinham altos níveis de um tipo de gordura “saudável” chamada palmitoleato, produzida pelas próprias células e que sinalizaria para que os órgãos não armazenem gordura da dieta. Mais estudos são necessários.
Escrito por Leandro Perché às 11h18
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