Restrição de calorias previne doenças e prolonga a vida, aponta estudo

Um estudo da Universidade de Wisconsin, nos EUA, anunciado esta semana, aponta que as pessoas podem retardar o envelhecimento, prevenir doenças e aumentar sua expectativa de vida com a restrição de calorias. Acompanhando, por 20 anos, o envelhecimento de macacos (alguns que seguiram a dieta especial) os cientistas notaram que a restrição de calorias protegia os animais contra diabetes, câncer e doenças no coração e no cérebro.

 

A dieta especial, consumida por metade dos macacos do estudo, incluiu alimentos considerados saudáveis, mas oferecendo 30% menos calorias. E, em 20 anos, a taxa de sobrevivência desses animais foi de 80%, contra 50% daqueles que tiveram alimentação livre. A restrição de calorias aumentou a expectativa e a qualidade de vida, reduziu pela metade a incidência de tumores e de doença cardiovascular e manteve o volume cerebral.

 

“Este é o maior e mais altamente controlado estudo mostrando os efeitos benéficos da restrição de calorias nas doenças e sobrevivência em uma espécie primata”, destacam os autores. “Acreditamos que o que funciona em primatas irá funcionar em humanos, porque os primatas são muito intimamente relacionados aos humanos. Isso tem nos permitido entender os mecanismos do processo de envelhecimento”, completaram os pesquisadores.



Escrito por Leandro Perché às 12h07
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Estudo indica que tabagismo na mídia pode induzir crianças a fumar

Crianças que praticam esportes coletivos são menos propensas a fumar. Porém, a prática esportiva não consegue afetar a influência dos filmes nas chances de uma criança começar a fumar, segundo estudo libanês publicado na revista científica Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine. Diversos estudos têm indicado que as imagens do tabagismo na mídia afetam consideravelmente as chances de crianças e adolescentes fumarem.

 

Em novo estudo, acompanhando, por sete anos, mais de duas mil crianças de nove a 14 anos de idade, os especialistas observaram que aqueles que não estavam envolvidos em esportes coletivos tinham o dobro do risco de fumar. Porém, avaliando a exposição dos participantes às imagens de tabagismo nos filmes, eles notaram que sua influência no início do hábito é bem maior, independentemente se os voluntários praticavam ou não esportes coletivos – aqueles mais expostos a cenas de tabagismo tinham 63% maior risco.

 

Os resultados, segundo os autores, destacam a importância de se incentivar as crianças a praticar esportes, além de mostrar a necessidade de políticas para limitar a exposição do tabagismo na mídia.



Escrito por Leandro Perché às 12h03
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Consumo de soja pode proteger contra doenças pulmonares, indica estudo

Comer grandes quantidades de soja pode reduzir os riscos de problemas respiratórios conhecidos como doenças pulmonares obstrutivas crônicas – que inclui bronquite crônica e enfisema pulmonar –, segundo estudo australiano publicado na revista científica Respiratory Research. Os autores destacam que o tabagismo é o principal fator de risco, mas a alimentação também tem o seu papel no desenvolvimento da doença.

 

Avaliando 278 pessoas com a doença pulmonar e 340 sem a doença – todos com idades entre 50 e 75 anos –, os especialistas descobriram que aqueles que não tinham a doença consumiam mais soja por dia – cerca de 60 gramas – do que aqueles que tinham o problema respiratório (45g em média).

 

Baseados nos resultados, os pesquisadores concluíram que a ingestão habitual de soja “pode ter um importante impacto nos custos dos sistemas de saúde associados com a morbidade e mortalidade da doença”. Porém, mais estudos seriam necessários para avaliar se esses alimentos podem ajudar a prolongar a sobrevivência de pacientes já diagnosticados com a condição.



Escrito por Leandro Perché às 11h46
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Furos nas luvas cirúrgicas aumentam risco de infecção, alertam especialistas

Se o paciente não recebe antibióticos antes de ser submetido a uma cirurgia, um simples buraco na luva do cirurgião pode aumentar consideravelmente os riscos de infecção, segundo estudo suíço publicado no Archives of Surgery. De acordo com os autores, embora as luvas sejam perfuradas em cerca de metade das operações, pouco se sabe sobre os riscos de infecção nesse caso.

 

Analisando mais de 4,1 mil procedimentos cirúrgicos realizados no período entre 2000 e 2001 no Hospital Universitário de Basel, os pesquisadores registraram infecções em 4,5% das cirurgias – em procedimentos com luvas perfuradas, essa taxa foi de 7,5%, contra 3,9% daqueles em que as luvas permaneceram intactas. E, sem antibióticos, os riscos seriam ainda maiores.

 

Baseados nos resultados, os autores recomendam que os cirurgiões usem luvas duplas, troquem as luvas regularmente antes que elas comecem a vazar – a cada duas horas – e considerem o uso de antibióticos mesmo quando não fazem parte do procedimento padrão.



Escrito por Leandro Perché às 11h22
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Estudo associa doença pulmonar a um maior risco de declínio cognitivo

Um novo estudo publicado no American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine indica que a doença pulmonar obstrutiva crônica (que inclui bronquite crônica e enfisema pulmonar) está associada com maiores transtornos cognitivos em idosos.

 

Os pesquisadores avaliaram, no período entre 1996 e 2002, mais de 4,1 mil pessoas com mais de 50 anos, entre aqueles que tinham a doença e voluntários saudáveis. E observaram que pessoas com bronquite ou enfisema graves tinham, significativamente, menor pontuação em testes cognitivos do que aqueles sem essas doenças, com os distúrbios cognitivos atrapalhando mais as atividades diárias das pessoas com problemas respiratórios.

 

Segundo os especialistas, mais estudos são necessários para desvendar as razões dessa relação. Porém, eles especulam que pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica apresentam períodos de hipoxia, ou baixos níveis de oxigênio, o que pode levar a problemas no cérebro que afetam o desempenho cognitivo e as habilidades mentais.



Escrito por Leandro Perché às 11h16
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Ômega 3 do leite materno é essencial para o desenvolvimento do bebê

Os ácidos graxos ômega 3 presentes no leite materno podem potencializar o crescimento e o desenvolvimento dos recém nascidos, segundo estudo brasileiro publicado na revista científica internacional Lipids in Health and Disease.

 

Em estudo com 37 recém-nascidos prematuros, os pesquisadores, liderados pela especialista em nutrição humana e farmacologia Maria Tavares do Carmo, observaram que, quanto mais ômega 3 no leite materno, maiores são os ganhos do bebê em comprimento, peso e circunferência da cabeça nos primeiros seis meses de vida.

 

De acordo com os autores, as descobertas destacam a importância do consumo de alimentos ricos em ômega 3, como salmão, nozes e óleo de canola, pelas mulheres durante a gestação e no período de amamentação. “Está claro que os ácidos graxos poli-insaturados são transferidos para o leite materno e, subsequentemente, para a criança”, ressaltaram os pesquisadores.



Escrito por Leandro Perché às 11h09
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Estudo associa estresse no trabalho e nas finanças ao ganho de peso

O estresse no trabalho, relações sociais tensas e a preocupação excessiva com as dívidas podem contribuir para o ganho de peso, segundo especialistas da Universidade de Harvard, nos EUA. “A economia está estressando as pessoas, e o estresse tem sido associado a diversas doenças – como doença cardíaca, pressão alta e aumento do risco de câncer”, destacam os autores.

 

No estudo, a análise de mais de 1,3 mil pessoas indicou que o estresse relacionado às demandas no trabalho e a dificuldade de pagar as contas estaria associado ao ganho de peso em homens e mulheres. Diferenças entre homens e mulheres também foram registradas – com o ganho de peso dos homens associado à falta de autoridade pra tomar decisões no trabalho e a falta de aprendizado e de interesse no serviço; e, nas mulheres, um efeito também das tensões nas relações familiares.

 

Os especialistas destacam que o ganho de peso induzido pelo estresse depende também da alimentação e se a pessoa já teria sobrepeso ou obesidade. Por isso, eles recomendam, como estratégia para combater a obesidade, intervenções que ajudem a reduzir o estresse e a ansiedade.



Escrito por Leandro Perché às 12h03
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Células de gordura produzem proteína que protege contra o diabetes, diz estudo

Um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, indica que altos níveis sanguíneos de uma proteína chamada adiponectina, que é produzida por células de gordura, pode reduzir os riscos de diabetes tipo 2. A revisão de 13 estudos, incluindo 15 mil voluntários, mostrou que pessoas com mais altos níveis da proteína – que tem propriedades anti-inflamatórias e aumenta a sensibilidade à insulina – tem menos risco de desenvolver a doença.

 

Os pesquisadores lembram que uma sensibilidade à insulina reduzida está relacionada ao desenvolvimento do diabetes tipo 2. E os resultados das análises, indicando que uma proteína produzida por células de gordura aumentam essa sensibilidade, ajudam a mostrar que a obesidade sozinha não explica completamente o risco de diabetes.

 

De acordo com especialistas, os níveis de adiponectina podem ser aumentados com medicação ou intervenções no estilo de vida. E, como “a adiponectina está entre os mais fortes e mais consistentes preditores bioquímicos de diabetes tipo 2”, essa pode ser uma abordagem promissora para prevenção da doença.



Escrito por Leandro Perché às 11h59
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Mudanças hormonais podem explicar ligação entre cafeína e o risco de câncer

O café e a ingestão de cafeína de forma geral podem afetar os níveis de estrogênio e outros hormônios sexuais na mulher – o que explicaria, em parte, a associação entre a cafeína e o risco de câncer de mama e de ovário –, segundo estudo da Universidade de Harvard, nos EUA. De acordo com especialistas, os hormônios sexuais afetam o risco dos cânceres femininos.

 

Analisando 1,2 mil mulheres, os pesquisadores notaram que, quanto mais cafeína uma mulher na pré-menopausa ingeria, menores seus níveis de estradiol (tipo de estrógeno) durante a segunda metade do ciclo menstrual – o que as protegeria contra o câncer de ovário – e maiores seus níveis de progesterona. Na pós-menopausa, um maior consumo foi associado a mais globulina ligadora dos hormônios sexuais no sangue – que reduz a atividade do estradiol e da testosterona, o que reduziria os riscos de câncer de mama.

 

Apesar de os resultados indicarem mudanças significativas nos hormônios sexuais, comumente associados ao câncer de ovário e de mama, mais estudos são necessários para desvendar os efeitos exatos da ingestão de cafeína nos riscos de câncer.



Escrito por Leandro Perché às 11h49
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Drogas de controle do colesterol podem causar danos musculares, diz estudo

Pacientes que tomam os tradicionais medicamentos para o controle do colesterol e redução do risco cardiovascular – as estatinas – podem apresentar danos na estrutura muscular, segundo novo estudo publicado no Canadian Medical Association Journal. De acordo com os autores, as estatinas estão entre as drogas mais prescritas do mundo, porém muitos pacientes desenvolvem fraqueza e dor muscular como efeito adverso.

 

Avaliando biópsia muscular de 83 pacientes – 20 que nunca haviam tomado estatinas – pesquisadores suíços e americanos descobriram significativas lesões musculares em alguns pacientes que tomavam o medicamento, incluindo aqueles que haviam parado de tomar a droga antes da biópsia.

 

“Apesar de, na prática clínica, a maioria dos pacientes com sintomas musculares melhorarem rapidamente após interrupção do tratamento, nossas descobertas apoiam que um subgrupo de pacientes parece ser mais suscetível à miotoxidade associada à estatina, sofrendo danos estruturais persistentes”, explicou a pesquisadora Annette Draeger, da Universidade de Berna. Por isso, os autores defendem avaliações musculares nesses pacientes.



Escrito por Leandro Perché às 11h18
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Estudo sugere que componente do vinagre pode reduzir acúmulo de gordura

Pesquisadores japoneses anunciaram a descoberta de novas evidências de que o vinagre comum pode reviver seu antigo prestígio da medicina popular como um promotor da saúde. Em testes com ratos de laboratório, os cientistas do Instituto Central de Pesquisa observaram que o ácido acético do vinagre pode reduzir o acúmulo de gordura e o ganho de peso nos roedores.

 

Segundo os autores, o vinagre tem sido usado há muitos anos pela medicina popular, e pesquisas científicas modernas sugerem que o principal componente do vinagre pode ajudar a controlar a pressão, os níveis de glicose e o acúmulo de gordura. O novo estudo, por sua vez, mostrou que os animais com uma dieta rica em gordura que receberam o ácido acético desenvolveram 10% menos gordura corporal.

 

Os pesquisadores acreditam que isso ocorre porque o ácido ativa genes responsáveis por enzimas de oxidação dos ácidos graxos; e, com a quebra das gorduras, há a supressão de seu acúmulo no corpo. Porém, mais estudos são necessários antes de se recomendar qualquer coisa em relação ao uso do vinagre para essa finalidade.



Escrito por Leandro Perché às 11h13
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Peso da gestante pode afetar risco de obesidade da filha em longo prazo

O peso da gestante pode afetar o risco de obesidade da filha em longo prazo, segundo estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA. Assim, segundo os pesquisadores, uma mulher de estatura mediana que pesa 68 quilos antes da gravidez teria duas vezes maior probabilidade de ter uma filha que seria obesa aos 18 anos, em comparação a uma mulher de 56 quilos.  

 

Os resultados do estudo, que incluiu 24 mil pares mãe-filha, indicaram que o ganho de peso na gravidez também afetaria os riscos de obesidade da filha. As mulheres cujas mães ganharam mais de 18 kg na gravidez tinham quase duas vezes mais chances de serem obesas aos 18 anos e mais tarde do que filhas de mulheres que ganharam entre 6,8 e 8,6 kg. E o ganho de menos de 4,5 kg também estaria associado a um maior risco de obesidade da filha.

 

“Se pudermos ajudar as mulheres a alcançar um peso saudável antes de elas começarem uma família, podemos fazer a diferença para duas gerações”, concluíram os autores. “As mulheres devem ter por objetivo um peso saudável antes de ficarem grávidas, e, depois, ganhar uma quantidade moderada”, explicou a pesquisadora Alison Stuebe, líder do estudo.



Escrito por Leandro Perché às 11h08
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Custos com a doença falciforme passam de US$ 1,1 bi por ano nos EUA

Um novo estudo da Universidade da Flórida, nos EUA, indica que os custos anuais com cuidados de saúde para os americanos com doença falciforme - uma das principais doenças genéticas do mundo - excedem US$ 1,1 bilhões. A condição é marcada pela herança do gene da hemoglobina S, que faz com que as hemácias do sangue adquiram formato de foice, tornando-as rígidas. E isso aumenta os riscos de obstrução dos vasos sanguíneos e outras complicações.

 

Avaliando dados de quase 4,3 mil pacientes com doença falciforme, os especialistas estimaram um custo mensal médio por paciente de US$ 1946, com uma variação grande entre os grupos de idade. Entre os adultos de 30 a 39 anos, os gastos chegavam US$ 2,8 mil; e, para as crianças com menos de nove anos, a média era de US$ 892.

 

O levantamento mostra ainda que 80% dos gastos são associados aos cuidados hospitalares, 3,2% são com os atendimentos de emergência, 0,9% com consultas médicas e 3,6% com medicações, com os outros 11,7% incluindo “outros cuidados”. Por isso, os autores destacam que cuidados preventivos para redução de complicações, como as crises de dor, têm bom custo benefício e melhoram a qualidade de vida dos pacientes.



Escrito por Leandro Perché às 11h27
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Enxaqueca atrapalha significativamente a vida escolar dos adolescentes

Adolescentes que têm enxaqueca são mais propensos a ter menores notas no ensino médio e correm mais risco de ter de repetir o ano, segundo estudo da Universidade Americana de Washington. “Nossos resultados mostram que aqueles que sofrem com enxaquecas têm problemas em frequentar a escola e tem problemas de concentração nos dias em que eles têm isso na escola”, destacam os pesquisadores.

 

Os especialistas avaliaram dados de 280 irmãos. E observaram que a enxaqueca estava associada a uma redução de 5% na média de pontuação no ensino médio, de 5% nas chances de formar e de 15% na probabilidade de frequentar a universidade.

 

“Ao centrar a atenção nas diferenças entre os irmãos, podemos excluir a possibilidade de que fatores no nível familiar, como o status socioeconômico, possam estar direcionando as relações entre a dor de cabeça da enxaqueca e o desempenho acadêmico”, ressaltaram os pesquisadores, acrescentando, porém, que mais estudos são necessários para confirmação.



Escrito por Leandro Perché às 11h13
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Laser pode ser esperança contra a perda de visão na terceira idade, diz estudo

Um novo tratamento a laser desenvolvido por pesquisadores do King's College London, no Reino Unido, poderia ajudar a evitar a cegueira em milhões de idosos, segundo os especialistas. A técnica ajudaria a reverter os efeitos da degeneração macular relacionada com o envelhecimento, que é conhecida como a principal causa de cegueira em pessoas com mais de 60 anos.

 

Testes preliminares com 50 pessoas com retinopatia diabética foram promissores, indicando melhoras na visão – “o laser retorna a parte anterior do olho ao seu estado da juventude”, destacaram os autores. Segundo eles, o laser de “curto pulso” é indolor e funciona aumentando a liberação de enzimas que limpam os resíduos sem danificar as células que nos permitem enxergar.

 

Os pesquisadores planejam novos estudos com pacientes com degeneração macular relacionada à idade em um olho, com o objetivo de manter a visão no olho melhor o máximo possível. “O que esse laser está fazendo é tentando tratar os processos subjacentes ao envelhecimento, como se ele fosse ‘resetar’ o relógio para que você não tenha as manifestações de perdas visuais”, explicaram, prevendo que ele estará disponível de dois a cinco anos.



Escrito por Leandro Perché às 11h08
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Leandro Perché
Jornalista de Boa Saúde
   
   
Dr. Marco Tulio Baccarini Pires
Cirurgião Cardiovascular, Diretor Médico de Bibliomed e Boa Saúde
   


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