Maioria dos "pré-diabéticos" não sabe que tem o problema, diz estudo

Apesar de um quarto dos americanos terem pré-diabetes, a maioria não sabe que tem o problema, segundo levantamento dos Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos EUA. O estudo com mais de 24 mil pessoas com 18 anos ou mais mostrou que apenas 4% dos americanos dizem ter a condição, marcada por alteração na glicemia de jejum e problema de intolerância à glicose, que aumentam os riscos de diabetes tipo 2, derrames e doença cardíaca. Segundo os autores, essa taxa de desconhecimento é preocupante, pois é importante saber sobre o problema para realizar mudanças no estilo de vida que ajudem a prevenir ou retardar o desenvolvimento de diabetes. O levantamento indicou que, desses 4%, 68% haviam tentado perder ou controlar o peso, 55% tinham aumentado atividade física, 60% reduziram o consumo de gorduras ou calorias, e 42% tentaram as três coisas para prevenir diabetes.



Escrito por Leandro Perché às 12h00
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Ministro descarta descriminalização do aborto em curto prazo no Brasil

Diante da descriminalização do aborto aprovada, nesta semana, pela Câmara dos Deputados do Uruguai, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, destacou que “isso é um fenômeno mundial”, mas “não existe nenhuma hipótese” de o Brasil seguir esse caminho em curto prazo. Na Europa, apenas quatro países não aprovam o aborto – Portugal, República Checa, Espanha e Irlanda. E, no Brasil, essa questão estaria longe de ser resolvida em curto prazo, pois, em julho, a Comissão de Justiça e de Cidadania, da Câmara dos Deputados, rejeitou o projeto de lei 1.135/91, que permitiria o aborto no Brasil, considerando a proposta inconstitucional por ferir o direito à vida. Por isso, o ministro ressalta que há um longo caminho com “uma discussão muito profunda e delicada” da sociedade no caso brasileiro.



Escrito por Leandro Perché às 11h44
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Receber um "novo" rim melhora habilidade mental de doentes renais, diz estudo

Pessoas com problemas renais normalmente sofrem problemas cognitivos, mas o fato de receber um novo rim pelo transplante pode melhorar seu desempenho mental, segundo estudo apresentado, nesta semana, no encontro anual da Sociedade de Nefrologia, nos EUA. Avaliando o desempenho cognitivo de 60 pacientes com doença renal avançada – 37 que receberam o transplante – os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh notaram que, após o recebimento de um novo rim, houve melhora significativa no desempenho em testes de aprendizado verbal e memória, atenção e linguagem. E os mesmos resultados não foram observados em pacientes que não foram submetidos a transplantes, que, na verdade, apresentaram declínio cognitivo com o passar do tempo.



Escrito por Leandro Perché às 11h37
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Depressão e ansiedade pioram dor crônica e qualidade de vida

Pessoas que convivem com dor crônica relatam maior intensidade da dor e incapacidade relacionada se também sofrem de depressão e ansiedade, segundo estudo publicado na revista especializada Psychosomatic Medicine. Avaliando dados de 500 pacientes com dor crônica e que tinham 59 anos ou mais, os pesquisadores observaram que aqueles que tinham apenas dor crônica reportaram uma média de 18 dias de incapacidade, contra 32 e 38 dias dos grupos em que a dor era acompanhada por ansiedade e depressão, respectivamente. Aqueles que apresentavam, ao mesmo tempo, depressão e ansiedade junto à dor crônica tinham, em média, 43 dias de debilidade, além de apresentarem maior severidade da dor e menor qualidade de vida relacionada à saúde. Os resultados destacam a necessidade de uma atenção especial à saúde mental desses pacientes.



Escrito por Leandro Perché às 11h38
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Adesivo com hormônio masculino pode melhorar libido das mulheres, diz estudo

Um estudo da Universidade Monash, na Austrália, sugere que um adesivo de testosterona – hormônio sexual masculino – pode melhorar significativamente a vida sexual de mulheres que já passaram pela menopausa, aumentando sua libido. Foram avaliadas de 800 mulheres na pós-menopausa que relatavam baixo desejo sexual e não faziam reposição hormonal de estrogênio. No início, apenas metade das relações sexuais eram classificadas como satisfatórias. E, após 24 semanas, essa porcentagem aumentou para 78% no grupo tratado com o adesivo de 300 microgramas de testosterona. Esse grupo reportou 2,1 relações sexuais satisfatórias em quatro semanas, contra 1,2 das mulheres tratadas com baixa dose e 0,7 daquelas que usaram adesivo sem o hormônio. Porém algumas mulheres desse grupo relataram, como efeito colateral, o crescimento de mais pêlos faciais, além de serem diagnosticado câncer de mama em quatro delas. Por isso, mais testes de segurança são necessários.



Escrito por Leandro Perché às 11h30
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Laticínios podem ajudar a manter o peso após dieta, indica estudo

Comer grande quantidade de laticínios pode ajudar as pessoas que estão tentando manter o peso a queimar mais gordura e comer mais calorias sem aumento de peso, segundo estudo encomendado pelo Conselho Nacional de Laticínios dos EUA. Avaliando 338 pessoas obesas que haviam feito dieta restritiva por três meses, o estudo não mostrou que comer as três porções de laticínios faz diferença em manter o peso perdido, mas indicou que essa prática por seis meses permite às pessoas comer mais calorias sem ganhar peso, comparado com pessoas que consomem menos de uma porção diária. E, segundo os autores, isso facilitaria a manutenção de uma dieta para manter o peso. Pesquisas anteriores mostram que uma dieta rica em cálcio pode reduzir o ganho de peso e promover a queima de gordura. E os autores apostam nesse efeito. Mais estudos são necessários.



Escrito por Leandro Perché às 11h21
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Medicamento baseado em componente do vinho ativa queima de gorduras

Cientistas da Universidade Louis Pasteur, na França, anunciaram o desenvolvimento de um novo medicamento que consegue enganar o corpo, fazendo com que não ganhe peso mesmo com uma dieta rica em gordura. Em testes com ratos, a droga SRT1720 – que tem estrutura semelhante ao antioxidante resveratrol, encontrado no vinho tinto – foi capaz de mudar o metabolismo das cobaias, ativando a queima de gorduras, evitando o ganho de peso e melhorando a tolerância à glicose e a sensibilidade à insulina. Pesquisando o resveratrol, os cientistas concluíram que ele poderia combater os efeitos de uma dieta calórica ao ativar a proteína SIRT1, porém seriam necessários muitos litros de vinho para obter os mesmos efeitos em humanos. Daí surgiu a idéia de desenvolver uma droga que potencializasse seus efeitos. Mais testes de eficácia e segurança são necessários para o uso em humanos.



Escrito por Leandro Perché às 11h11
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Crescem as taxas de hipertensão nos EUA principalmente entre as mulheres

Um levantamento do Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue dos EUA indica que houve um crescimento de 18% nas taxas de hipertensão em uma década. E grande parte desse aumento poderia ser atribuída à tendência de crescimento da taxa de pressão alta entre as mulheres, segundo especialistas. Os pesquisadores avaliaram dados de um estudo que incluiu mais de 16 mil pessoas no período entre 1988 e 1994, e mais de 14 mil americanos entre 1999 e 2004. E os resultados indicaram que a prevalência de hipertensão aumentou de 24,4% para 29% no período, com maior aumento entre as mulheres brancas não-hispânicas, incluindo aquelas de meia-idade. Por outro lado, não havia essa tendência entre homens de até 60 anos e entre mulheres negras até essa idade. Os autores destacam, porém, que mais estudos são necessários para entender essa tendência entre as mulheres.



Escrito por Leandro Perché às 11h28
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Combinação de exercícios ajudam diabéticos a controlar a glicose

Diabéticos que participam de um programa que combina exercícios aeróbicos e de resistência muscular podem melhorar seu controle da glicose e seu desempenho físico, além de reduzir a gordura corporal, segundo estudo publicado na revista Physical Therapy. Os especialistas avaliaram 15 pessoas com diabetes tipo 2 que participaram, por 16 semanas, de programas de exercícios – sete tiveram a combinação, enquanto oito fizeram apenas o aeróbico. E, após três meses, eles notaram que ambos os grupos apresentaram melhorias no controle da glicose, no desempenho físico e na gordura corporal. Porém aqueles que fizeram exercícios de força muscular junto à aeróbica tiveram melhores resultados, com maior redução de IMC e maior ganho muscular. E, segundo os autores, esse aumento de massa magra é importante para os diabéticos, principalmente porque melhora as taxas metabólicas.



Escrito por Leandro Perché às 11h24
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Vitamina B3 pode ser nova esperança contra o Alzheimer, indica estudo

Uma vitamina encontrada em carnes, peixes e batatas pode ajudar a proteger o cérebro dos efeitos da doença de Alzheimer e melhorar a memória, inclusive, de pessoas saudáveis, segundo estudo da Universidade da Califórnia, nos EUA. Em testes com ratos, os cientistas descobriram que a vitamina B3 reduzia os níveis cerebrais de uma proteína ligada aos danos da doença – a tau fosforilada – além de melhorar o desempenho dos animais em testes de memória. Apesar dos resultados promissores, os especialistas não recomendam que os pacientes recorram a suplementos de niconamida (como é conhecida a vitamina) vendidos em farmácias como tratamento do Alzheimer, pois estudos em humanos são necessários antes de qualquer conclusão. E, em altas doses, a vitamina B3 pode ser tóxica.



Escrito por Leandro Perché às 11h19
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Consumo de peixes pode proteger os rins de diabéticos, indica estudo

Comer peixes duas vezes por semana pode ajudar os diabéticos a prevenir doença renal – uma das complicações mais sérias da doença – segundo estudo publicado na edição de novembro do American Journal of Kidney Diseases. Avaliando a dieta de mais de 22 mil pessoas de meia-idade, sendo 517 com diabetes, os pesquisadores descobriram que os diabéticos que relataram comer peixe mais de uma vez por semana tinham consideravelmente menos chances de ter proteínas na urina – sinal precoce de doença renal. A condição, conhecida como macroalbuminúria, pode piorar os danos nos rins e aumentar os riscos de infartos. E os resultados mostraram que 18% dos diabéticos que não comiam peixe regularmente tinham a condição, contra apenas 4% dos consumidores do alimento. Mais estudos são necessários.



Escrito por Leandro Perché às 11h43
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Dormir bem na infância reduz risco de obesidade na idade adulta, diz estudo

Uma boa noite de sono pode proteger as crianças de se tornarem adultos obesos, segundo estudo publicado em Pediatrics. Acompanhando mais de mil pessoas do nascimento aos 32 anos de idade, pesquisadores neozelandeses observaram que aqueles que dormiam muito pouco na infância eram mais propensos a se tornarem adultos obesos. E essa relação se mantinha ao considerar peso na infância e níveis de exercício na idade adulta. Ainda não estão claras as razões da relação, mas os autores acreditam que a falta de sono altere o equilíbrio entre hormônios estimulantes e os supressores de apetite, além de deixar as crianças cansadas demais para se exercitarem. Especialistas recomendam que crianças de cinco a 12 anos durmam cerca de 11 horas por noite, e os adolescentes, entre 8,5 e 9,5 horas. Mais estudos são necessários antes de se estabelecer uma relação causa-efeito.



Escrito por Leandro Perché às 11h37
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Mãos das mulheres têm mais variedades de bactérias, indica estudo

Um estudo da Universidade do Colorado, nos EUA, indica que a mão humana abriga mais bactérias do que se pensava e que as mulheres têm uma maior variedade de bactérias na palma da mão do que os homens. Usando técnicas avançadas de seqüenciamento de genes para avaliar 102 mãos, os cientistas descobriram que uma mão tem, em média, 150 tipos diferentes de bactérias entre as mais de 4,7 mil espécies identificadas. Porém, apenas cinco espécies eram compartilhadas entre os 51 participantes, com diferenças, inclusive, entre a palma da mão direita e da esquerda de uma mesma pessoa (apenas 17% dos mesmos tipos de bactérias estariam nas duas mãos). Segundo os autores, a maior variedade na mão das mulheres pode se dever ao fato dos homens terem pele mais acídica, ou pelas diferenças no suor, glândulas oleosas, hormônios ou até na diferença no uso de cosméticos. Eles lembram que a maioria das bactérias não são danosas e até protegem contra doenças.



Escrito por Leandro Perché às 11h33
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Mesmo em pequenas quantidades, cafeína pode ser prejudicial ao feto

Mulheres grávidas que consomem cafeína – mesmo apenas uma xícara de café por dia – estão sob maior risco de ter um bebê abaixo do peso ideal, segundo estudo publicado no British Medical Journal. Os resultados indicam que nenhuma fonte de cafeína – incluindo alguns chás, refrigerantes, chocolates e medicamentos – está livre do efeito negativo. Segundo os autores, aqueles que nascem com baixo peso são mais propensos a problemas como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos. Avaliando 2645 mulheres com média de 30 anos de idade e que estavam entre a oitava e a 12ª semana de gestação, os cientistas notaram que aquelas que consumiam entre 200 e 299 miligramas de cafeína por dia (cerca de duas ou três xícaras) tinham 50% maior probabilidade de ter um bebê com baixo peso. E os autores destacaram que mesmo menores quantidades oferecem riscos.



Escrito por Leandro Perché às 11h25
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Abuso de álcool aumenta os riscos de demência, indica estudo

Pessoas que bebem demais, em qualquer idade, enfrentam um maior risco de demência na terceira idade, incluindo doença de Alzheimer, segundo especialistas britânicos. Em artigo publicado no British Journal of Psychiatry, os psiquiatras Susham Gupta e James Warner destacam que o problema é tão sério que as garrafas de bebidas alcoólicas deveriam ter alertas similares aos dos maços de cigarro. De acordo com os especialistas, o abuso de álcool pode ser responsável por até um quarto dos casos de Alzheimer, porém, por ser um risco de longo prazo, aqueles que abusam, normalmente, desconhecem os danos que as bebidas podem causar no tecido cerebral mais tarde. Por isso, e pelo fato de as iniciativas para educar as pessoas sobre os riscos serem impopulares, os autores defendem a adoção de políticas similares àquelas usadas no combate aos problemas de saúde causados pelo tabagismo.



Escrito por Leandro Perché às 11h47
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TV tem "parcela de culpa" nas taxas de gravidez adolescente, diz pesquisa

Adolescentes que assistem a muitos programas de TV com cenas de sexo têm duas vezes mais chances de estarem envolvidos em uma gravidez do que aqueles que não assistem, segundo estudo publicado na revista Pediatrics. De acordo com os autores, a exposição ao sexo na TV pode influenciar a gravidez na adolescência na medida em que acelera a iniciação sexual e em que cria a idéia de que há pouco risco em fazer sexo sem contraceptivos. O estudo foi baseado em uma pesquisa iniciada no ano de 2001 com cerca de 2 mil adolescentes com idades entre 12 e 17 anos sobre seus hábitos como telespectador e seu comportamento sexual. E baseados nos resultados de 700 participantes que tiveram relações sexuais até o ano de 2004, os autores concluíram que os “resultados sugerem que a televisão cumpre um papel significativo nas altas taxas de gravidez adolescente nos Estados Unidos”.



Escrito por Leandro Perché às 11h29
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Estudo associa ganho excessivo de peso na gestação à obesidade infantil

Mulheres que ganham mais de 18 quilos na gravidez têm duas vezes mais chances de ter um bebê mais pesado que o recomendado, segundo estudo do Centro de Pesquisa em Saúde Kaiser Permanente, nos EUA. Avaliando mais de 41 mil americanas e seus bebês, os pesquisadores descobriram que uma a cada cinco gestantes ganha muito peso, dobrando as chances de o bebê nascer com 4 kg ou mais. E esses bebês maiores aumentariam os riscos de complicações no parto, além de serem mais propensos a se tornarem adultos com sobrepeso ou obesos. De acordo com os autores, o ganho de peso excessivo na gestação tem crescido, e alguns especialistas suspeitam que isso alimente a epidemia de obesidade infantil. Com isso, eles ressaltam a importância do controle de peso na gestação e do tratamento do diabetes gestacional, que também estaria associada a bebês mais pesados.



Escrito por Leandro Perché às 11h26
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Exame de sangue pode identificar pessoas com maior risco de obesidade?

Um exame de sangue poderia ajudar a identificar as pessoas sob maior risco de obesidade, segundo estudo publicado no International Journal of Obesity. De acordo com os autores, o teste poderia medir como os triglicérides – tipo de gordura no sangue que é armazenada nos tecidos adiposos do corpo – reagem ao consumo de gorduras na alimentação. Eles destacam que, enquanto a obesidade está relacionada ao consumo excessivo de carboidratos e gorduras, a propensão em ganhar peso pode ser parcialmente controlada pelos genes, com algumas pessoas ganhando mais peso do que outras com a mesma dieta. Avaliando o aumento dos níveis de triglicérides no sangue de ratos após uma refeição rica em gorduras, os pesquisadores concluíram que o método indica, com sucesso, quais animais são mais vulneráveis à obesidade induzida pela dieta – quanto menor a mudança nos triglicérides, maior seria o ganho de peso.



Escrito por Leandro Perché às 11h11
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Leandro Perché
Jornalista de Boa Saúde
   
   
Dr. Marco Tulio Baccarini Pires
Cirurgião Cardiovascular, Diretor Médico de Bibliomed e Boa Saúde
   


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