Livro aborda alimentação para "cuidar do coração"

Com o objetivo de facilitar o entendimento sobre a importância de uma alimentação adequada aos pacientes que estão enfrentando doenças cardíacas, com foco no resgate do prazer e na qualidade de vida, uma equipe de especialistas desenvolveu o livro Comida que Cuida 3 - Receitas e histórias para você fazer as pazes com o seu coração. Em formato de almanaque, a obra conta com textos compactos e positivos da jornalista Cris Ramalho sob orientação de uma equipe de nutricionistas e cardiologistas. Além de 80 receitas, a obra traz dicas e histórias que levam à reflexão. Iniciativa da empresa farmacêutica Sanofi-Aventis, o terceiro livro da coleção Comida que Cuida está disponível desde o último dia 2 de dezembro para download gratuito no site da empresa. Os outros dois livros, que também estão disponíveis, já foram acessados por mais de 30 mil pessoas. E, também através do site, instituições de saúde com serviço de atendimento ao paciente com cardiopatias poderão requisitar, sem custo, a versão impressa.



Escrito por Leandro Perché às 14h22
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Estudo associa saúde mental ruim a um maior risco de asma

Um estudo publicado na edição de dezembro da revista Chest indica uma relação entre uma pior saúde mental e o risco de ter asma. Avaliando mais de 300 mil adultos americanos, os pesquisadores observaram que aqueles que haviam relatado sofrer mais dias de saúde mental ruim - com problemas como depressão, estresse e problemas emocionais - no mês anterior eram mais propensos a também apresentar asma. Comparados com aqueles que não relatavam "dias ruim", pessoas que relatavam até uma semana de saúde mental ruim no mês anterior tinham 38% maior probabilidade estar sofrendo de asma. E ter duas a três semanas ruins foi associado a 67% maior risco de problemas respiratórios. Porém, mais estudos são necessários para confirmação, pois esse trabalho não considerou fatores importantes como histórico familiar de asma e alergias, além de hábito de fumar da mãe.



Escrito por Leandro Perché às 13h17
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Idosos se sentem 13 anos mais jovens, indica estudo

Pessoas com 70 anos ou mais de idade se sentem cerca de 13 anos mais jovens em relação à sua idade cronológica, segundo pesquisadores da Universidade de Michigan. Analisando, por seis anos, 516 homens e mulheres com 70 anos ou mais sobre percepção da idade e satisfação, os especialistas descobriram que "talvez, se sentir cerca de 13 anos mais jovem seja uma ilusão de ideal na velhice". Os resultados indicaram também que alguns dos mais velhos podem se sentir ainda mais jovens ao longo do tempo, porém problemas de saúde reduzem a distância entre a idade sentida e a idade atual. Quanto à aparência, no início do estudo, em geral, as pessoas disseram que aparentavam dez anos a menos; reduzindo para sete anos a menos, no final do estudo. E as mulheres pareciam ter mais consciência de sua aparência do que os homens, pois sua percepção da idade que aparentam estava mais próxima de sua idade real.



Escrito por Leandro Perché às 13h01
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Vitamina E pode aumentar risco de pneumonia em fumantes, diz estudo

Tomar vitamina E pode aumentar o risco de pneumonia em homens fumantes de meia-idade, segundo estudo finlandês publicado no Nutrition Journal. A vitamina E é um antioxidante associado a uma vida mais saudável, mas diversos estudos não encontraram evidências de que ajuda contra doenças como a cardíaca, o derrame e o câncer. No novo estudo, os pesquisadores incluíram cerca de 22 mil homens com idades entre 50 e 69 anos que começaram a fumar antes dos 20 anos, colocando-os para tomar diariamente um suplemento de 50 mg da vitamina ou placebo. E observaram que a ingestão do suplemento, principalmente quando associado à vitamina C, aumentava em 61% o risco de pneumonia nos fumantes mais magros e mais que dobrava o risco em fumantes com maior peso corporal. Os autores não sabem as razões da relação, mas recomendam não tomar suplementos, preferindo alimentos como óleos vegetais, nozes e cereais.



Escrito por Leandro Perché às 12h03
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Bebedeiras esporádicas também aumentam os riscos de derrame

Pessoas que, de vez em quando, abusam das bebidas alcoólicas podem ter um maior risco, em longo-prazo, de sofrer um derrame, segundo estudo do Instituto Nacional de Saúde Pública da Finlândia. De acordo com os autores, enquanto o consumo moderado de álcool é associado a um menor risco de infarto e derrame, beber em excesso regularmente tem o efeito oposto; e, agora, a pesquisa mostra que há uma ligação também entre as "bebedeiras" esporádicas e derrames. Esses episódios seriam caracterizados pelo consumo, de uma vez, de seis doses ou mais para homens e quatro ou mais para as mulheres. Acompanhando, por dez anos, quase 16 mil pessoas com idades entre 25 e 64 anos, os pesquisadores descobriram que aqueles que admitiram exagerar de vez em quando eram 39% mais propensos a sofrer um derrame pela primeira vez, comparados com aqueles que não tinham episódios de "bebedeira", independentemente dos padrões gerais de consumo de álcool. Os autores destacam que isso pode ser explicado pelos efeitos de curto-prazo, como aumento na pressão, na coagulação do sangue e distúrbios no ritmo cardíaco.



Escrito por Leandro Perché às 11h47
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Exercícios podem diminuir comportamento agressivo de crianças

Se seu filho é gordinho e tem o hábito de bater portas, brigar na escola e expressar a raiva de maneira agressiva, ele pode melhorar com a prática de exercícios físicos, segundo estudo publicado na revista especializada Pediatric Exercise Science. Embora não haja evidências de que crianças com sobrepeso sejam mais agressivas, pesquisas indicam que são mais propensas a serem intimidadas e a intimidar as outras (bullying). Avaliando 208 crianças com idades entre sete e 11 anos que estavam acima do peso e eram sedentárias, especialistas descobriram que aquelas que passaram a fazer exercícios após a aula apresentaram menor pontuação na escala de raiva, além de melhora no condicionamento físico. Os autores destacam que exercícios podem melhorar o humor e a função cognitiva, fazendo as crianças terem mais auto-controle. Além disso, a redução do tempo em frente à TV pode cumprir um papel.



Escrito por Leandro Perché às 11h35
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Depressão afeta 5% dos americanos, mas poucos se tratam, diz pesquisa

Aproximadamente 5% dos adultos americanos sofrem de depressão ou ansiedade persistentes, mas poucos recebem o tratamento adequado, segundo estudo da Universidade da Califórnia. De acordo com os especialistas, a estimativa nacional indica uma prevalência de depressão e ansiedade de 4,7%. E, avaliando mais de 1,6 mil adultos com esses distúrbios, os pesquisadores descobriram que apenas 12% dos pacientes recebem medicação e aconselhamento. Outro dado preocupante é que 51% dos pacientes no estudo chegaram a apresentar pensamentos suicidas. Por isso, segundo os autores, "estratégias são necessárias para aumentar o uso e a intensidade do tratamento para pessoas com distúrbios depressivos e de ansiedade persistentes". "Isso pode requerer a melhora do acesso a especialistas em saúde mental", concluíram.



Escrito por Leandro Perché às 11h16
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Estudo liga consumo de álcool a arritmias cardíacas em mulheres

O consumo de duas ou mais doses de bebidas alcoólicas por dia pode aumentar levemente o riscos de as mulheres desenvolverem ritmo cardíaco irregular, também conhecido como fibrilação atrial, segundo estudo publicado no Journal of the American Medical Association. Essa arritmia é marcada por contrações irregulares do músculo cardíaco, aumentando os riscos de angina, infarto e insuficiência cardíaca. Avaliando dados mais de 34 mil mulheres acompanhadas entre os anos de 1993 e 2006 e livres da arritmia cardíaca no início, os pesquisadores descobriram que aquelas que consumiam duas ou mais bebidas por dia eram 60% mais propensas a desenvolver a fibrilação atrial do que aquelas que não bebiam. Os autores destacam que, embora a descoberta seja estatisticamente significativa, o aumento do risco é pequeno. E, em menor quantidade, o álcool não afetaria os riscos.



Escrito por Leandro Perché às 11h41
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Estudo associa folato na gestação a problemas respiratórios na infância

Crianças cujas mães usaram suplementos de folato durante o primeiro trimestre da gestação parecem ter incidência um pouco maior de sibilância (chiado) e de infecções no trato respiratório inferior até os 18 meses de vida, segundo estudo do Instituto Norueguês de Saúde Pública. Porém os autores ressaltam que os resultados são preliminares e não se sabe se é uma relação causal, por isso, as gestantes não devem parar de tomar o nutriente, que é importante para reduzir os riscos de má-formação do bebê. Avaliando dados de mais de 32 mil crianças nascidas entre os anos de 2000 e 2005, os pesquisadores observaram que o risco de o bebê ter chieira até os 18 meses de idade aumentava em 6% quando era exposto ao ácido fólico no primeiro trimestre de gestação. E o risco de infecções respiratórias e de hospitalizações por causa disso aumentavam em 9% e 24%, respectivamente.



Escrito por Leandro Perché às 11h25
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Exercícios físicos podem proteger contra declínio cognitivo na velhice

Os exercícios físicos podem ajudar os idosos a prevenir o declínio cognitivo e problemas de memória aumentando o fluxo sangüíneo no cérebro, segundo pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA. Em estudo com 12 pessoas saudáveis com idades entre 60 e 80 anos, eles observaram que a prática regular de exercícios está associada ao aumento no número total de vasos no cérebro e com um aumento do fluxo sangüíneo nas três principais artérias cerebrais. E isso traria benefícios para as áreas que controlam funções como a consciência, a memória, a resposta emocional e a linguagem. Avaliando imagens de ressonância magnética, os especialistas descobriram que aqueles que, por dez anos ou mais, haviam se exercitado cerca de três horas por semana em atividades aeróbicas tinham maior número de pequenos vasos (150, contra 100 dos sedentários) e maior fluxo sangüíneo no cérebro.



Escrito por Leandro Perché às 11h17
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Estudo sugere que depressão aumenta ganho de gordura abdominal

Idosos com sintomas de depressão parecem ser mais propensos a ganhar gordura abdominal, mas não aumentar a obesidade geral, segundo estudo da VU University, na Holanda. Os resultados de uma pesquisa de cinco anos sugerem que “pode haver um mecanismo patofisiológico que liga a depressão ao acúmulo de gordura visceral” e “pode ajudar a explicar porque a depressão aumenta os riscos de diabetes e doença cardiovascular”. Os pesquisadores avaliaram mais de 2 mil pessoas com idades entre 70 e 79 anos. E, considerando fatores demográficos, outras doenças e obesidade geral, descobriram que a depressão praticamente duplicava a probabilidade de ganhar gordura visceral. Por outro lado, a depressão não foi associada à obesidade total. Por causa dessa relação, os especialistas sugerem que os médicos estejam atentos a essa tendência dos depressivos, para prevenir problemas cardíacos.



Escrito por Leandro Perché às 11h42
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Deficiência de vitamina D aumenta os riscos de problemas cardiovasculares

A deficiência de vitamina D pode ser um fator de risco para problemas cardiovasculares e, por isso, deve ser triada e tratada, segundo estudo publicado na edição de dezembro Journal of the American College of Cardiology. De acordo com especialistas, há crescentes evidências de que a deficiência altera o nível dos hormônios e a função imunológica, estando associada a fatores de risco como pressão alta, obesidade e diabetes. Alguns estudos, por exemplo, indicam que a deficiência dobra o risco de sofrer um infarto ou derrames. Em artigo publicado nesta semana, eles destacam que o problema é mais grave do que se pensava, com 57% dos adultos americanos apresentando deficiência do nutriente. E, apesar de mais estudos serem necessários, eles recomendam manter bons níveis de vitamina D no sangue, através da luz do sol, da dieta (salmão, sardinha, óleo de peixe e alimentos fortificados, como leite e cereais) e até de suplementos.



Escrito por Leandro Perché às 11h38
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Acupuntura alivia sintomas da rinite alérgica, indica estudo

Pessoas que sofrem de rinite alérgica podem conseguir um alívio nos sintomas se acrescentarem sessões de acupuntura em seu tratamento, segundo estudo liderado pela Charite University, na Alemanha. Avaliando mais de 5 mil adultos com alergia nasal, os pesquisadores notaram que aqueles que fizeram sessões da tradicional terapia chinesa com agulhas, junto ao tratamento convencional, apresentaram melhores resultados na redução dos sintomas em três meses. Esses pacientes apresentaram os maiores ganhos em qualidade de vida – menos coceira no olho, menos corrimento nasal e melhor sono. Alguns estudos trazem evidências de que a acupuntura pode influenciar a atividade do sistema imunológico, o que, em teoria, poderia ajudar a explicar os benefícios para aqueles que sofrem de rinite alérgica.



Escrito por Leandro Perché às 11h33
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Cesariana pode aumentar o risco de asma na infância, diz estudo

Crianças que nascem por cesariana têm mais chances de desenvolver asma, segundo um estudo publicado na edição desta semana da revista Thorax. Avaliando 3 mil crianças, acompanhadas do nascimento aos oito anos de idade, os pesquisadores concluíram que aqueles nascidos através do procedimento cirúrgico tinham 80% maior propensão a ter o problema respiratório, comparados com aqueles que nasciam pelo parto normal. E os riscos eram ainda maiores em filhos de pais alérgicos. Segundo os autores, a incidência de asma aumentou muito nas últimas décadas, paralelamente à maior realização de nascimentos por cesariana, que era de apenas 5% na década de 60, e aumentou para 30% no ano 2000. Eles acreditam que isso ocorra porque o parto por cesariana atrasa a exposição do bebê a micróbios, atrapalhando seu ajustamento imunológico.



Escrito por Leandro Perché às 11h26
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Estudo sugere que fast-food pode aumentar os riscos de Alzheimer

Testes com ratos, realizados pelo Instituto Karolinska, na Suécia, indicaram que uma alimentação à base de fast-food, rica em gordura, açúcar e colesterol, pode estar associada à doença de Alzheimer. Os cientistas avaliaram ratos geneticamente modificados para imitar o efeito da variante genética chamada apoE4, encontrada em 15% a 20% das pessoas e reconhecida como fator de risco para a doença. E os animais alimentados com uma dieta rica em gordura, açúcar e colesterol apresentaram mudanças químicas no cérebro, indicando uma formação anormal da proteína tau, envolvida no mal de Alzheimer, e a redução dos níveis da proteína Arc, envolvida no armazenamento da memória. Apesar dos resultados serem significativos, os pesquisadores destacam que mais estudos são necessários antes de fazer qualquer recomendação pública.



Escrito por Leandro Perché às 12h16
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Tratar a depressão é vital para pessoas com insuficiência cardíaca

A depressão aumenta a probabilidade de morte em pacientes com insuficiência cardíaca, mas o risco praticamente desaparece com o uso de antidepressivos, segundo estudo publicado recentemente na revista Archives of Internal Medicine. Avaliando cerca de mil pacientes hospitalizados por causa de insuficiência cardíaca e acompanhados anualmente, pesquisadores americanos notaram, inicialmente, que o uso de antidepressivos estava associado a um aumento de 32% no risco de morte. Porém, uma análise mais aprofundada, considerando fatores que poderiam afetar os resultados, mostrou que o responsável por esse aumento no risco seria a depressão, e os antidepressivos não estariam associados com a pior sobrevivência dos pacientes. Por isso, eles defendem a necessidade de mais estudos clínicos para avaliar o papel desses medicamentos na redução do risco de morte nesses pacientes.



Escrito por Leandro Perché às 12h13
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Idosos que cuidam do parceiro doente vivem mais, diz estudo

Idosos que passam pelo menos 14 horas por semana cuidando do parceiro doente na velhice vivem mais tempo que os outros, segundo estudo da Universidade de Michigan, nos EUA. Avaliando quase 1,7 mil casais que moravam sozinhos e tinham 70 anos ou mais de idade, os pesquisadores descobriram que aqueles que ajudavam mais seu parceiro nas atividades simples do dia-a-dia, como comer, se vestir, tomar banho e controlar o dinheiro – pelo menos 14 horas por semana – tinham menor probabilidade de morrer durante o estudo do que aqueles que não ajudavam. . “Os resultados atuais mostram que é hora de separar o presumido estresse de fornecer ajuda do estresse de assistir uma pessoa amada sofrendo”, destacaram os autores, desafiando resultados de outros estudos que indicam efeitos negativos na saúde dos “cuidadores” por causa do estresse.



Escrito por Leandro Perché às 12h08
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Estudo questiona efeitos dos antioxidantes em retardar o envelhecimento

Um estudo da University College London, no Reino Unido, indica que não há indícios de que dietas e cosméticos que contêm substâncias antioxidantes possam retardar o envelhecimento. Os antioxidantes são um dos grandes destaques da indústria de cosméticos e suplementos alimentares, que alegam que essas substâncias combatem os radicais livres, que provocariam o envelhecimento. Porém, testando os efeitos dessas substâncias em vermes nematódeos, os cientistas descobriram que aqueles tratados com essas substâncias não viveram mais do que os outros. A equipe manipulou geneticamente os vermes – que contêm muitos genes iguais aos do homem – para eliminar os radicais livres, mas não encontrou efeito significativo no processo de envelhecimento. Eles destacam a importância de uma alimentação balanceada, mas questionam a eficácia desses produtos com antioxidantes.



Escrito por Leandro Perché às 12h04
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Leandro Perché
Jornalista de Boa Saúde
   
   
Dr. Marco Tulio Baccarini Pires
Cirurgião Cardiovascular, Diretor Médico de Bibliomed e Boa Saúde
   


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