Beber com moderação pode proteger cérebro de mulheres idosas

Um novo estudo publicado no Journal of the American Geriatrics Society oferece mais evidências de que beber moderadamente pode ser benéfico para o cérebro de mulheres idosas. Avaliando quase 6 mil pessoas com idades entre 70 e 82 anos, pesquisadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, descobriram que as mulheres que tomavam de uma a sete doses de bebidas alcoólicas por semana tinham melhor função cognitiva do que aquelas que não bebiam. Após três anos de acompanhamento, as idosas que bebiam moderadamente tiveram menos declínio cognitivo e problemas de memória. Entre os homens, não houve essa associação. Os autores acreditam que uma das explicações para essa diferença de gênero seria o fato de a mulher ter maiores níveis de estrógenos, que poderia proteger o cérebro. E eles destacam que o segredo é a moderação, pois beber em excesso pode ter efeito contrário.



Escrito por Leandro Perché às 12h31
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Sedentarismo aumenta as chances de ter dores de cabeça freqüentes

Pessoas sedentárias podem ter um maior risco de ter dores de cabeça freqüentes, segundo estudo publicado na edição de dezembro da revista Cephalalgia. Analisando dados de mais de 68 mil adultos residentes da Noruega, pesquisadores suecos descobriram que aqueles que nunca se exercitavam eram 14% mais propensos a desenvolver cefaléia não-enxaqueca do que os mais ativos em um período de 11 anos. E as pessoas que já sofriam de qualquer tipo de dor de cabeça freqüente tinham mais chances de se tornarem fisicamente inativas. Apesar de ainda não estar provado que um estilo de vida sedentário leva às dores de cabeça, os autores ressaltam que essa associação pode ser mais uma razão para as pessoas praticarem atividades físicas. Mais estudos são necessários para indicar as melhores formas de exercícios para pessoas com cefaléias freqüentes.



Escrito por Leandro Perché às 12h25
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Exercícios aeróbicos inibem o apetite, diz estudo

Exercícios aeróbicos, como a caminhada e a corrida, são mais eficazes em inibir o apetite do que as atividades anaeróbicas, como a musculação, segundo estudo publicado nesta sexta-feira na revista da Sociedade Americana de Fisiologia. Segundo os autores, passar 60 minutos na esteira afeta a liberação de dois hormônios reguladores do apetite, enquanto 90 minutos de musculação são associados à liberação de apenas um deles. Avaliando 11 homens jovens que realizaram diferentes rotinas de exercícios ao longo de vários dias, os pesquisadores descobriram que sessões na esteira provocavam queda na grelina (hormônio estimulador do apetite) e não alteravam significativamente os níveis do peptídeo YY (inibidor do apetite). Com base em questionários sobre fome após as atividades, os autores notaram também que ambos os tipos de exercícios inibiam o apetite, mas os aeróbicos tinham ação mais duradoura.



Escrito por Leandro Perché às 12h22
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FDA restrige o uso de dois medicamentos para o tratamento de asma

Em reunião realizada nessa quinta-feira, especialistas da Food and Drug Administration (FDA), órgão que regulamenta alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, decidiram que os benefícios de dois medicamentos inaláveis - Serevent e Foradil - não superam seus riscos, e não devem ser mais usados no tratamento de asma. Porém, eles não deixarão de ser comercializados, pois são úteis no tratamento de doença pulmonar obstrutiva crônica. Por outro lado, as outras drogas analisadas - Advair e Symbicort - teriam perfis de segurança aceitáveis para crianças e adultos com asma. Segundo os especialistas, as drogas "contra-indicadas" são beta-agonistas de longa duração como as outras duas, mas não apresentam esteróides na fórmula, o que aumentaria os riscos de reações adversas. Os laboratórios que produzem as drogas "contra-indicadas" discordam totalmente da medida. E os especialistas recomendam que os pacientes que usam esses medicamentos consultem um médico.



Escrito por Leandro Perché às 12h08
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Estudo liga falta de vitamina D a problemas de crescimento e peso em jovens

A falta de vitamina D pode atrapalhar o crescimento e aumentar o ganho de peso em garotas na puberdade, segundo estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. A vitamina D pode ser encontrada em alimentos, como gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes; suplementos; além de ser produzido pelo organismo após a exposição aos raios ultravioleta do sol. E sua deficiência é associada à osteoporose, ao câncer e à obesidade. Avaliando 90 garotas com idades entre 16 e 22 anos, pesquisadores americanos descobriram que "mulheres jovens com insuficiência de vitamina D (medida no sangue) eram significativamente mais pesadas, com um maior índice de massa corporal e mais gordura abdominal do que mulheres jovens com níveis normais", além de terem menor estatura. Com isso, eles recomendam que as jovens, assim como os idosos, sejam sempre triadas para deficiências da vitamina.



Escrito por Leandro Perché às 12h06
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Gestantes devem evitar o uso de estatinas, alertam especialistas

Mulheres grávidas ou aquelas que desejam engravidar deveriam evitar o uso de estatinas, medicamentos usados para o controle do cholesterol, segundo estudo publicado no Journal of Cellular and Molecular Medicine. Estudos anteriores já indicavam que o uso de estatinas lipossolúveis pela gestante poderia oferecer riscos de anormalidades congênitas na criança. Em novo estudo, pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra, mostraram que as estatinas hidrofílicas, solúveis em água, também podem afetar o desenvolvimento da placenta, atrapalhando a gestação ao reduzir o crescimento do feto. Os autores ressaltam que as estatinas são medicamentos muito úteis para reduzir os riscos de problemas cardiovasculares, porém um médico sempre deve ser consultado, principalmente nos casos de gravidez.



Escrito por Leandro Perché às 12h00
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Estudo associa variação genética a um maior consumo de calorias

Uma variação genética que vêm sendo associada à obesidade - o gene FTO - parece não regular a queima de calorias, mas pode influenciar o tipo e a quantidade de alimentos consumidos, segundo estudo publicado no New England Journal of Medicine. Avaliando quase 3 mil crianças com idades entre quatro e dez anos, pesquisadores escoceses descobriram que a variação genética estava associada com o aumento do peso em todas as crianças. E um subgrupo apresentou, ainda, uma associação do gene com maior gordura corporal. Os pesquisadores não encontraram uma diferença metabólica entre os participantes com a variação genética e aqueles sem ela, indicando que o gene não afeta a queima de gorduras. Mas a mutação foi associada ao aumento do consumo de calorias, sugerindo que o controle do consumo poderia prevenir o desenvolvimento da obesidade relacionada ao FTO.



Escrito por Leandro Perché às 11h54
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Testes com ratos indicam que açúcar pode viciar

Um estudo com ratos oferece prova científica para algo que muitos já sabiam: que o açúcar pode viciar. De acordo com os pesquisadores da Universidade de Princeton, nos EUA, "o abuso de açúcar pode agir no cérebro de formas muito similares ao abuso de drogas". Nos testes, os roedores que tomaram água com açúcar no café-da-manhã por três semanas apresentaram mudanças comportamentais e neuroquímicas que se assemelhavam àquelas produzidas quando animais ou pessoas usavam drogas. "Esses animais apresentaram sinais de abstinência e até de seqüelas de longa duração que se assemelham à fissura", explicou o pesquisador Bart Hoebel. Apesar de ainda não saber os efeitos em humanos, os cientistas acreditam que os resultados tenham implicações principalmente para pessoas com problemas alimentares, como a bulimia.



Escrito por Leandro Perché às 11h46
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Obesidade aumenta as chances de ter dores de cabeça, indica pesquisa

Pessoas com sobrepeso ou obesas são mais propensas a ter dores de cabeça severas e enxaquecas, segundo estudo dos Centros de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC). Avaliando mais de 7 mil adultos americanos, os pesquisadores descobriram que estar acima do peso aumenta em aproximadamente 1,3 vezes as chances de ter dores de cabeça. E, segundo especialistas, as mulheres são mais propensas a apresentar cefaléia ou enxaqueca - no estudo 28% delas apresentavam o problema, contra apenas 15% dos homens. Com isso, os pesquisadores recomendam controle de peso como uma estratégia para o combate às cefaléias, ou dores de cabeça. Porém, mais estudos são necessários para investigar se há relação causal e quais os mecanismos responsáveis por essa relação.



Escrito por Leandro Perché às 11h16
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Câncer ultrapassa doença cardíaca como principal causa de morte no mundo

O câncer está ultrapassando a doença cardíaca como a maior causa de mortes do mundo. De acordo com a International Agency for Research on Cancer, por causa do peso que a doença está adquirindo nos países mais pobres em nos emergentes, devido ao cigarro e outros fatores do estilo de vida, o número de mortes por câncer será maior do que o de mortes por doença cardíaca até o ano de 2010. "O peso global do câncer dobrou nos últimos 30 anos do século 20, e é estimado que isso irá dobrar novamente entre 2000 e 2020, e aproximadamente triplicar até 2030", segundo relatório divulgado esta semana. O órgão da Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 12,4 milhões de pessoas serão diagnosticadas com algum tipo de câncer este ano, e 7,6 milhões vão morrer por causa da doença. E o número de mortes poderá alcançar 17 milhões até 2030 se o panorama não for mudado.



Escrito por Leandro Perché às 11h08
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Atividades físicas podem prevenir futuras dores no corpo, diz estudo

Um estudo da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia indica que a prática de atividades físicas pode proteger, por mais de uma década, contra dores e desconfortos músculo-esqueléticos. Os pesquisadores avaliaram dados de mais de 39 mil pessoas que responderam, entre os anos de 1984 e 1986, a questões sobre atividades físicas; e, onze anos depois, a questões sobre queixas osteomusculares crônicas (dores que duraram mais de três meses no ano anterior à pesquisa). E notaram que as pessoas que se exercitavam no início do estudo eram 9% menos propensas a ter as queixas osteomusculares crônicas, comparadas com os sedentários. Aqueles que se exercitavam três ou mais vezes por semana tinham 28% menos chances de ter dores crônicas generalizadas. Mais estudos são necessários para ver se as queixas são causa ou conseqüência da inatividade.



Escrito por Leandro Perché às 11h05
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Amamentar pode ajudar mães a perder o peso adquirido na gravidez

A amamentação pode ajudar as novas mamães a perder o peso que ganharam durante a gravidez, segundo estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Avaliando mais de 25 mil mulheres de um banco de dados dinamarquês, os pesquisadores concluíram que aquelas que haviam amamentado mais eram mais propensas a perder o peso da gestação seis meses após o nascimento. Além disso, eles estimam que mulheres que amamentam retêm dois quilos a menos nesses seis meses, comparadas com mulheres que não amamentam. De acordo com os autores, essa retenção de peso é um tópico importante na saúde da mulher, pois muitas americanas em idade fértil estão "assustadoramente pesadas" - 52% apresentam sobrepeso e 29% são obesas, segundo o estudo. E 38% das gestantes americanas ganham mais peso do que o recomendado.



Escrito por Leandro Perché às 11h56
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Metade da dose de vacina contra gripe pode ser suficiente, indica estudo

Em adultos saudáveis com menos de 50 anos, a resposta imunológica obtida com metade da dose da vacina da gripe é similar àquela observada com a dose padrão, segundo estudo publicado no Archives of Internal Medicine. Segundo especialistas, a descoberta é importante principalmente por causa da redução da oferta da vacina desde o ano de 2002, podendo ser uma medida importante para garantir o suprimento da vacina em períodos de escassez. Avaliando mais de mil pessoas com idades entre 18 e 64 anos, que receberam a vacina na dose completa ou a "meia dose", os pesquisadores observaram que a resposta imunológica dos dois grupos foi similar. E os participantes com menos de 50 anos responderam melhor à dose reduzida, apresentando significativa atividade contra todas as linhagens do vírus influenza.



Escrito por Leandro Perché às 11h51
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Estudo associa cigarro na gravidez a problemas de sono no bebê

Um estudo publicado na revista especializada Sleep indica que fumar durante a gravidez pode afetar os padrões de sono do recém-nascido prematuro, aumentando os riscos de problemas de desenvolvimento no bebê, que podem durar até o meio da infância. Os resultados do estudo da Amiens University, na França, sugerem que bebês prematuros de mulheres que fumaram mais de dez cigarros por dia na gestação dormiam, no período entre 19h e 8h, duas horas a menos do que filhos de mulheres não-fumantes; e seu sono era mais fragmentado e mais agitado. De acordo com o neurocientista Frederic Telliez, autor principal do estudo, a integridade do sono é importante no desenvolvimento cerebral dos bebês; por isso, os problemas de sono causados pela exposição ao fumo passivo no útero predispõe os recém-nascidos a alterações na função fisiológica que podem levar a distúrbios neurocognitivos.



Escrito por Leandro Perché às 11h45
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Mutação de verme pode ajudar no combate à obesidade, diz estudo

A descoberta de uma mutação em um verme neumatóide comum pode abrir caminho para novos tratamentos para obesidade, segundo cientistas da Universidade McGill, no Canadá. Um verme normal da espécie Caenorhabiditis elegans reage a períodos prolongados de fome paralisando atividades que gastam energia, como busca de alimentos, divisão celular e reprodução, tornando seu metabolismo mais lento para que permitir sua sobrevivência. No novo estudo, os cientistas descobriram que o mesmo verme com uma mutação não consegue ajustar o metabolismo, consumindo a gordura armazenada em poucos dias. Segundo os cientistas, eles não possuem uma enzima que regula a substância lipase, permitindo que ela queime rapidamente toda a gordura armazenada. O próximo passo seria analisar o funcionamento da enzima em humanos para verificar a possibilidade de desenvolver uma droga que impeça a enzima de regular a lípase, levando à queima de gorduras.



Escrito por Leandro Perché às 11h34
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Fumo passivo aumenta riscos de infertilidade feminina, indica pesquisa

Mulheres expostas ao fumo passivo na infância ou na idade adulta têm maior probabilidade de enfrentar problemas de fertilidade e aborto espontâneo, segundo estudo da Universidade de Rochester, nos EUA. Em análise epidemiológica que envolveu mais de 4,8 mil mulheres não-fumantes, os pesquisadores descobriram que aquelas expostas ao fumo passivo por seis horas ou mais por dia na infância e na idade adulta tinham 68% maior chance de ter dificuldades em ficarem grávidas; e maior risco de sofrer um ou mais abortos. O estudo mostrou ainda que quatro em cinco mulheres relataram terem sido expostas à fumaça em algum momento da vida, com metade delas crescendo em uma casa com pais fumantes. E mais de 40% das participantes apresentavam dificuldades para ficarem grávidas - infertilidade durando mais de um ano - ou sofriam abortos, indicando mais um perigo do fumo passivo.



Escrito por Leandro Perché às 10h43
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Crianças com sobrepeso sofrem mais de ansiedade e depressão, diz estudo

Crianças com sobrepeso são mais propensas a desenvolver sintomas de ansiedade e depressão do que as mais magrinhas, segundo estudo publicado no Journal of Pediatrics. Avaliando mais de 1,2 mil crianças americanas, acompanhadas dos dois anos de idade à sexta série escolar, os pesquisadores descobriram que aquelas que apresentavam sobrepeso eram mais propensas a esses problemas. De acordo com os autores, os resultados sugerem que uma pior auto-imagem e o fato de serem ignorados ou ostilizadas pelos colegas, podem levar algumas crianças a desenvolver sintomas "internalizantes". Eles ressaltam que os pais de crianças gordinhas não devem se preocupar com esse risco apontado pela pesquisa, mas devem estar atentos para problemas como alterações nos hábitos de sono e irritabilidade, que podem ser indicadores de ansiedade e depressão.



Escrito por Leandro Perché às 10h34
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Tomar vinho moderadamente pode aumentar níveis de ômega-3, diz estudo

Um estudo italiano que será publicado na edição de janeiro da American Journal of Clinical Nutrition associa o consumo moderado de vinho tinto a maiores níveis de ômega-3 - ácido graxo com efeitos protetores contra doença cardíaca coronariana - no sangue. Avaliando mais de 1,6 mil pessoas em Londres, na cidade belga de Limburg e na italiana Abruzzo, os especialistas observaram que aquelas que tomavam vinho moderadamente - uma taça por dia para as mulheres e duas para os homens - tinham maiores concentrações de ômega-3 no plasma e nas células vermelhas do sangue, independentemente do consumo de peixe. O estudo sugere que outras bebidas alcoólicas, como cerveja e licor, também teriam essa propriedade, mas com efeito bem menor do que o do vinho. Os autores alertam, porém, para os perigos do consumo excessivo.



Escrito por Leandro Perché às 10h24
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Leandro Perché
Jornalista de Boa Saúde
   
   
Dr. Marco Tulio Baccarini Pires
Cirurgião Cardiovascular, Diretor Médico de Bibliomed e Boa Saúde
   


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