Remédio contra a nova gripe pode causar efeitos colaterais em crianças

Dois estudos divulgados nesta semana por especialistas da Agência de Proteção de Saúde da Grã-Bretanha mostraram que mais da metade das crianças que tomaram Tamiflu para a prevenção e tratamento da nova gripe A (H1N1) – conhecida como gripe suina – sofreram efeitos colaterais, como náusea, dores, insônia e até pesadelos. Em um dos estudos, avaliando dados 248 crianças de 11 e 12 anos que tomaram o remédio apenas para prevenção – nunhuma delas estava infectada com o vírus –, os pesquisadores notaram que 50% tiveram sintomas como náusea (31,2%), dor de cabeça (24,3%) e dor de barriga (21,1%). O outro avaliou 85 crianças que haviam tomado o Tamiflu como prevenção, e registrou os mesmos efeitos em 45 delas, além de cãibras, insônia e pesadelos. Os cientistas disseram que os efeitos pesquisados são comuns e que "o desconforto dos efeitos colaterais precisa ser considerado" pelos pais que dão o Tamiflu para seus filhos como forma de prevenção. O governo britânico já parou de indicar o Tamiflu para prevenção, e o remédio é usado, agora, apenas para o tratamento das pessoas já infectadas ou com suspeitas da nova gripe.
Escrito por Leandro Perché às 12h06
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Exercícios intensos e regulares reduzem risco de morte por câncer, diz estudo
Homens que se exercitam intensamente são menos propensos a morrer de câncer, segundo estudo publicado no British Journal of Sports Medicine. De acordo com os autores, as atividades físicas têm sido associadas a um menor risco de câncer, mas ainda falta estabelecer a quantidade e a intensidade de exercícios que poderia reduzir as mortes pela doença. Avaliando mais de 2,5 mil homens finlandeses, inicialmente sem história de câncer, os pesquisadores descobriram que, a cada aumento de 1,2 equivalentes metabólicos de consumo de oxigênio (medida de gasto de energia), havia uma redução de 15% no risco relativo de morte por câncer, principalmente o de pulmão e os gastrointestinais em 16 anos. Isso significa que atividades mais intensas estariam associadas a uma menor mortalidade. Baseados nos resultados, os pesquisadores destacaram que a redução das mortes por câncer ocorreria em homens que se exercitam por mais de 30 minutos diários, em média, com intensidade média. Porém, mais estudos são necessários para confirmar a quantidade e intensidade adequadas.
Escrito por Leandro Perché às 12h00
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Exposição ao sol pode desencadear doença autoimune, indica estudo

A luz do sol pode desencadear algumas doenças autoimunes, principalmente em mulheres, segundo pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Essas doenças têm causas desconhecidas e ocorrem quando o sistema imunológico, erroneamente, ataca células, tecidos ou órgãos do próprio corpo. Em testes com 380 pacientes com miosite – doença caracterizada por inflamações nos músculos e na pele – os pesquisadores descobriram uma associação entre a exposição à radiação ultravioleta do sol e dermatomiosite em mulheres. E, segundo os autores, “pode ser que as diferenças herdadas em como mulheres e homens respondem à radiação ultravioleta podem cumprir um papel no desenvolvimento de certas doenças autoimunes”. “Apesar de não termos mostrado uma associação direta de causa e efeito entre a exposição ao ultravioleta e esta doença autoimune particular, este estudo confirma a associação entre os níveis de ultravioleta e a frequência de dermatomiosite que encontramos em uma investigação anterior”, explicou a pesquisadora Linda Birnbaum. Ela lembra que fatores ambientais podem desencadear esse tipo de doença em pessoas geneticamente predispostas, e, no caso, é recomendável evitar a exposição excessiva ao sol.
Escrito por Leandro Perché às 11h53
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Jovens com depressão são mais propensos a ter múltiplos parceiros sexuais

Um estudo recente da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, indica que jovens com depressão são mais propensos a ter múltiplos parceiros sexuais em um ano do que os não-depressivos. E os resultados apontaram que, para os homens negros, especificamente, a depressão aumentaria os riscos de ter doenças sexualmente transmissíveis (DST). Avaliando quase 8,8 mil jovens que estudavam da 7ª série ao final do ensino médio, os pesquisadores registraram que 20% das mulheres negras tinham depressão, assim como 12% dos homens negros, 13% das mulheres brancas e 8% dos homens brancos. E, para ambas as raças e gêneros, a depressão foi associada a uma maior probabilidade de ter múltiplos parceiros sexuais. Os autores destacam que jovens com depressão são reconhecidamente mais propensos a comportamentos de risco. E os resultados indicaram que os homens negros depressivos teriam muito mais chances de ter DST. Segundo eles, o estudo “destaca a necessidade de uma melhor integração da saúde mental e do diagnóstico, tratamento e prevenção de DST”.
Escrito por Leandro Perché às 11h30
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Sexo oral pode ser responsável pelo aumento dos casos de câncer na garganta
As mudanças nas práticas sexuais são as responsáveis pelo grande crescimento nas taxas de câncer de garganta nos Estados Unidos nas últimas duas décadas, segundo anunciou, nesta semana, a Associação Americana para Pesquisa do Câncer. Segundo os especialistas, o aumento das taxas de infecção pelo HPV, disseminado pelo sexo oral, está levando a um rápido crescimento nos cânceres orofaríngeos (garganta, amídalas e base da língua). Os especialistas destacam que estudos realizados há 20 anos mostram que apenas 20% dos tumores orofaríngeos eram HPV positivos, enquanto, hoje, é estimado que 60% dos pacientes estejam infectados com o vírus. Embora a principal causa desses cânceres seja o cigarro e o álcool, eles alertam que essa tendência de crescimento dos tumores causados pelo HPV aponta para a influência das mudanças nas práticas sexuais – principalmente em relação ao sexo oral – no aumento da taxa de cânceres na garganta. As estatísticas indicam que o perfil de pacientes com esse câncer vem mudando – “dos idosos, fumantes e com diversos outros problemas de saúde, para jovens e executivos”. “Essa é uma real tendência, e essa é a razão da preocupação com uma epidemia, dado o fato de que o câncer orofaríngeo está aumentando a uma taxa alarmante”, destacaram os autores, sugerindo campanhas para alertar os jovens sobre o risco do sexo oral desprotegido.
Escrito por Leandro Perché às 11h24
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Estudo associa consumo de morangos a um menor declínio cognitivo

O consumo de morangos pode proteger o coração, reduzir os riscos de câncer, agir como um anti-inflamatório e ser bom para o cérebro, segundo pesquisas apresentadas, no final de junho, no Berry Health Symposium, nos EUA. Um estudo do Projeto Chicago de Envelhecimento Saudável, por exemplo, indicou que idosos que comem morangos pelo menos uma vez por mês têm menor declínio cognitivo. Da mesma forma, outro trabalho apresentado mostrou que mulheres que consomem mais de uma porção dessas frutas por mês teriam 16,2% menor taxa de declínio cognitivo do que aquelas que ingeriam menos morangos. Os especialistas explicam que as propriedades anti-inflamatórias dos morangos e seus componentes antioxidantes podem ser os responsáveis pela proteção, pois acredita-se que maioria dos processos das doenças começa através de inflamação e oxidação, que danificam as células. “Membranas saudáveis das células nervosas promovem ótima comunicação dentro do cérebro e do sistema nervoso, então prevenir os danos causados pela inflamação e oxidação é essencial”, concluíram.
Escrito por Leandro Perché às 11h12
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Taxa de morte por derrames é maior nos finais de semana, indica pesquisa

Não há um bom momento para sofrer um derrame, porém um novo estudo da Universidade da Virginia, nos EUA, indica que é ainda pior se isso ocorrer em um final de semana. O chamado “efeito final de semana” já havia sido indicado por outros estudos para pacientes atendidos em hospitais por causa de infarto, coágulos no pulmão, ruptura de artéria abdominal e derrames de diversos. E a nova pesquisa indica que isso ocorre em caso de hemorragia intracerebral. Avaliando mais de 13,8 mil pacientes atendidos em um hospital no ano de 2004 por causa de hemorragia cerebral, os pesquisadores descobriram que aqueles atendidos em sábados ou domingos tinham 12% mais chances de morrer no hospital do que aqueles que iam ao hospital de segunda a sexta-feira. E essas análises consideravam as diferenças de idade, gênero, renda e seguro médico dos pacientes, assim como volume de atendimento e localização do hospital.
Os autores acreditam que esse maior número de mortes no final de semana pode ocorrer devido à redução da equipe médica nesse período, à relativa falta de experiência de alguns nesses plantões ou à limitação da disponibilidade de certos procedimentos que são realizados nos “dias úteis”. Por isso, os especialistas sugerem que as instituições realizem auditorias para descobrir e corrigir os fatores ligados ao “efeito final de semana”.
Escrito por Leandro Perché às 11h42
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Perda de peso melhora saúde e humor de pessoas com depressão, diz estudo
Um estudo recente da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, indica que, após seis meses de programa comportamental de perda de peso, pacientes depressivos não apenas perdem 8% de seu peso inicial e reduzem seus níveis de triglicérides, como relatam significativa redução nos sintomas depressivos. Avaliando 51 pessoas, entre pacientes com depressão e pessoas saudáveis, os pesquisadores observaram que o programa de exercícios teve benefícios para a saúde física e mental dos participantes. “Essa pesquisa é nova porque indivíduos clinicamente depressivos, normalmente, não são incluídos em testes de perda de peso, por causa de preocupações de que a perda de peso possa piorar sua depressão”, explicaram os autores. Baseados nos resultados – que indicaram benefícios na perda de peso, nos sintomas depressivos e nos níveis de triglicérides, “bom” colesterol, glicose e insulina –, os pesquisadores concluem que “depressão e obesidade são independentemente associados com maior risco de doença cardíaca e derrame, e essas reduções no peso corporal e nos sintomas de depressão provavelmente melhoram os resultados de saúde em longo prazo”.
Escrito por Leandro Perché às 11h33
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Bronzeamento artificial pode causar câncer de pele, alerta OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou, nesta semana, que o uso das camas de bronzeamento artificial é um sério risco para a saúde, pois seus raios ultravioletas (A, B e C) aumentam os riscos de desenvolvimento de câncer de pele. Mesmo antes dessa medida, o grupo havia classificado o bronzeamento artificial como “provavelmente carcinogênico para humanos”. Em artigo publicado na edição de agosto da revista médica Lancet Oncology, os especialistas destacam que diversos estudos indicam os riscos de camas e lâmpadas de bronzeamento, e essas evidências que associam o seu uso ao crescimento do melanoma seriam “suficientes e convincentes”. Em um dos estudos citados, por exemplo, o uso desses métodos desde antes dos 30 anos de idade foi associado a um aumento de 75% nos riscos de melanoma. Em resposta a estudos anteriores, a Associação Internacional de Bronzeamento se defendeu acusando-os de serem “asserções irresponsáveis sem oferecer nenhuma associação concreta entre o bronzeamento em ambientes fechados e o melanoma”. Desta vez, ela se limitou a destacar que os raios ultravioletas desses métodos não diferem dos raios do sol, e, em ambos os casos, a exposição deve ser moderada.
Escrito por Leandro Perché às 11h26
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Gastos de saúde com a obesidade chegam a US$147 bi por ano nos EUA

As doenças associadas à obesidade representam quase 10% de todos os gastos dos serviços de saúde dos Estados Unidos, ou a soma de US$ 147 bilhões por ano, segundo especialistas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão que regulamenta alimentos e medicamentos no país. Em artigo publicado na revista Health Affairs, eles destacam que as taxas de obesidade aumentaram 37% no período entre 1998 e 2006, levando a um aumento de 89% nos gastos com tratamentos para doenças como diabetes, doença cardíaca, artrite e outras condições associadas ao excesso de peso. Esses aumento faz com que os gastos com a obesidade alcancem mais de 9% de todos os gastos médicos do país, comparado com 6,5% em 1998. De acordo com os pesquisadores, mais de 26% dos americanos são obesos. E essas pessoas gastariam quase US$ 1,5 mil a mais por ano com cuidados médicos, comparados às pessoas de peso normal. “É essencial que tomamos atitudes eficazes para conter e reduzir o enorme peso da obesidade em nossa nação”, concluiu o diretor do CDC, Thomas Frieden, destacando o lançamento de novas recomendações para a prevenção da obesidade.
Escrito por Leandro Perché às 10h56
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Antialérgicos podem ajudar contra obesidade e diabetes?
Medicamentos para alergia e asma de venda sem prescrição médica ajudaram ratos obesos e diabéticos a perder peso e controlar sua glicose, em pesquisa da Universidade de Harvard, nos EUA. Outros três estudos associam as duas condições a um sistema imunológico disfuncional, por isso, os resultados do novo estudo trazem esperança para o desenvolvimento de novos tratamentos, e até de vacinas, contra a obesidade e doenças associadas. Os cientistas descobriram que os mastócitos – células imunológicas que saem do controle em caso de alergia e asma – eram abundantes em tecidos de gordura de pessoas e de ratos obesos e diabéticos. Em testes com roedores com as duas condições, dois anti-histamínicos ajudaram a estabilizar os mastócitos, fazendo os ratos perder peso e controlarem melhor a glicose. De acordo com os especialistas, o ponto positive é que o uso dessas drogas é seguro em humanos, porém, mais estudos são necessários para saber se os resultados dos testes com ratos serão similares em humanos.
Escrito por Leandro Perché às 10h38
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Casados têm melhor saúde do que solteiros, viúvos e divorciados, indica estudo

Pessoas que se mantêm casadas por mais tempo parecem ter melhor saúde do que aqueles que permanecem eternamente solteiros ou aqueles que perdem o cônjuge por morte ou separação, segundo estudo publicado no Journal of Health and Social Behavior. A análise de 9,1 mil americanos com mais de 50 anos indicou que os casados tendem a classificar melhor sua saúde do que os solteiros. E a instabilidade causada pelo divórcio ou morte do cônjuge teria impacto negativo prolongado nos quatro aspectos de saúde avaliados: condições críticas, limitações de mobilidade, percepção própria da condição de saúde e sintomas de depressão. Por outro lado, seria melhor para a saúde ser solteiro do que perder o cônjuge. Apesar disso, os pesquisadores destacam que os resultados não significam que é melhor manter um casamento infeliz, pois, no estudo, faltaram informações sobre a qualidade do casamento. E estudos anteriores mostram que pessoas infelizes no casamento têm maior risco de problemas de saúde como pressão alta, depressão e doença cardíaca.
Escrito por Leandro Perché às 10h31
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Cafeína e uso de aparelhos eletrônicos atrapalham sono e concentração

Alimentados pela cafeína, os jovens estão ficando acordados cada vez até mais tarde, mexendo na internet, ouvindo música ou jogando no computador, o que atrapalha sua concentração nos estudos, segundo pesquisa da Universidade de Drexel, nos EUA. O estudo mostrou que, quanto mais um jovem é “multitarefas”, maiores suas chances de cochilar durante as aulas. Avaliando 100 jovens de 12 a 18 anos de idade com questionários sobre seu consumo de cafeína, uso de tecnologia de mídia e padrões de sono, os pesquisadores descobriram que apenas 20% dormiam as oito horas recomendadas por noite e 30% caíam no sono durante as aulas. Os resultados mostraram que o consumo de cafeína, incluindo bebidas energéticas, era 76% maior entre aqueles que se sentiam sonolentos durante o dia. E a maioria desses jovens usava alguma forma de tecnologia tarde da noite, incluindo MP3 players, celulares e computadores. “Muitos adolescentes usam múltiplas formas de tecnologia tarde da noite e, concomitantemente, consomem bebidas cafeinadas”, alertam os especialistas. “Sua capacidade de ficar alerta e completamente funcional durante todo o dia seria prejudicada pela sonolência diurna excessiva”, concluem.
Escrito por Leandro Perché às 10h01
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Idade da primeira menstruação pode indicar a sobrevida no câncer de ovário
Mulheres que têm a primeira menstruação mais jovens são menos resistentes a um câncer de ovário, tendo menos chances de sobreviver à doença do que aquelas que começam mais tarde, segundo estudo publicado este mês na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers, and Prevention. De acordo com os autores, aquelas que apresentam mais ciclos menstruais no decorrer da vida também teriam pior sobrevida. A análise de 410 mulheres com câncer de ovário, acompanhadas por nove anos, indicou que o início da menstruação antes dos 12 anos de idade estaria associado a 51% maior risco de morte pela doença, em relação ao início aos 14 anos de idade. E as mulheres com mais ciclos menstruais no decorrer da vida tinham 67% mais chances de morrer durante o acompanhamento. “A significância desse trabalho é em sugerir novas direções para as pesquisas, não em algumas mudanças imediatas nos tratamentos”, explicaram os autores, ressaltando a necessidade de mais estudos para um melhor entendimento dessa relação, visando a melhoria da sobrevida de mulheres com câncer nos ovários.
Escrito por Leandro Perché às 09h57
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Estudo indica que consumo de vinho pode aumentar libido feminina

Um recente estudo da Universidade de Florença, na Itália, pode ajudar a explicar por que muitas mulheres não resistem a um jantar romântico regado a vinho tinto. Segundo os pesquisadores, o consumo moderado da bebida pode aumentar a libido sexual feminina. O estudo avaliou 798 mulheres italianas com idades entre 18 e 50 anos e que eram consideradas sexualmente saudáveis, que responderam a questionários sobre sexualidade. E o grupo que apresentou maiores índices de desejo sexual, de acordo com as respostas, foi o das mulheres que consumiam uma ou duas taças de vinho por dia. Os pesquisadores, porém, fazem duas ressalvas sobre o estudo: não foi encontrada nenhuma diferença com relação à incitação, satisfação, dor e orgasmo; e que os resultados devem ser encarados com cautela, devido ao pequeno número da amostragem e pela falta de dados laboratoriais. “Ainda assim, o estudo sugere potencialmente uma correlação entre o consumo de vinho e melhor sexualidade”, concluíram os autores.
Escrito por Leandro Perché às 09h51
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