Meditação pode ajudar a aliviar a dor, sugere estudo
A prática de meditação zen pode ajudar a aliviar a dor, segundo estudo da Universidade de Montreal, no Canadá. Publicado na revista Psychosomatic Medicine, o estudo sugere que as pessoas que meditam apresentam menos sensibilidade à dor tanto no estado meditativo, quanto fora dele, comparados com aqueles que não aderem à prática milenar.
Para o estudo, foram recrutadas 13 pessoas que praticavam a meditação zen, com um mínimo de mil horas de prática, para se submeterem a testes de dor. Comparados com outras 13 pessoas não-praticantes da técnica, os “meditadores” apresentaram uma redução de 18% na intensidade da dor. Segundo os autores, a redução da frequência respiratória entre os praticantes de meditação durante os testes coincidia com a redução da dor, e poderia influenciar a dor ao manter o corpo relaxado. E os resultados justificariam o uso da prática para a redução da necessidade de uso de medicamentos analgésicos em alguns pacientes.
Escrito por Leandro Perché às 11h33
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Filhos de mulheres mais altas têm menor mortalidade infantil, indica pesquisa
Cada centímetro de estatura conta para as mulheres de países em desenvolvimento quando o assunto é mortalidade infantil. Um estudo holandês publicado no American Journal of Human Biology indica que, nesses países, bebês e crianças pequenas têm mais chances de sobrevivência se suas respectivas mães forem mais altas. Avaliando dados de quase 200 mil mulheres e 300 mil nascimentos em 42 países em desenvolvimento, os pesquisadores observaram que a probabilidade de uma criança morrer após o nascimento ou nos primeiros anos de vida era menor se as mães fossem mais altas. E os gêmeos, que normalmente têm maior mortalidade, seriam os mais beneficiados. Os autores destacam duas explicações possíveis para a relação: as mulheres mais altas têm pelves maiores, o que facilita o parto; e elas apresentam, de forma geral, melhor saúde do que as mais baixinhas, pois a maior estatura pode indicar que elas enfrentaram menos problemas na infância, como escassez de alimentos e doenças, que podem atrapalhar o crescimento e reduzir as chances de sobrevivência da próxima geração.
Escrito por Leandro Perché às 11h27
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Estudo associa deficiência de vitamina D a problemas cognitivos em idosos
Baixos níveis de vitamina D aumentam os riscos de problemas cognitivos em idosos, segundo estudo publicado na edição de fevereiro do Journal of Geriatric Psychology and Neurology. Avaliando mais de 1,7 mil adultos com 65 anos ou mais, os pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram uma significativa associação entre a deficiência do nutriente e problemas cognitivos.
Os resultados indicaram que os voluntários com menores níveis de vitamina D no sangue eram duas vezes mais propensos a apresentarem pontuação baixa em testes cognitivos que avaliavam o nível de atenção, orientação no tempo e no espaço, e memória. Os autores destacam que os níveis sanguíneos da vitamina podem ajudar os médicos na triagem de problemas cognitivos. Porém mais estudos são necessários para avaliar se a suplementação do nutriente é segura e eficaz na prevenção desses distúrbios.
Escrito por Leandro Perché às 11h20
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Chá verde pode atrapalhar ação de droga anti-câncer, diz estudo
O chá verde, tão cultuado por seus benefícios para a saúde, inclusive na prevenção a problemas cardiovasculares e até a alguns tipos de câncer, pode atrapalhar a ação de um tratamento contra o mieloma e linfoma, segundo estudo publicado na revista Blood.
Em testes com ratos, pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia descobriram que um componente chamado EGCG, presente em um suplemento de chá verde muito usado nos Estados Unidos, destrói as propriedades anti-câncer da droga Velcade, usada no tratamento dos dois cânceres. Segundo os cientistas, os resultados foram inesperados, pois eles acreditavam que o chá verde, ou seu componente, potencializaria o tratamento. Eles explicam que a molécula de EGCG e a do Velcade podem formar ligações químicas, fazendo com que a droga não seja mais capaz de se ligar ao seu alvo dentro das células tumorais, tornando-a ineficaz. Porém mais estudos são necessários para confirmação.
Escrito por Leandro Perché às 11h45
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Exame do pulso poderia indicar risco de ataque cardíaco?
Um grupo de pesquisadores americanos afirma que a simples verificação do pulso de uma mulher pode indicar sua probabilidade de sofrer um ataque cardíaco. Em estudo publicado na revista British Medical Journal, eles descobriram que aquelas com batimentos cardíacos mais acelerados em repouso – acima de 76 por minuto – tinham probabilidade significativamente maior de sofrer um infarto – 1,6 vezes mais chances, comparadas àquelas com ritmo menor do que 62 batimentos por minuto. E essas com batimento mais acelerado estavam acima do peso, tinham pressão alta, colesterol alto, maior consumo de gorduras saturadas, e maior incidência de diabetes, fumo e depressão. A análise de dados de 129 mil mulheres na pós-menopausa que não tinham histórico de problemas cardíacos indicou, porém, uma associação mais fraca do que a relacionada ao hábito de fumar ou diabetes. Mesmo assim, os autores afirmam que a importância da associação entre o pulso e o risco de infarto é “grande o bastante para ter significado clínico”.
Escrito por Leandro Perché às 11h37
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Estudo associa tempo de jovens em frente à TV ao risco de depressão
Um estudo publicado esta semana no Archives of General Psychiatry indica que adolescentes, principalmente os homens, que ficam mais tempo na frente da TV apresentam maior risco de depressão no início da idade adulta.
Os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, avaliaram mais de quatro mil adolescentes sem depressão, perguntando-os sobre quanto tempo haviam gastado na semana anterior assistindo televisão ou vídeos, jogando no computador ou ouvindo rádio. E, sete anos depois (média de idade de 22 anos), os voluntários foram examinados quanto aos sintomas de depressão. Mais de 7% dos jovens desenvolveram a depressão, que foi associada às horas em frente à TV, mas não ao tempo gasto com as outras atividades avaliadas. Os especialistas destacam que há muitas explicações possíveis: o tempo gasto vendo TV substituiria o tempo que os jovens aproveitariam na socialização, na prática de esportes ou em atividades intelectuais; o fato de ver TV à noite poderia atrapalhar o sono; ou as mensagens da mídia poderiam reforçar comportamentos de risco e afetar o desenvolvimento da identidade.
Escrito por Leandro Perché às 11h27
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Divórcio pode envelhecer o rosto, indica pesquisa
A herança genética pode inicialmente influenciar o envelhecimento, porém o estresse, como o causado por um divórcio, ou a perda ou ganho de peso excessivo, pode fazer você aparentar mais idade do que a que realmente tem, segundo pesquisadores do UH Case Medical Center, nos EUA.
Os especialistas avaliaram 186 pares de gêmeos, incluindo análise de questionários e de imagens digitais dos rostos dos voluntários. E concluíram que aqueles que haviam se divorciado pareciam dois anos mais velhos do que seu respectivo gêmeo, sendo ele casado, solteiro ou viúvo. Outros fatores associados a uma aparência mais envelhecida foi o uso de antidepressivos, maior peso antes dos 40 anos de idade, e menor peso após os 40 anos. Os autores concluíram, assim, que “a presença do estresse pode ser um dos denominadores comuns nos gêmeos que parecem mais velhos”.
Escrito por Leandro Perché às 12h14
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Alguns anti-inflamatórios podem ser perigosos na insuficiência cardíaca
O uso de uma classe de analgésicos chamados drogas anti-inflamatórias não-esteroides por pacientes com insuficiência cardíaca crônica pode estar associado a um maior risco de morte por problemas cardiovasculares, segundo estudo publicado na edição de janeiro do Archives of Internal Medicine. Avaliando essa relação entre mais de 107 mil pacientes que sobreviveram a uma primeira hospitalização por insuficiência cardíaca – 34% que passaram a utilizar esses anti-inflamatórios –, os pesquisadores notaram que o uso de Vioxx (já retirado do mercado), Celebrex, diclofenaco, ibuprofeno e naproxeno estava associado a um significativo aumento no risco de morte. E quanto maior a dose, maiores os riscos de morte e internação. Os autores destacam que mais estudos são necessários para estabelecer o risco associado a essas drogas em subgrupos de pacientes, e se pode ser usada, sem maiores riscos, uma pequena dose com efeito analgésico.
Escrito por Leandro Perché às 11h54
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Fumar na gravidez reduz o fluxo sanguíneo para o feto, indica estudo
Fumar durante a gravidez pode reduzir o fluxo sanguíneo para o feto em desenvolvimento, retardando o seu crescimento, segundo estudo que será publicado este mês na revista Circulation. Segundo os autores, do Gentoffe University Hospital, na Dinamarca, há 50 anos sabemos que bebês nascidos de mães fumantes têm menor peso ao nascer, “mas esse estudo oferece uma explicação possível de porque há fluxo sanguíneo restrito para o feto”.
Os pesquisadores avaliaram 266 gestantes – entre as quais 43 eram fumantes e 41 ex-fumantes. E observaram que recém-nascidos de mulheres fumantes tinham menor peso, menor tamanho de cabeça e eram menores, comparados com filhos de ex-fumantes e não-fumantes. Os resultados indicaram que o tabagismo estava associado a uma queda de 47% nos níveis de uma proteína chamada óxido nítrico sintase endotelial, que ajuda no relaxamento dos vasos sanguíneos e no aumento do fluxo; e queda de 18% no “bom” colesterol (HDL) no feto. O próximo passo será determinar se o fumo materno pode aumentar os riscos de aterosclerose no filho mais tarde.
Escrito por Leandro Perché às 11h50
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Obesidade pode levar adolescentes grávidas a complicações, diz estudo
Um estudo da Universidade da Califórnia com 458 adolescentes “mães de primeira viagem” indicou que as garotas obesas estão sob maior risco de desenvolver diabetes durante a gestação ou de precisar de cesariana. Segundo os pesquisadores, no passado, a preocupação em relação à gravidez na adolescência estava relacionada à má nutrição e ganho de peso inadequado. Porém, o aumento da obesidade entre crianças e adolescentes, exige uma mudança de foco, incluindo riscos associados ao excesso de peso. Os resultados mostraram que aquelas que estavam obesas antes da gravidez tinham quatro vezes mais chances de desenvolver diabetes gestacional e de ter a necessidade de uma cesariana, comparadas com as de peso normal. E a alta taxa de cesariana preocupa por causa do maior risco de problemas pós-operatórios.
Por isso, autores ressaltam a necessidade do combate à obesidade e do estabelecimento do peso ideal para adolescentes grávidas.
Escrito por Leandro Perché às 11h42
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Simples exame de sangue pode indicar riscos de depressão pós-parto?
Um estudo americano publicado na edição de fevereiro da revista Archives of General Psychiatry indica que os níveis sanguíneos de um hormônio produzido na placenta em torno da 25ª semana de gestação poderiam ajudar a indicar os riscos de a mulher desenvolver depressão pós-parto.
Os pesquisadores avaliaram amostras de sangue de cem gestantes, e descobriram que aquelas que apresentavam os maiores níveis do hormônio liberador de corticotrofina placentário durante a gestação eram mais propensas a desenvolver a depressão pós-parto. E o teste sanguíneo identificou corretamente 75% daquelas que tiveram os sintomas do problema posteriormente. Segundo os autores, os resultados aumentam a possibilidade de que um teste de triagem para a depressão pós-parto seja, no futuro, parte dos cuidados pré-natais convencionais. E ele seria realizado junto à triagem para o diabetes gestacional, realizada normalmente entre a 24ª e a 28ª semana de gestação.
Escrito por Leandro Perché às 11h51
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Estudo associa consumo de ovos ao risco de desenvolver diabetes
Pessoas que comem ovos todos os dias correm mais risco de desenvolver diabetes tipo 2, segundo estudo da Harvard Medical School, nos EUA. Avaliando 57 mil adultos americanos, os pesquisadores descobriram que aqueles que comem ovos todos os dias apresentam de 58% a 77% maior probabilidade de desenvolver a doença, comparados com os que não ingerem esse alimento. De acordo com os autores, os resultados não indicam que os ovos, por si mesmos, causam o diabetes; mas alertam para a importância de se limitar o consumo a, no máximo, cinco ou seis ovos por semana. O estudo não explica as razões, porém os autores acreditam que a ingestão diária de colesterol pode cumprir um papel, pois ao controlar esse fator no estudo, a relação entre o consumo de ovos e o diabetes se enfraquecia. Por isso, mais do que parar de comer ovos, que têm nutrientes importantes para a saúde, o importante seria controlar a ingestão de colesterol e se exercitar.
Escrito por Leandro Perché às 11h42
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Cirurgiões fazem primeira extração de rim pela vagina para transplante
Cirurgiões americanos realizaram, na última semana, a primeira extração de rim através da vagina para um transplante. Segundo o médico Robert Montgomery, chefe da divisão de transplantes da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, o rim foi extraído de uma doadora de 48 anos, eliminando a necessidade de uma incisão abdominal de 12 a 15 centímetros, e deixando, em seu abdome, apenas três cicatrizes do tamanho de uma ervilha, uma delas escondida no umbigo.
A extração pela vagina já havia sido realizada anteriormente para remoção de rins com câncer ou que não funcionavam direito, colocando a saúde do paciente em perigo; mas, segundo os especialistas, essa é a primeira vez que a retirada é de um rim saudável para doação. Porque as nefrectomias para transplante são as cirurgias mais comuns de extração do rim, os especialistas acreditam que a abordagem terá grande impacto, reduzindo as dores e o tempo de internação das pacientes.
Escrito por Leandro Perché às 11h36
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Obesidade aumenta os riscos de diverticulite, indica estudo
Um novo estudo publicado na revista Gastroenterology traz mais evidências de que a obesidade aumenta os riscos de problemas digestivos. De acordo com pesquisadores da Universidade de Washington, pessoas obesas parecem ser mais propensas a desenvolver diverticulite – processo inflamatório e infeccioso no intestino grosso – e sangramentos intestinais. Examinando dados de mais de 47 mil homens com idades entre 40 e 75 anos e livres de doença diverticular no início do estudo, os especialistas descobriram que os obesos tinham 78% mais chances de desenvolver diverticulite e 219% maior risco de ter sangramentos diverticulares, comparados com homens de peso normal. Além disso, independentemente da obesidade, ter uma cintura larga também estaria associado a um maior risco de problemas intestinais. Baseados nos resultados, os autores recomendam a prevenção e o tratamento da obesidade como prevenção a problemas intestinais.
Escrito por Leandro Perché às 11h23
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Complicações pós-redução de estômago são comuns, alertam especialistas
As complicações em longo-prazo das cirurgias de redução de estômago merecem maior atenção por causa do crescimento desses procedimentos nos últimos anos, segundo especialistas do Agency for Healthcare Research and Quality do governo dos Estados Unidos.
Embora a cirurgia bariátrica tenha se tornado um tratamento padrão para pacientes com problemas de saúde associados ao peso, e tenha provado ser eficaz contra distúrbios diversos, como diabetes, hipertensão e apneia do sono, as complicações são comuns, incluindo deficiência de nutrientes. Segundo o levantamento, cerca de 200 mil procedimentos são realizados anualmente nos Estados Unidos, e 30% a 40% dos pacientes sofrem problemas com as conexões bariátricas, com hérnias, infecções e pneumonias. E cerca de 18% voltam para o hospital para internações ou cirurgias corretivas. Os pesquisadores destacam que, apesar de todos os benefícios do procedimento “sempre que cortar o intestino, você tem um risco de complicações”, por isso, mais estudos são necessários, e os pacientes devem estar cientes dos potenciais problemas da cirurgia.
Escrito por Leandro Perché às 12h23
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Ômega 3 pode aliviar estresse e depressão na menopausa, diz pesquisa
Os ácidos graxos ômega 3 – nutriente encontrado em nozes, óleos vegetais e peixes gordurosos – pode aliviar o estresse psicológico e os sintomas de depressão de mulheres na menopausa, segundo pesquisa da Universidade Laval, no Canadá. No estudo, os especialistas notaram que suplementos de ômega 3 são eficazes para o tratamento desses problemas comuns na menopausa. Avaliando 120 mulheres com idades entre 40 e 55 anos, os pesquisadores notaram que aquelas que tomaram, por oito semanas, três cápsulas diárias de ômega 3 de origem marinha tiveram significativa melhora nos sintomas de estresse e depressão. Além disso, houve redução das ondas de calor, sintoma marcante da menopausa. “Considerando que o ômega 3 tem poucos efeitos colaterais e é benéfico para a saúde cardiovascular”, ele poderia ser uma alternativa para essas mulheres, segundo os autores.
Escrito por Leandro Perché às 12h19
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Obesidade aumenta a recorrência de câncer de próstata, indica estudo
Estar acima do peso aumenta as chances de retorno do câncer de próstata após cirurgia para retirada dos tumores, segundo estudo da Johns Hopkins Medical Institutions, nos EUA. Porém, segundo os pesquisadores, mais estudos são necessários para avaliar os benefícios da perda de peso entre esses pacientes para a redução do risco.
No estudo, foi avaliada a relação entre o peso corporal e um marcador bioquímico da recorrência do câncer de próstata – os níveis de antígeno específico da próstata (PSA) – em mais de 1,8 mil homens que foram submetidos à prostatectomia radical (remoção total da próstata). E os voluntários foram acompanhados por mais de quatro anos. Os resultados indicaram que, comparados a homens com peso normal, aqueles com sobrepeso ou obesos tinham menores taxas bioquímicas de sobrevivência livre de recorrência em cinco e dez anos (maiores níveis de PSA). Por isso, os autores destacam a necessidade de os pacientes obesos serem acompanhados mais de perto e de receberem tratamento adicional.
Escrito por Leandro Perché às 12h10
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Estudo associa obesidade materna a uma maior mortalidade infantil
Bebês nascidos de mães obesas correm mais riscos de morrer, principalmente nas primeiras semanas de vida, segundo estudo americano publicado na revista científica Epidemiology. Avaliando dados de mais de quatro mil bebês que morreram e mais de sete mil que sobreviveram, os pesquisadores observaram que, entre os falecidos, 8,8% tinham mães obesas, comparados com apenas 5,9% dos bebês sobreviventes. E, enquanto o risco de morte do bebê em 28 dias e no primeiro ano de vida era maior para mães obesas, independentemente de quanto peso ganhavam, a mortalidade seria maior para aquelas que haviam ganhado mais peso – 450 gramas ou mais por semana –, que teriam o triplo do risco. Segundo os autores, se os resultados forem confirmados, “a prevenção da obesidade deveria ser explorada como uma medida para reduzir a mortalidade infantil”.
Escrito por Leandro Perché às 11h51
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