Crianças com sobrepeso e que fazem xixi na cama têm maior risco de apneia

Crianças que estão acima do peso e fazem xixi na cama durante a noite são mais propensas a estarem sofrendo de apneia obstrutiva do sono – condição marcada pela interrupção da respiração pela boca e/ou pelo nariz por alguns segundos, várias vezes durante o sono –, segundo estudo publicado este mês na revista Pediatrics.

 

A análise de 149 crianças com idades entre cinco e 15 anos que apresentavam o distúrbio respiratório, comparados a 139 sem esse problema, indicou que, apesar de o fato de molhar a cama e o sobrepeso não estarem relacionados entre si, ambos estão associados à apneia obstrutiva do sono. O primeiro aumentaria em cinco vezes as chances de ter apneia, enquanto o sobrepeso aumentaria em quatro vezes esse risco.

 

Por isso, os autores sugerem que os médicos considerem a apneia em crianças acima do peso e que molham a cama durante a noite, especialmente quando elas apresentam outros sintomas da doença, como ronco, ou quando não melhoram após programas convencionais de tratamento ao xixi na cama.



Escrito por Leandro Perché às 11h42
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Bebês que nascem muito pesados têm maior risco de leucemia, diz estudo

Pode haver uma associação entre o alto peso do bebê ao nascer e um maior risco de leucemia, segundo estudo da Universidade de Harvard, nos EUA. De acordo com os especialistas, uma revisão de 32 estudos mostrou que o excesso de peso ao nascer aumenta a propensão à leucemia de forma geral, à leucemia linfoide aguda (LLA) e à leucemia mieloide aguda (LMA) – essa última, também afetada pelo extremo baixo peso.

 

O estudo avaliou dados de 16,5 mil casos de leucemia, sendo quase 11 mil de LLA e 1,8 mil de LMA. E indicou que, comparado com o peso normal no nascimento, o peso em excesso estava associado a um aumento de 35% no risco de leucemia geral, de 23% no de LLA e de 40% no risco de LMA. Para cada aumento de mil gramas no peso, havia aumento de 18% no risco geral.

 

“Nosso estudo apoia a noção de que a leucemia infantil pode ser iniciada no útero”, destacou a pesquisadora Karin B. Michels. “O peso ao nascer é um marcador de eventos durante a gestação que podem ter afetado o risco de leucemia no filho”, explicou. Por isso, os especialistas ressaltam a importância de se investigar os fatores que, no útero, afetam os riscos de leucemia.



Escrito por Leandro Perché às 11h34
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Chineses tratam casos de gripe suína com terapias milenares

O departamento municipal de saúde de Pequim, China, anunciou esta semana que os casos de influenza A (H1N1) – também conhecida como gripe suína – têm sido tratados, no país, com a tradicional medicina chinesa.

 

Segundo as autoridades de saúde, oito dos 17 pacientes que receberam tratamento com uma terapia chinesa de cinco mil anos se recuperaram completamente. E essas medicações “alternativas” ao tamiflu (medicamento recomendado para a nova gripe) teriam se mostrado promissoras também para os outros nove casos.

 

Porém, o Ministério da Saúde da China destaca que o tratamento recomendado pela Organização Mundial da Saúde não foi abandonado, sendo administrado, em 90% dos casos, em combinação com a terapia milenar.



Escrito por Leandro Perché às 11h27
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Sob estresse, mulheres são mais cautelosas, e homens correm mais riscos

Um estudo publicado este mês na revista PLoS One indica que os homens são mais propensos do que as mulheres a adotar comportamentos de risco – como apostar, fumar, usar drogas e fazer sexo sem preservativos – quando estão estressados. “Evolutivamente falando, é provavelmente mais benéfico para o homem ser agressivo em situações estressantes e de grande excitação, quando risco e recompensa estão envolvidos”, explicaram os autores.

 

Nos testes, os participantes ganhavam dinheiro enquanto um balão ia enchendo, mas eles teriam de apertar um botão para parar o processo e confirmar seus ganhos antes que o balão estourasse, pois, caso contrário, perdiam tudo. Membros do grupo controle encheram o balão em 40 vezes em média, sem diferenças entre homens e mulheres; enquanto as mulheres sob estresse encheram 32 vezes, e os homens estressados 48 vezes – correndo mais riscos de o balão estourar.

 

Baseados nos resultados, especialistas da Universidade do Sul da Califórnia concluíram que, apenas sob estresse, homens e mulheres diferem em adoção de comportamentos de risco. Porém, mais estudos com neuroimagem são necessários para determinar os efeitos do estresse psicológico no cérebro.



Escrito por Leandro Perché às 11h49
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Exercícios e acupuntura reduzem riscos associados ao ovário policístico

A prática regular de exercícios e a realização de acupuntura podem reduzir a atividade do nervo simpático em mulheres com ovários policísticos, ajudando a reduzir seus riscos de desenvolver obesidade, doença cardiovascular e diabetes, segundo estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.

 

Avaliando 20 mulheres, os especialistas notaram que os exercícios não tinham efeitos nos ciclos menstruais irregulares ou inexistentes, que caracterizam a condição, mas era responsável por uma redução no peso e no IMC que ajudava a reduzir a atividade dos nervos simpáticos. E a eletroacupuntura ajudava na regulação dos ciclos menstruais, e na redução dos níveis de testosterona e da atividade dos nervos associados ao risco cardiovascular.

 

Baseados nos resultados, os autores acreditam que essa descoberta pode indicar uma alternativa não-farmacológica no combate aos riscos cardiovasculares associados ao problema nos ovários.



Escrito por Leandro Perché às 11h47
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Depressão pós-parto reduz a qualidade de sono das mulheres, indica estudo

Mulheres com depressão pós-parto podem ter uma piora considerável na qualidade de sono, segundo estudo norueguês publicado recentemente na revista Sleep. De acordo com os autores, a condição frequentemente não é identificada pela mãe, considerando que sintomas como o cansaço e a falta de sono são reclamações comuns.

 

A análise de quase 4,2 mil mulheres indicou que 16,5% tinham sintomas depressivos após o nascimento do filho e 60% das mulheres tinham problemas de sono pós-parto. Os fatores associados a pior qualidade de sono pós-parto foram: ter depressão, histórico de problemas de sono, ter o primeiro filho, não amamentar exclusivamente, ter um bebê prematuro ou do sexo masculino.

 

“É importante perguntar a uma mãe sofrendo de cansaço sobre como o sono ruim afeta seu ‘funcionamento’ durante o dia e se há outros fatores em sua vida que podem contribuir para sua falta de energia”, destacaram os autores, acrescentando que a aplicação de questionários sobre depressão podem ser úteis nesses casos.



Escrito por Leandro Perché às 11h32
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"Hipertensão do avental branco" pode ser mais séria do que se pensava

Um novo estudo da Universidade de Milão, na Itália, indica que a “hipertensão do avental branco” – quando a pressão sanguínea de uma pessoa sobe apenas no momento em que o médico vai medi-la – pode não ser tão inofensiva quanto se acreditava.

 

Segundo os autores, uma em seis pessoas tem esse problema. E, avaliando mais de 1,4 mil adultos, eles descobriram que pessoas que apresentavam essa condição no início do estudo tinham o dobro do risco de ter hipertensão arterial sistêmica em dez anos, comparados àqueles com pressão normal. Aquelas com “hipertensão mascarada” – quando a pressão é normal nas avaliações médicas, mas sobe em algumas situações – teriam 78% maior risco.   

 

O estudo é o primeiro a indicar esses riscos associados à “hipertensão do avental branco” e à “hipertensão mascarada”, indicando que “essas condições não são, de forma alguma, clinicamente inocentes, como frequentemente se pensava que elas fossem”. Por isso, os especialistas recomendam que as pessoas que acham que a medida da pressão pelo médico tenha sido muito baixa ou muito alta, tomem sua própria medida em casa para confirmação.



Escrito por Leandro Perché às 11h51
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Redução de estômago pode aumentar as chances de ter pedra nos rins

Pessoas que passaram pela cirurgia de redução de estômago parecem ter maior risco de ter pedras nos rins e de precisar de cirurgia por causa disso, segundo estudo publicado no Journal of Urology. “Estudos recentes têm demonstrado que anormalidades minerais e eletrolíticas se desenvolvem em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica (redução de estômago)”, explicaram os autores, destacando que isso é fator de risco para cálculos renais.

 

Avaliando mais de 4,6 mil pacientes que passaram pelo procedimento no período entre 2002 e 2006, e o mesmo número de pessoas obesas que não fizeram redução de estômago, os pesquisadores observaram que 7,65% daqueles que fizeram a cirurgia foram diagnosticados com urolitíase (pedra nos rins), contra apenas 4,63% das pessoas do grupo controle. E a incidência de cirurgia para acabar com o cálculo foi bem maior no primeiro grupo.

 

“No entanto, até que a fisiopatologia da formação da pedra nessa população seja melhor entendida, cabe ao médico manter um alto nível de suspeita de anormalidades metabólicas urinárias subjacentes na formação de pedra após a cirurgia bariátrica”, concluíram os pesquisadores.



Escrito por Leandro Perché às 11h43
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Estudo associa fatores de risco cardiovascular ao risco de câncer de mama

Apresentar fatores de risco para doença cardíaca e diabetes – condição conhecida como síndrome metabólica – pode aumentar os riscos de as mulheres que já passaram pela menopausa desenvolverem câncer de mama, segundo estudo publicado na edição de julho da revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention. Os fatores incluem gordura abdominal, altos níveis da pressão, colesterol, glicose e resistência à insulina.

 

A análise de 4,4 mil mulheres na pós-menopausa indicou que aquelas que apresentavam a síndrome no início do estudo não tinham maior risco de ter câncer de mama durante o acompanhamento. Porém cada componente da síndrome – especialmente glicose alta, triglicérides alto e pressão diastólica alta – foi associado individualmente ao risco de câncer de mama.

 

Os pesquisadores destacam que mais estudos são necessários para desvendar os mecanismos por trás dessa relação. Mas eles acreditam que a obesidade aumenta os riscos de câncer de mama através de um aumento nos níveis de estrogênio. Baseados nos resultados, eles recomendam a manutenção de um peso saudável e a prática de exercícios para a prevenção.



Escrito por Leandro Perché às 11h36
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Ciclismo pode aumentar os riscos de infertilidade masculina, aponta estudo

Os ciclistas profissionais podem ter maior rico de infertilidade, segundo estudo apresentado em reunião da European Society of Human Reproduction and Embryology. Um estudo com 15 triatletas com idade em torno de 33 anos revelou que homens que percorrem mais de 300 km por semana de bicicleta têm apenas 4% dos espermatozoides com aparência normal.

 

De acordo com os autores, com níveis tão baixos de espermatozoides, um homem teria “problemas de fertilidade significativos". Porém seria improvável que homens que usam a bicicleta para, por exemplo, ir ao trabalho enfrentem problemas de fertilidade, pois passam menos tempo andando de bicicleta.

 

O calor gerado pelas roupas colantes, a fricção dos testículos contra o banco e o estresse sobre o corpo, resultante da grande energia necessária para fazer exercícios tão rigorosos, poderia contribuir para a baixa qualidade do esperma, segundo os pesquisadores. Por isso, eles sugerem que esses atletas congelem o esperma no início da carreira. E destacam que pesquisas deveriam ser feitas para reduzir esse impacto do esporte na fertilidade.



Escrito por Leandro Perché às 11h16
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Redução de estômago controla o diabetes por muitos anos, indica estudo

Em mais da metade dos pacientes obesos com diabetes tipo 2, a cirurgia de redução de estômago pode resolver o problema metabólico, deixando-os mais de 16 anos livres do diabetes, segundo estudo apresentado no encontro anual da Sociedade Americana de Cirurgia Metabólica e Bariátrica.

 

A análise de 177 diabéticos que passaram pela cirurgia bariátrica entre os anos de 1993 e 2003 indicou que aqueles diabéticos que controlavam a alimentação tinham 75% de chance de se ver livre do diabetes por longo tempo após o procedimento. Aqueles cujo diabetes era controlado com medicação oral tinham 65% de chances de acabar com a doença; enquanto que apenas 28% dos dependentes de insulina tinham resolução do problema.

 

Os pesquisadores destacaram que o reaparecimento da doença estava associado ao ganho de peso. Por isso, eles indicam que a cirurgia pode ser uma abordagem eficaz contra o diabetes, mas os pacientes devem ser orientados a manter um estilo de vida saudável para evitar o retorno do problema.



Escrito por Leandro Perché às 11h08
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Relacionamento amoroso pode reduzir impacto do estresse no trabalho

Ter um bom relacionamento com o parceiro pode ajudar a reduzir os impactos do estresse causado pelo trabalho, segundo estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia. “Os relacionamentos reduzem os efeitos negativos desse tipo de estresse na saúde, mas relações ruins irão ampliar os efeitos negativos”, destacou a pesquisadora Ann-Christine Andersson.

 

Em pesquisa com cerca de 900 pessoas, os especialistas notaram que aqueles que relatavam viver um bom relacionamento tinham melhor saúde do que os que tinham relações problemáticas. Mulheres em relacionamentos ruins teriam mais ansiedade, reações de estresse mental e problemas de sono. Os homens tinham mais depressão, ansiedade e estresse psicológico e somático. 

 

Os pesquisadores destacam que, após ser expostos ao estresse, o corpo deve se recuperar e recarregar energias, mas se não há a possibilidade de fazê-lo em casa, em relações pessoais agradáveis, esse desequilíbrio pode causar sérios problemas de saúde física e mental.



Escrito por Leandro Perché às 10h47
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Comer cenoura e couve pode ajudar a prevenir câncer de mama, sugere estudo

Mulheres que querem se proteger contra o desenvolvimento de câncer de mama antes da menopausa devem aumentar seu consumo de vegetais ricos em carotenoides, como cenoura, couve e outros vegetais de folhas verdes, segundo estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos EUA.

 

De acordo com os autores, a maioria dos fatores de risco para a doença é dependente de hormônios, incluindo idade da primeira menstruação e idade que a mulher tem o primeiro filho – coisas que não podem ser modificadas –, mas a dieta seria um fator de risco modificável.

 

Em estudo com mais de 5,7 mil mulheres com câncer de mama invasivo e 6,4 mil mulheres saudáveis, os pesquisadores notaram que quanto maiores os níveis de vitamina A carotenoides, beta caroteno, alfa caroteno e luteína/zeaxantina menor o risco de câncer de mama em mulheres na pré-menopausa, mas não na pós-menopausa. “Comer pelo menos duas porções de vegetais ricos em carotenoides todos os dias reduz o risco em 17%”, explicaram os autores.



Escrito por Leandro Perché às 11h50
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Um milhão de americanos teriam sido infectados pela gripe suína, alerta CDC

Pelo menos um milhão de americanos foram infectados com o vírus influenza A (H1N1) – vírus da gripe suína –, segundo estimativas de especialistas do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. O número divulgado no último final de semana é bem maior do que os casos reportados, mas, segundo as autoridades de saúde, muitos deles são casos leves.

 

Segundo o CDC, há 27.717 casos prováveis ou confirmados, com três mil pessoas hospitalizadas e 127 mortes pela doença. Mas, se forem confirmadas as novas estimativas – realizadas com base em pesquisas, e não nos exames laboratoriais –, os números indicarão que a nova gripe é mais contagiosa do que a gripe comum e o índice de mortalidade é menor do que se pensava.

 

Os especialistas temem que o vírus volte com uma variante mais forte no outono do hemisfério norte, por isso, estão monitorando a disseminação da doença no hemisfério sul, em particular na Argentina, Chile e Austrália, para avaliar como o vírus se espalha durante os meses de inverno. Na Argentina, por exemplo, seriam 26 mortes e 1587 casos da doença; e isso já estaria afetando consideravelmente o sul do Brasil.



Escrito por Leandro Perché às 11h44
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Álcool provoca mudanças no cérebro em apenas seis minutos, diz estudo

Um estudo da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, indica que três copos de cerveja podem “subir” rapidamente. Resultados de testes com ressonância magnética em oito homens e sete mulheres mostraram que, em apenas seis minutos após o consumo de uma quantidade de álcool similar a três copos de cerveja ou duas tacinhas de vinho, levando os níveis de álcool no sangue a 0,06%, há mudanças nas células cerebrais.

 

“Nosso estudo oferece evidências de uma utilização alternativa de energia mediante a ingestão de álcool, por exemplo, o cérebro usa um produto da quebra do álcool em lugar da glicose para as demandas de energia”, destacaram os autores. E os efeitos nocivos também se estabeleceriam rapidamente – a concentração de substâncias como a creatina e a colina, que ajudam a proteger as células diminuíam com o aumento dos níveis de álcool.

 

O estudo mostrou também que os efeitos do consumo moderado de álcool no cérebro em pessoas saudáveis são completamente reversíveis. Porém essa capacidade de se recuperar reduziria ou seria eliminada com o aumento do consumo, o que poderia levar aos danos cerebrais observados em alcoólatras. Mais estudos são necessários para avaliar os efeitos da “ressaca” no cérebro e os mecanismos envolvidos nos danos cerebrais causados pelo álcool.



Escrito por Leandro Perché às 11h41
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Leandro Perché
Jornalista de Boa Saúde
   
   
Dr. Marco Tulio Baccarini Pires
Cirurgião Cardiovascular, Diretor Médico de Bibliomed e Boa Saúde
   


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