Consumo de leite pode prevenir mortes por doenças crônicas, diz estudo

Tomar leite diariamente pode reduzir de 15% a 20% suas chances de morrer por problemas cardiovasculares, como doença coronariana cardíaca e derrame, segundo estudo da Universidade de Reading, no Reino Unido. De acordo com os pesquisadores, o leite tem sido, muitas vezes, retratado na mídia como um alimento pouco saudável, mas ele possui diversos benefícios.

 

Revisando os resultados publicados de 324 estudos sobre o consumo de leite e preditores de doença cardíaca, derrame e diabetes, os pesquisadores notaram que, considerando o número de mortes por doença coronariana cardíaca, derrame e câncer colorretal, “há forte evidência de uma redução geral no risco de morrer de doenças crônicas, por causa do consumo de leite”.

 

“Enquanto o crescimento e a saúde óssea são de grande importância para a saúde, são os efeitos do consumo de leite e laticínios sobre as doenças crônicas que são de maior relevância para a sobrevivência e para a redução da morbidade”, explicaram os pesquisadores. Porém eles alertam para a urgência de mais pesquisas para entender os mecanismos associados.



Escrito por Leandro Perché às 13h09
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Estudo indica bons resultados da aromaterapia contra o estresse

Um estudo japonês recentemente publicado Journal of Agricultural and Food Chemistry indica que a terapia com aromas de limão, manga e lavanda pode ajudar na redução do estresse. Segundo os especialistas do Centro de Pesquisas Técnicas da companhia T. Hasegawa, certas fragrâncias alteram a atividade genética e a química do sangue de forma que pode reduzir o estresse.

 

Em testes com ratos de laboratório, os cientistas expuseram os roedores a condições estressantes, enquanto alguns deles inalavam uma essência chamada linalool. E notaram que essa essência reduziu os níveis de neutrófilos e linfócitos – partes do sistema imunológico que haviam sido disparadas pelo estresse – quase aos normais. Além disso, “o linalool reduziu a atividade de mais de 100 genes que são ‘superativados’ em situações estressantes”.

 

Os especialistas destacam que as essências têm sido utilizadas a milhares de anos para reduzir o estresse, combater inflamações e depressão e melhorar o sono. E a aromaterapia se tornou uma forma popular de medicina alternativa atualmente. Porém mais estudos são importantes para oferecer evidências científicas sobre a eficácia e a segurança desses tratamentos.



Escrito por Leandro Perché às 13h02
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Relação próxima entre cuidador e paciente pode retardar o Alzheimer

Uma relação mais próxima do paciente com doença de Alzheimer com seu cuidador pode ser a chave para reduzir os impactos da doença, retardando os declínios cognitivos, segundo estudo publicado na revista médica Psychological Sciences and Social Sciences.

 

A análise de 167 pares de cuidadores e pacientes indicou que a relação entre os dois pode influenciar diretamente a progressão da doença de Alzheimer. E os benefícios da intimidade emocional influenciariam também os efeitos de alguns medicamentos usados no tratamento da doença.

 

“Mostramos que os benefícios de ter um cuidador próximo, especialmente o cônjuge, podem indicar as diferenças entre alguém com doença de Alzheimer que fica em casa ou que vai para uma casa de enfermagem”, explicou o pesquisador Constantine Lyketsos. Porém, os especialistas alertam que outros fatores podem estar envolvidos nessa relação e, por isso, mais estudos são necessários para entender os mecanismos associados.



Escrito por Leandro Perché às 12h53
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Estudo comprova que atividades físicas melhoram o sono das crianças

Um recente estudo publicado na revista Archives of Disease in Childhood oferece a comprovação científica de um fato que muitos pais já observavam: a criança que faz atividades físicas regulares cai no sono mais rapidamente. E, segundo os autores, cair no sono mais rapidamente está associado a uma maior duração do sono.

 

Os pesquisadores registraram 871 crianças de mães australianas no nascimento, incluindo, sete anos depois, 591 dessas crianças no estudo. Utilizando medidores de atividade na cintura dessas crianças, os especialistas notaram que a demora média para uma criança cair no sono seria de 26 minutos. E, para cada hora de sedentarismo durante o dia, havia um aumento de 3,1 minutos no tempo que ela gastava tentando dormir.

 

“Essas descobertas enfatizam a importância da atividade física para crianças, não apenas para a forma física, a saúde cardiovascular e o controle de peso, mas também para promover o bom sono”, concluíram os autores.



Escrito por Leandro Perché às 12h31
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Cientistas descobrem mutação genética ligada à síndrome das pernas inquietas

Uma equipe de pesquisadores canadenses, irlandeses e noruegueses anunciou, nesta semana, a descoberta de uma mutação genética associada à síndrome das pernas inquietas – doença neurológica marcada pela necessidade incontrolável de mover as pernas. Os cientistas destacam que a síndrome das pernas inquietas pode ocorrer devido a diversos fatores clínicos, mas é possível que haja um “forte componente genético no distúrbio”.

 

Em um estudo com 378 pessoas que sofriam da síndrome e 853 pessoas saudáveis, os pesquisadores descobriram que uma mutação do gene MEIS1 é encontrada em famílias com alta incidência da síndrome das pernas inquietas. Em uma das famílias envolvidas no estudo, por exemplo, apenas os membros com a doença apresentavam uma mutação desse gene que produzia uma proteína anormal.

 

De acordo com os pesquisadores, muitas pessoas com a síndrome podem não ter a mutação do gene MEIS1 que, no estudo, foi associada à doença, mas o entendimento de seu papel e das proteínas que produz seria um grande passo para compreender melhor as causas do distúrbio e para o desenvolvimento de novos tratamentos.



Escrito por Leandro Perché às 12h27
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Contra doença inflamatória intestinal, troque as carnes vermelhas pelo peixe

Pessoas que têm uma alimentação rica em ácido linoleico – tipo de ácido graxo (gordura) poli-insaturado ômega 6, encontrado em carnes vermelhas e frituras – podem ser mais propensas a desenvolver uma séria doença inflamatória intestinal conhecida como colite ulcerativa. Essa foi a conclusão de um recente estudo publicado este mês na revista científica Gut.

 

As análises da relação entre a dieta e o risco da doença intestinal envolveram mais de 200 mil pessoas com idades entre 30 e 74 anos que viviam na Itália, Alemanha, Suécia, Reino Unido e Dinamarca. E indicaram que aqueles cuja alimentação contém maior quantidade de ácido linoleico têm duas vezes e meia mais chances de desenvolver colite ulcerativa do que aqueles que comem menos. Por outro lado, o consumo de ômega 3, encontrado em peixes e nozes, foi associado a uma redução de 77% no risco de ter a doença.

 

Os pesquisadores explicam que o ácido linoleico é convertido, no organismo, em ácido araquidônico, que é encontrado nas membranas das células de revestimento do intestino grosso e pode dar origem a diversas substâncias inflamatórias. E, segundo eles, o consumo excessivo desse ácido é responsável por cerca de um terço dos casos de colite, o que sugere que uma mudança na dieta pode prevenir essa doença inflamatória intestinal.



Escrito por Leandro Perché às 12h24
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Estudo indica que muitos médicos têm reações negativas a pacientes obesos

Uma pesquisa realizada em uma grande rede de saúde da cidade de Nova York, nos EUA, indicou que muitos médicos podem ter uma “reação negativa” a pacientes obesos. Nesse caso específico, 40% dos médicos revelaram ter esse tipo de comportamento, e muitos deles disseram se sentirem muito frustrados no tratamento a pacientes obesos.

 

A pesquisa com 399 médicos – entre pediatras, psiquiatras e clínicos – da Escola de Medicina da Universidade de Nova York indicou que um em dez médicos tinha reações negativas em relação ao paciente obeso – incluindo desconforto e preconceito; apenas 56% se sentiam qualificados para tratar a obesidade; e 46% acreditavam ser bem sucedidos nessa tarefa. Os pediatras e médicos com menos anos de profissão eram os grupos com expectativas mais positivas em relação ao tratamento.

 

Na revista científica BMC Health Services Research, os autores apresentaram duas explicações possíveis para os resultados. “Primeiro, os médicos podem se tornar desiludidos com anos de tentativas de tratamento de pacientes obesos em face da modesta perda de peso ou até ganho de peso. Segundo, o treinamento para controle da obesidade pode ser diferente para os recentemente graduados, que atuam em uma era na qual é altamente aceitável que até modestas perdas de peso são um resultado bem sucedido”.



Escrito por Leandro Perché às 11h57
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Adultos jovens que moram com os pais são mais violentos, sugere pesquisa

Um estudo recente Universidade de Londres, na Inglaterra, sugere que homens com pouco mais de 20 anos que ainda moram com os pais são mais violentos do que os que vivem de forma independente. Segundo especialistas, esse grupo representa 4% da população masculina da Grã-Bretanha, mas é responsável por 21% dos casos de lesões por violência nos últimos anos.

 

Entrevistando oito mil homens e mulheres, os especialistas descobriram que o comportamento violento era mais comum em homens jovens que viviam com os pais.  Esses jovens também tinham mais renda disponível e problemas com álcool. “A violência fora de casa, principalmente envolvendo estranhos, é o cenário mais comum e apenas um de uma série de comportamentos sociais hedonistas negativos, como abuso de álcool, uso de drogas, sexo inseguro e comportamento antissocial”, disse o pesquisador Jeremy Coid.

 

Os autores explicam que “homens adultos jovens vivendo em casa na Grã-Bretanha já não são mais influenciados pelos pais para se conformarem aos padrões de comportamento esperados de gerações anteriores”. Porém, mais estudos são necessários para confirmar os resultados e explicar as razões.



Escrito por Leandro Perché às 11h54
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Teste da saliva pode prever o risco de parto prematuro, indica estudo

Um simples exame da saliva poderia ajudar a indicar as gestantes com maior risco de ter um parto prematuro, segundo estudo publicado no British Journal of Obstetrics and Gynaecology. De acordo com os autores, a identificação mais cedo dessas mulheres seria importante, pois elas poderiam tomar esteroides para ajudar no desenvolvimento do pulmão do bebê e a prevenir incapacidade.

 

Em estudo com 92 mulheres consideradas de maior risco para o parto prematuro, os pesquisadores notaram que aquelas que entravam em trabalho de parto muito cedo – antes de 34 semanas de gestação – tinham níveis muito mais baixos de progesterona na saliva. E esses níveis mais baixos se tornariam aparentes a partir da 24ª semana de gestação.

 

Baseados nos resultados, os pesquisadores esperam desenvolver um teste barato e conveniente para prever os riscos de nascimentos prematuros e poder agir preventivamente para reduzir as complicações associadas. Por isso, eles estão desenvolvendo um estudo muito maior para validar as conclusões.

 

Embora ainda não estejam claras as razões para a relação entre os níveis de progesterona e o nascimento prematuro, os pesquisadores acreditam que isso ocorre porque o hormônio tem propriedades anti-inflamatórias, por isso, seus baixos níveis no organismo da gestante poderiam contribuir para infecções bacterianas – umas das causas conhecidas do nascimento prematuro.



Escrito por Leandro Perché às 11h42
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Tomar suco de laranja todos os dias pode proteger o coração, diz estudo

Um estudo apresentado esta semana na conferência anual da Associação Americana do Coração indica que tomar suco de laranja pode ser uma boa forma de prevenir problemas cardiovasculares. Segundo os autores, um antioxidante chamado hesperidina melhora a função vascular, ajudando a reduzir os riscos de doença cardíaca.

 

No estudo, 24 homens saudáveis que tinham risco de doença cardiovascular beberam, em meses diferentes, 500 ml de suco de laranja por dia (que tem, naturalmente, 292 mg de hesperidina), uma bebida com as mesmas calorias do suco, e uma bebida fortificada com 292 mg de hesperidina. E os pesquisadores notaram que, nos meses em que os voluntários tomaram a dose diária do suco ou da bebida fortificada, eles apresentaram melhor função endotelial (do revestimento interno dos vasos) e menor pressão sanguínea.

 

Além disso, o consumo do suco e da outra bebida com o antioxidante foi associado a um melhor perfil de expressão de genes, que também ajuda a reduzir os riscos cardiovasculares. Porém estudos com mais voluntários e de longo prazo são necessários para confirmar se o suco pode proteger contra problemas cardiovasculares.



Escrito por Leandro Perché às 12h05
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Ingestão de sal pode atrapalhar os efeitos dos remédios contra hipertensão

O fato de uma pessoa não conseguir controlar sua pressão alta com múltiplos medicamentos pode significar que ela está comendo sal demais, segundo estudo que será publicado na edição de setembro da revista Hypertension. De acordo com o pesquisador brasileiro Eduardo Pimenta, da Universidade de Queensland, na Austrália, o corte drástico da ingestão de sal nas pessoas com hipertensão resistente causa grandes reduções na pressão sanguínea.

 

Os pesquisadores submeteram 12 pessoas com hipertensão resistente (que não conseguiam reduzir a pressão tomando três ou mais medicamentos) a dietas ricas em sódio e pobres em sódio em semanas alternadas com duas semanas de intervalo. E notaram que a redução para 1,15 gramas por dia – difícil de ser alcançada na vida real (a quantidade média é de 9 g a 12 g) – reduzia em 22,7 mmHg a pressão sistólica e em 9,1 mmHg a diastólica.

 

“Os resultados atuais sugerem que pacientes com hipertensão resistente são sensíveis ao sal”, concluem os pesquisadores, explicando que a ingestão de sal provavelmente causa a retenção de mais fluido que o normal nesses pacientes, tornando ineficazes os tratamentos para controle da hipertensão.

 
Outro estudo maior na mesma publicação encontrou resultados similares, além de benefícios da restrição do sal para os rins, coração, ossos e sistema circulatório desses pacientes. Com isso, os especialistas defendem uma ação para que a indústria alimentícia reduza o sal de seus produtos. E, para as pessoas, o recado é para parar de adicionar sal aos alimentos.



Escrito por Leandro Perché às 11h52
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Estudo associa o consumo de peixes a um menor risco de demência

Comer peixes regularmente pode ser uma boa forma de reduzir os riscos de desenvolver demência na velhice, segundo estudo do King's College London, na Inglaterra. Os autores acreditam que o grande responsável por essa relação é o ômega 3, tipo de gordura presente em alguns peixes, como o salmão.

 

Os pesquisadores avaliaram quase 15 mil pessoas com mais de 65 anos no Peru, México, China, Índia, Cuba, República Dominicana e Venezuela. E, em todos os países, com exceção da Índia, os pesquisadores observaram uma relação inversa entre o consumo de peixes e a prevalência de demência.

 

“Nossos resultados estendem as descobertas sobre as associações do consumo de peixe com o risco de demência para populações de países de baixa e média renda, e são consistentes com os dados mecanicistas sobre as ações protetoras dos ácidos graxos ômega 3 de cadeias longas, comumente encontrado em peixes”, explica o pesquisador Emiliano Albanese.



Escrito por Leandro Perché às 11h47
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Estudo associa excesso de exercícios ao risco de problemas de memória

A prática regular de atividades físicas é uma forma reconhecida de manter a saúde, inclusive da função cognitiva, e melhorar a qualidade de vida. Porém, segundo estudo recente da Universidade de Toronto, no Canadá, o excesso pode ser prejudicial para a memória das mulheres.

 

Envolvendo 90 mulheres com idades entre 50 e 63 anos, todas na menopausa, o estudo indicou que quanto mais elas se engajavam em atividades extenuantes – como natação competitiva, corrida, aeróbica, basquete e ciclismo em subidas – pior era sua pontuação em oito testes da função cognitiva, principalmente em memória e atenção. Por outro lado, exercícios moderados, como caminhada, teriam efeito protetor.

 

“As pessoas frequentemente pensam que, se um pouco (de exercícios) é bom, muito é melhor. Mas isso não é o caso aqui”, explica a pesquisadora Mary C. Tierney. Segundo os autores, muitos estudos indicam que os efeitos benéficos dos exercícios se devem à redução dos níveis dos estrógenos, porém, como esse hormônio é conhecido por afetar positivamente o cérebro da mulher, essa pode ser a chave para entender por que muito exercício atrapalha a memória.



Escrito por Leandro Perché às 11h51
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Circuncisão do homem não protege sua parceira contra a transmissão do HIV

Há alguns poucos anos, a Organização Mundial da Saúde vem recomendando a circuncisão masculina como forma de reduzir a transmissão do vírus HIV. Essa indicação é baseada em estudos que mostram que homens circuncidados têm 50% menos chances de serem infectados. Porém, um novo estudo realizado na África indica que a circuncisão não evita que o homem com HIV infecte sua parceira na relação sexual.  

 

Em um estudo com 922 homens não circuncidados que estavam infectados com o HIV, mas não apresentavam sintomas, os pesquisadores realizaram a circuncisão em metade deles, deixando os outros para serem submetidos ao procedimentos dois anos depois. Checando, regularmente, as parceiras dos participantes quanto à infecção, os especialistas notaram que 18% das parceiras dos circuncidados foram infectadas, contra 12% das outras.

 

Por causa do fato de a circuncisão não mostrar-se eficaz na proteção das mulheres, o estudo foi interrompido antes do final previsto. Um quarto dos homens não revelou para a parceira que tinha o vírus, e apesar de todos serem informados sobre a aids e receberem preservativos, apenas metade deles usavam camisinhas. Apesar disso, os especialistas destacam a importância da circuncisão, pois a redução dos casos em homens refletiria nas mulheres.



Escrito por Leandro Perché às 11h45
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Refrigerantes e sucos podem causar corrosão dos dentes, alerta especialista

Bebidas populares, como refrigerantes e sucos cítricos, podem causar a corrosão dos dentes, segundo especialistas da Escola de Odontologia da Universidade de Temple, nos EUA. Em artigo publicado recentemente na revista General Dentistry, o dentista Mohamed Bassiouny alerta que o consumo excessivo de bebidas ácidas podem causar desgaste estrutural nos dentes.

 

“A erosão dental é um processo de desmineralização que afeta tecidos dentários rígidos, como  o esmalte e a dentina”, destacou o especialista, que recomenda que as pessoas consultem regularmente um dentista, para que o profissional possa ajudar o paciente a identificar e combater o problema.

 

Para isso, segundo o autor, é necessário identificar as fontes da erosão dental, consultando, no rótulo ou na internet, informações sobre o conteúdo ácido dos produtos consumidos; implementar medidas de controle e prevenção de futuros danos, restaurando os tecidos danificados; e evitar ou reduzir ao mínimo o consumo de alimentos e bebidas suspeitos.



Escrito por Leandro Perché às 11h40
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Leandro Perché
Jornalista de Boa Saúde
   
   
Dr. Marco Tulio Baccarini Pires
Cirurgião Cardiovascular, Diretor Médico de Bibliomed e Boa Saúde
   


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